sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

O Vinho do Porto versus Verão Carioca!


O povo de Portugal cultiva uvas ao longo do rio Douro, desde o tempo de Jesus. As áreas de cultivo dos vinhos dessa região foram oficialmente demarcadas em 1756. A região do Porto tornou-se popular quando comerciantes ingleses começaram a adição de aguardente para preservar o vinho para exportação.

O Vinho do Porto, no processo de mudança da sua imagem, face a versatilidade que este vinho oferece, faz com que os barmen´s e os consumidores mais jovens fiquem fascinados com os cocktails de verão.



Os cocktails com vinho do Porto surpreendem na cor e no sabor, dando um toque especial a qualquer evento. Perfeito, num final de tarde de verão, apreciando um por do sol.

A nova onda de drinks para o verão com vinho do Porto deve sua origem no ano de 2007, utilizando-se o Porto rosé e os Porto brancos (e secos) e tintos (ruby). Os três tons se firmaram, e conquistaram jovens e não jovens nas praias e nos cafés no verão seguinte.

Os drinks com base no vinho do Porto, seja ele branco, rosé ou tinto, invadiram os locais de praias e cafés de Portugal, que oferecem cocktails de elevada qualidade, numa demonstração de que pode também ser adotado em momentos mais informais, caracterizando-o como uma bebida jovial, refrescante e descomprometida. 
Vamos então aqui, no Rio de Janeiro, neste clima de Verão Tropical, adotar esta nova moda.


Receitas de alguns cocktails

Porto Tônico: Utilizar copo alto com gelo. Adicionar vinho do Porto branco ou rosé, água tônica e rodela de limão. No entanto, há variantes, como: frutos vermelhos ou hortelã, ao invés de limão.
Porto Intense: servido em copo baixo. Adicionar vinho do Porto rosé, Croft, laranja, açúcar, canela e gelo em cubo.
Origem: Do bar “Porto Tónico” Endereço: Rua Candido Dos Reis 96 (Junto a Torre Dos Clerigos), Porto Portugal


Porto Tónico, Cálem White & Dry.
½ dose de Porto White & Dry, ½ dose de água tônica,gelo,limão. Preparação: Comece por colocar algumas pedras de gelo num copo alto. Junte ½ dose de Porto White and dry e ½ dose de água tônica. Aromatize a gosto com limão e saboreie esta leve e refrescante sugestão.
Cálem Porto Rosé e Frutos Silvestres
70 ml Porto rosé, 50ml sumo de framboesa, gelo picado, hortelã-pimenta e frutos silvestres para decorar. Preparação: Coloque o gelo picado no shaker e junte o Cálem Porto rosé, seguido do sumo de framboesa. Agite muito bem. Colocar em copo alto. Decore com frutos silvestres e folhas de hortelã-pimenta.
Origem: Porto Cálem, Av. Diogo Leite 26, Vila Nova de Gaia 4400-111, Portugal.




PESSOA, FERNANDO (1988-1935)
"Boa é a vida, mas melhor é o vinho"



Edição de Texto e Fotos
Leila Bumachar

domingo, 25 de janeiro de 2015

O Azeite Português. - Origem do Azeite II




História
Em Portugal, os vestígios da presença da oliveira datam da Idade do Bronze, porem somente nos séculos XV e XVI que o seu cultivo se generaliza a todo o país. "Código Visigótico" foi o primeiro documento salvaguardando oliveiras do País no qual se previa multa de cinco soldos para quem arrancasse oliveira alheia, contra apenas três soldos de multa se fosse a poda de outra árvore.
Évora ano de 1392 lavrou-se a primeira regulamentação do ofício de lagareiro, porem só em 1515 no século XVI em Coimbra, logo após 1572 em Lisboa que o exemplo de Évora foi adotado.    
Tomar, sede da Ordem dos Templários, viu regulamentada a exploração olivícola desde 1162, por autoridade do mestre Gualdim Pais, no primeiro foral concedido aquela vila, e em Coimbra e Santarém, no século XII, a cultura da oliveira, a extração do azeite e o seu comércio já eram praticados em escala apreciável.  
Mesmo com os processos de produção rudimentares, o azeite foi premiado em exposições internacionais. O "Azeite Herculano" recebe o primeiro prêmio nas exposições universais de Anvers em 1894 e de Paris 1889.             

Portugal um país de clima mediterrânico, tem em suas oliveiras a marca da paisagem desde tempos primórdios. A qualidade dos solos e as variações climáticas determinam as variedades e as castas das oliveiras e conseqüentemente a qualidade e diversidade dos azeites produzidos.
Viajando por Portugal respira-se azeite.  Vislumbramos oliveiras plantadas em todas as regiões, de norte a sul. A área total ocupada pela cultura do olival em Portugal, cerca de 360 mil hectares, não se alterou substancialmente nos últimos 10 anos, mas existe sim uma concentração e especialização cada vez maior em duas das principais regiões produtoras, o Alentejo, onde atualmente se encontra 50% da área nacional e mais de 60% da produção, e Trás-os-Montes.(dados da pesquisa da revista Veja Portugal)


O azeite português é um exemplo de qualidade: elaborado de azeitonas típicas, que marcam como sua característica impar de qualidade e sabores inigualáveis.
Azeite Português reconhecido hoje como um dos melhores do mundo.
Um ditado popular que diz: "A melhor cozinheira é a azeiteira". O azeite aparece em quase todas receitas da culinária portuguesa.Utilizado em cru como tempero,bem quentíssimo meio de cozedura ou a frio como agente conservador de enchidos, azeitonas, alguns legumes e queijos.
Com aroma frutado, ligeiramente espesso, com cor de ouro ou amarelo esverdeado, amargo, picante ou mais adocicado, suave ou intenso. É assim o azeite português
A Casa do Azeite é uma organização da qual fazem parte 65 empresas associadas ao azeite de marca, representando, no seu conjunto, 95% de todo o produto deste gênero embalado em Portugal. 

Curiosidades


Todas as azeitonas são negras se as deixarem amadurecer até ao fim.
Para extrair 1 litro de Azeite são necessários, em média, 5 a 6 Kg de azeitonas.
O grau de acidez pouco ou nada tem a ver com o cheiro e o sabor do Azeite.
A cor do Azeite não está diretamente ligada ao seu sabor ou aroma.
Um Azeite verde provém de azeitonas ainda verdes enquanto que um Azeite dourado provém de azeitonas maduras. Mas o Azeite é geralmente obtido a partir de uma mistura de variedades de azeitonas, com diferentes graus de maturação.

Como produto natural que é o Azeite, ao contrário do vinho, não melhora com o tempo, pelo que é aconselhável consumi-lo o mais cedo possível. Quando bem condicionado, pode conservar-se, sem alteração das suas características, ao longo de 18 meses a partir da extração.
Niel Amstrong deixou na lua um raminho de oliveira em ouro como símbolo da paz.


Existