terça-feira, 15 de abril de 2014

Nona Carmela Ristorante. Um Pedacinho da Itália no coração de Belo Horizonte!



Visitei um Pedacinho da Itália no coração de Belo Horizonte, localizado no charmoso bairro de Lourdes o Ristorante Nonna Carmela!




Uma idéia. Um desejo. E três amigos, três Chefs se juntaram para refazerem a historia de Nonna Carmela , e sua vera cucina italiana.





No clima familiar do restaurante os pratos são elaborados fruto dos livros de receitas das famílias dos sócios proprietários.



Nonna Carmela nasceu em Pisciotta, pequena cidade localizada no sul da Itália e chegou ao Brasil, precisamente em Belo Horizonte em  1924. Aqui em BH criou um pequeno comercio um armazém aonde suas delicias eram vendidas.



A aldeia de Pisciotta, aonde tem mil janelas para o mar esmeralda está  situado no topo de uma colina rodeada por antigas oliveiras, uma das mais belas aldeias na região do Mediterrâneo.
Uma cidade de uma beleza sóbria e austera, suas casas, suas ruas, seu folclore, eles falam sobre sua história inicial da cidade medieval.



E historia continua ... Uma geração apos outra de degustativas criações culinárias. 

Sra. Carmela é avó da sogra de Flávio Fantini (sócio) ,que dá nome a casa. Como uma boa italiana apreciava a convivência da mesa e da família, sua irmã de Anella Peluso foi mãe de uma geração de restaurateurs que abriram na cidade como Provincia di Salerno, Anella, Zia Pippina e Pippinela.

Mas seriam os famosos almoços da Nonna que a tornaram lendária,como polpeta servida antes do almoço, ao spagueti ao suco e a braciola.




Desta tradição o Trio de sócios chefes foram criando novos pratos, mas sempre com alma na tradicional cozinha italiana misto com produtos brasileiros.
Minicanelones de carne seca com molho de abóbora. 
Pana cotta com coulis de jabuticaba. 
Rosbife de filé ao molho de vinho tinto com purê de batata baroa ao perfume de trufas.
Na parte de massas, destaque para as que são produzidas no local, como a Lasanha della Nonna.







O Trio.... 
Dininho Ballesteros. Fundou há 28 anos a confeitaria Bendita Gula. Aluno do Humberto Passeado por 10 anos, e posteriormente por mais de 20 anos foi aluno da Dadeth. 
Desde 2011 ministra aulas de culinária e presta consultoria para empreendimentos na área de gastronomia.
Flávio Fantini. Por três anos cozinhou como chef convidado, no festival de Gastronomia de Tiradentes no bar da praça, fazendo comida de Boteco.
Matheus Ballesteros. Desde pequeno Matheus influenciado pelo seu pai conviveu no meio gastronômico, rico de surpresas e sabores.Sempre inclinado para áreas de criatividade, tem duas paixões: Desenhar e cozinhar.



 Rua Antônio de Albuquerque, 1.607 – Lourdes








Edicáo de texto
Leila Bumachar
Fontes e Fotos 
L. Bumachar Consultoria
http://divirta-se.uai.com.br/app/noticia/gastronomia
http://www.nonnacarmela.com.br








terça-feira, 8 de abril de 2014

A origem do Tiramisù ! Do Renascimento aos dias de hoje.




Neste universo de Gastronomia, há diversas lendas sobre origem de pratos, entradas e sobremesas, e uma delas é a origem desta inesquecível sobremesa Tiramisù!!!
Que quando  saboreada fica para sempre na memória.

O nome tiramisù em vêneto, tirame-sù; em italiano, tirami su, de tirare + mi + su: "levanta-me" ou "puxa-me para cima", assim chamado por ser muito energético.

Duas são as lendas mais famosas de sua origem:

A primeira que esta sobremesa foi elaborada nos finais do século XVI. Em homenagem o Duque da Toscana,  Cosimo III (1642 - 1723) da família Médici, quando foi chamada “Zuppa del Duca” ou sopa do duque.
Esta homenagem foi pensada por ocasião de sua chegada a cidade de Siena, para que o Duque de lá guardasse uma boa recordação da cidade e seu povo.
Os pasteleiros de Siena prepararam para a ocasião uma sobremesa com os ingredientes mais nobres, ou seja: O queijo mascarpone, chocolate, café.

Outra é que na época do  Renascimento se considerava o Tiramisù como um afrodisíaco potente, motivo pelo qual as venezianas o preparavam para os seus amantes ao cair da noite, para lhes proporcionar mais energia.
Apesar de sua história e origem terem muitas suposições, não existem documentações da sobremesa antes do ano de 1983.

Uma é vero!  É a sobremesa preferida do Papa Bento XVI.

De tão popular o Tiramisù continua a ser um dos símbolos da autenticidade e da simpatia italiano também conhecido como “Trifle Tuscan” Torta Toscana e “Zuppa Inglese” sopa inglesa. 
Tiramisú tradicional é geralmente composto de biscoitos molhados em licor, camadas de chocolate picado e massa doce feita com biscoito champanhe.



Mas a certa da sobremesa que ficou famosa em todo mundo  foi idealizada Le Beccherie . Um
restaurante familiar localizado na cidade de Treviso,Fundada em 1939.


Por motivos da situação financeira da Itália o restaurante cerrou suas portas em 30 de Março  de 2014.
Como atesta a Academia Italiana de Culinária, o doce ganhou seu formato ideal em 1972 depois de muitos experimentos realizados pela dona do restaurante, Alba Campeol, de 82 anos, e seu confeiteiro, Roberto Linguanotto.


Cerra as portas este restaurante fundado no fim dos anos 1930, mas que descende de uma hospedaria e de uma casa de carnes abertas no século no princípio do século XIX. 
O Alle Beccherie permanece eternizado por uma receita que o tornou universal.


O tiramisu, um pavê de biscoitos savoiardi envoltos em creme de queijo mascarporne com gemas batidas.


Copiado por tantos chefs em todos as cidades do mundo, o Tiramisù tornou-se a sobremesa oficial da pequena tratoria ao mais famoso e prestigiado restaurante na Itália.





'Il Tiramisu Legittimo delle Beccherie'. Receita O   Tiramisù   original 'de "Le Beccherie" Restaurante 1981.


2 xícaras (360 cc) de café expresso
2 colheres de chá de açúcar
4 gemas                               
1/2 xícara (100 g) de açúcar
£ 1 (450 g) mascarpone queijo à temperatura ambiente
30 savoiardi (biscoitos ladyfinger)
2 colheres de sopa de cacau em pó amargo
Prepare um café expresso forte, cerca de 1 ½ xícaras (360 cc). Dissolva 2 colheres de chá de açúcar nele, enquanto o café ainda está quente. Deixe o café fresco à temperatura ambiente.
Bata as gemas e o açúcar em uma tigela até que se tornem claro e macio.
Combine com o queijo Mascarpone
Mergulhe os palitos restantes no café e colocá-los na panela em uma segunda camada
Espalhe metade do creme de mascarpone sobre os biscoitos.
Polvilhe com o cacau em pó e leve à geladeira por cerca de 3-4 horas


Apesar ser um doce da região Vêneto, que foi criado por um chef de Treviso, e ficou famoso nos anos 80, em todos os restaurantes romanos você vai encontrar o tiramisù adotado como doce local.
Eleito por algumas revistas gastronomia e blogs o mais famoso está no restaurante Pompi - Il Regno del Tiramisù, em Roma desde 1960 .



No Brasil, precisamente em São Paulo aonde a imigração italiana é muito forte, a sobremesa foi introduzida por restaurantes como Massimo, o Maria Zanchi de Zan, La Vecchia Cucina.
Nos últimos anos surgiram algumas variações como o tiramisù expresso servido no copo ou na xícara, biscoito bem seco e crocante, levemente banhado com café quente feito na hora, e por cima coloca-se o creme de zabaione e o cacau em pó.




Outros chefs criam tiramisù de fruta, como por exemplo, tiramisù de caqui ou tiramisù de morangos.


TREVISO - Cidade que originou a Famosa Sobremesa !


A linda cidade a pouco mais de dez quilômetros ao norte de Veneza ostenta uma herança cultural riquíssima, com traços artísticos e arquitetônico que resumem a agitação de seus dois milênios de história, durante os quais passou pelas mãos dos romanos, bizantinos, francos, venezianos, austro-húngaros e muitos outros conquistadores.


É cercada por uma muralha, além de entrecortada por um canal, o que lhe confere um visual mágico e o apelido de "pequena Veneza".







Edicáo de texto e fotos
Leila Bumachar
Fontes de pesquisa e fotos:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Tiramis
http://www.finedininglovers.com/blog/news-trends/restaurant-that-invented-tiramisu-is-closing
http://vejasp.abril.com.br
https://www.google.com.br/search
http://www.annamariavolpi.com/tiramisu_le_beccherie.html



quinta-feira, 27 de março de 2014

Península de Setúbal ! Vinhos/ História e Turismo.


A CVR da Península de Setúbal investirá meio milhão de euros no mercado brasileiro.
A meta é aumentar em 10% as vendas para o mercado brasileiro Será um investimento em escala no Brasil em 2014!
A entidade certificadora dos vinhos Moscatel de Setúbal (DO) e Moscatel Roxo (DO), Palmela (DO) e Península de Setúbal (IG) é presidida pelo Henrique Soares que tem por objetivo aumentar em 10% as vendas para o mercado brasileiro em relação a 2013, quando exportaram 1.253.756,3 litros para o Brasil, correspondendo aproximadamente 3.000.000€.
De acordo com Soares o mercado brasileiro é historicamente o mais importante para os Vinhos da Península de Setúbal.

A CVRPS tem como principal missão a defesa das DO Setúbal e Palmela e IG Península de Setúbal, bem como a aplicação da respectiva regulamentação, o fomento e controle dos vinhos produzidos nas respectivas áreas geográficas e a garantia da sua origem, genuinidade e qualidade.
Com 1.200 vitivinicultores e 120 produtores, a Península de Setúbal produz 40 milhões de litros de vinho anualmente, de qualidade e premiações nacionais e internacionais.






Prêmios.
Recentemente em 2010 Robert Parker pontuou no seu site com 100 pontos , Moscatel de Setúbal 1947 da José Maria da Fonseca, produtor mais antigo da região.




Moscatel de Setúbal Reserva 2006 da Venâncio da Costa Lima teve a primeira colocação na lista do concurso TOP 10 Muscats Du Monde


Entre os principais produtores regionais que marcam presença no Brasil estão:
José Maria da Fonseca, Bacalhôa Vinhos de Portugal, Herdade da Comporta, Casa Ermelinda Freitas, Casa Agr. Assis Lobo, Adega Cooperativa de Pegões, Soberanas, Manzwine, Casa Agr. Horácio Simões, José Mota Capitão e Antônio Saramago Vinhos.




Segundo o presidente da CVR da Península de Setúbal Henrique Soares, Moscatel de Setúbal  “É um vinho exuberante que jamais se esquece após um primeiro contato porque impressiona de tal maneira o palato e o olfato que apetece sempre beber mais um pouco. 
O Moscatel de Setúbal é um vinho muito gastronômico, ao mesmo tempo doce (“ ataque de boca”) e seco (“final de boca”). Frutado e muito aromático combina perfeitamente com a gastronomia brasileira”. Ainda de acordo com Soares, quando servido fresco imponência estas propriedades e torna-o ainda mais apetecível em diversos momentos de consumo, como aperitivo, como vinho de sobremesa, com queijos, e mesmo acompanhando toda a refeição.





Na Península de Setúbal produzem-se três tipos de vinho certificado


- Vinhos DO Palmela: certifica vinhos: brancos, rosados e tintos, frisantes, espumantes e licorosos.


- Vinhos DO Setúbal: é aplicável exclusivamente, para vinhos generosos, brancos (à base da casta Moscatel de Setúbal) ou tintos à base da casta Moscatel Roxo. 



- Vinho Regional Península de Setúbal: é aplicável a vinhos brancos, tintos e rosados, frisantes, licorosos e vinho para base de espumantes
O Moscatel de Setúbal sobressai na História de Portugal pela distinção das suas qualidades entre os vinhos fortificados nacionais e é parte da cultura, da tradição e da forma de viver da Península de Setúbal. 
Desconhece-se o momento preciso em que terá começado o cultivo da vinha na Península de Setúbal, mas estima-se que os Fenícios e os Gregos tenham dado um forte impulso na divulgação do vinho, incentivando as trocas comerciais com outros povos através do estuário do Sado. 
A fama do Moscatel de Setúbal, além-fronteiras, terá começado na segunda metade do século XIV quando Ricardo II de Inglaterra se torna um importador assíduo de Moscatel de Setúbal. 
De acordo com Antônio Porto Franco, Luís XIV (1638-1715) não dispensava o vinho fortificado proveniente de Setúbal nas suas festas em Versalhes. O Moscatel de Setúbal “Torna-Viagem” é um dos grandes símbolos e foi embaixador mundial destes vinhos generosos. 
Nos séculos. XV e XVI, no período da expansão portuguesa, nas naus e galeões que partiram em direção à Índia, um dos produtos transportados era o vinho. 
No período áureo que se seguiu aos Descobrimentos, os vinhos portugueses, nomeadamente o Moscatel Setúbal, constituíam lastro nas naus e caravelas que comercializavam os produtos trazidos do Brasil e do Oriente.


Solo / Clima.
Península de Setúbal os solos são igualmente heterogêneos, alternando entre as areias finas e profundas das planícies e os solos calcários e argilo-calcários da Serra da Arrábida.
É aqui que nasce o Moscatel de Setúbal, um dos vinhos mais reputados de Portugal.



O clima da região é claramente mediterrânico, com verões quentes e secos, invernos amenos, mas chuvosos, e umidade elevada. Só a Serra da Arrábida, pela altitude elevada e pela proximidade ao mar, beneficia de um clima de feição mais atlântica.
A Península de Setúbal compreende as Denominações de Origem, “Palmela” e “Setúbal” e a IG Península de Setúbal. 
A denominação “Setúbal” está reservada para os vinhos Moscatel de Setúbal e Moscatel Roxo.
Os vinhos tintos de “Palmela” baseiam-se na casta Castelão, de presença obrigatória na denominação, casta que oferece o melhor de si nos solos arenosos quentes e soltos de Palmela, ganhando uma complexidade e profundidade que a casta só raramente consegue alcançar fora da região.
As duas castas brancas dominantes são o Arinto e Fernão Pires, bem como o Moscatel de Alexandria, destinado, sobretudo aos vinhos generosos da região. Nas castas tintas, evidenciam-se o Alfrocheiro e Trincadeira.



Castas.
Moscatel. É originária do mediterrâneo oriental, tendo sido introduzida no território nacional durante o período das invasões ibéricas pelo Império Romano. É freqüentemente descrita como uma casta feminina, vagueando aromaticamente entre as notas de passas de uva, limão, lichia, pera e tília. Nos vinhos generosos, sempre que consegue preservar a acidez, proporciona vinhos memoráveis, entre os quais se incluem os "Moscatel de Setúbal", com notas de casca de laranja, mel, especiarias, iodo, flor de laranjeira e acácia.

Moscatel Galego Roxo. Nasceu fruto de uma mutação genética da casta Moscatel Galego, subsistindo em pequenas quantidades na Península de Setúbal. Dá corpo a um vinho generoso semelhante no estilo ao "Moscatel de Setúbal", de aromas e sabores ainda mais complexos. Os vinhos generosos produzidos pelo Moscatel Galego Roxo proporcionam elevado grau de doçura, apresentando-se muito aromáticos e de sabor persistente.


O Moscatel de Setúbal só pode ser assim designado se pelo menos 85% do vinho for composto pela casta Moscatel, Moscatel de Setúbal ou Moscatel Roxo 


Arinto. Uma casta versátil, presente na maioria das regiões vinícolas portuguesas, sendo reconhecida pelo nome Pedernã na região dos Vinhos Verdes. Proporciona vinhos vibrantes e de acidez viva, refrescantes e com forte pendência mineral, e elevado potencial de guarda. A acidez firme será o principal cartão-de-visita da casta Arinto.



Fernão Pires. É uma das castas brancas mais plantadas em Portugal. A produtividade elevada, bem como a versatilidade, precocidade e riqueza em compostos aromáticos ajudam a explicar a popularidade. Por regra, os vinhos de Fernão Pires devem ser bebidos jovens. Sensível às geadas, prefere os solos férteis, de clima temperado ou quente. Os aromas que lhe estão associados alternam entre a lima, limão, ervas aromáticas, rosa, tangerina e laranjeira.



Alfrocheiro. A casta Alfrocheiro encontra o seu território natural na região do Dão, apesar de ser ter expandindo com sucesso para Sul, estendendo-se às regiões do Alentejo, Tejo e Palmela. Produz vinhos ricos em cor, com um notável equilíbrio entre álcool, taninos e acidez. É essa notável capacidade para reter a acidez elevada, aliada à presença generosa de açúcares. Aromaticamente sobressaem os aromas a bagas silvestres, com destaque particular para a amora e o morango maduro. 



Castelã. É uma das variedades mais cultivadas no sul do país,, porem é em Palmela, nas areias quentes do Poceirão, nas vinhas velhas da região, que a casta dá o melhor de si, desenvolvendo-se melhor em climas quentes e solos secos e arenosos. Em vinhas maduras, de baixa produtividade, devidamente controladas, o Castelão dá origem a vinhos estruturados, frutados, com particular incidência na groselha, ameixa em calda, frutos silvestres, apresentando ainda notas típicas de caça mortificada. 



Trincadeira. Especialmente popular nas regiões do Alentejo e Douro, onde é designada por Tinta Amarela, é uma casta difícil, especialmente vigorosa, necessitando de refreio permanente e cuidados extremos no controle da produção. Os vinhos são tendencialmente florais, mais vegetais quando a maturação é deficiente, ricos em cor e acidez, ligeiramente alcoólicos e com boas condições para envelhecer bem em garrafa.

.... Historia



O Castelo de Palmela tem origem árabe, com a primeira fortificação, provavelmente, edificada por volta do século IX, depois da conquista desta região aos visigodos, mas onde os testemunhos arqueológicos, apontam para uma ocupação humana desde o período neolítico. 
D. Afonso Henriques conquistou Palmela em 1147, mas voltaria a cair na mão dos muçulmanos e só por volta de 1190, passaria definitivamente para a posse portuguesa. D. Sancho I mandou fazer reparações na fortaleza e doou-a a Ordem de Santiago, que fizeram de Palmela a sede da Ordem.
É já no reinado de D. João I que se inicia a construção do convento onde esta ordem se instala, a partir de 1443. 
Desde 1945 obras de restauração foram iniciadas, recuperando o antigo convento, onde atualmente é uma famosa pousada



D. Afonso Henriques, foi o primeiro rei de Portugal e era filho do Conde de Borgonha, D. Henrique, cruzado que veio para a Península Ibérica auxiliar o rei de Leão e de Castela na guerra contra os mouros, ficando depois a governar o Condado Portucalense.

Turismo



A Costa Azul, como também é conhecida a Península de Setúbal, abrange o Distrito de Setúbal com 13 Concelhos portugueses. 
Nesta região de forte e antiga tradição vitícola, parte-se à descoberta da grande riqueza paisagística e patrimonial da Costa Azul, ao longo de seis percursos que conduzem às principais adegas da Península de Setúbal.
Muito fértil em belezas naturais, é limitada ao norte pelo rio Tejo, ao sul e leste pelo Alentejo e a oeste pelo Oceano Atlântico.
As visitas a castelos e fortalezas, em Setúbal, Palmela e Sesimbra, ao palácio da Bacalhôa ou a espaços culturais, como o Museu Agrícola da Quinta da Atalaia ou o Museu do Queijo de Azeitão, são apenas alguns dos aliciantes desta região com história. 
Na Rota de Vinhos da Península de Setúbal o visitante tem o conforto necessário para se sentir revigorado. Por fim, o motivo principal da visita à região – o vinho! Branco, tinto, rosé ou o famoso Moscatel de Setúbal, 










Edição de texto  e fotos
Leila Bumachar
Fontes, pesquisa e fotos :
CVR-Penisula de Setubal .Interação Rede de Comunicação
www.redeinteracao.net.br
www.moscateldesetubal.pt
www.vinhosdapeninsuladesetubal.pt
www.parlamento.pt
www.winesofportugal.pt
www.lifecooler.com
www.arquipelagos.pt
www.vcwebgourmet.com
www.poramoralisboa.com
http://commons.wikimedia.org




domingo, 16 de fevereiro de 2014

Os vinhos Top 10 segundo Wine Spectator 2013.

2013 Vinhos Revelados por Wine Spectator



Este ano marca o 25 º aniversário da lista Top 100, onde os editores Wine Spectator selecionaram e destacaram os 10 vinhos mais preciosos e excitantes de milhares que 
degustaram e analisaram no decurso do ano.

Há 25 anos em 1988, o mundo do vinho era muito menor. 
Nesta época foi analisado cerca de 3.000 vinhos recém-lançado em degustações às cegas, e os Tops 100 eram neste período direcionados para França, Itália e Califórnia.
Em 2013 os editores analisaram mais de 20.000 vinhos e o Top 100 inclui desta vez  vinhos de 13 países estrangeiros e quatro estados.

Como sempre, a seleção dos Top 100  foi realizada com base em qualidade representada por pontuação, valor refletido pelo preço de lançamento, disponibilidade.
Com uma forte base  em  um "Fator X"  que denominaram de emoção. Com mais ênfase do que nunca para o "Fator X" - a intensidade do interesse dos vinhos, que gera o entusiasmo por meio de sua singularidade ou autenticidade.
Esta seleção  representam os produtores e vinhos que os editores da Wine Spectator particularmente apaixonados em 2013.
No geral, a pontuação média dos vinhos neste ano Top 100 é 93 pontos e o preço média de US $ 51 (cinqüenta e um dólares americanos) uma relação qualidade / preço impressionante. 

É da natureza humana para fazer listas, para classificar nossas experiências pelo seu valor e interesse.
Veja então esta lista pelo prazer de comprovar e  rever alguns  já  então apreciados e grandes nomes de vinhos, assim como novos vinhos emergentes  que compõem da Wine Spectator Top 10 de 2013.  Usá-lo como um guia para visita e degustações das vinícolas, uvas e regiões que deveriam estar no seu radar nos próximos meses e anos. que compõem da Wine Spectator To degustacões 10 de 2013.  Usá-lo como um guia ara visita e degustações das vinícolas, uvas e regiões que deveriam estar no seu radar nos próximos meses e anos. das vinícolas, uvas e regiões que deveriam estar no seu radar nos próximos meses e anos.

10 TOP DA LISTA









































Edic;ao de textoe fotos 
Leila Bumachar FONTE DE PESQUISA E DIVULGAÇÃO E FOTOS 
http://www.winespectator.com/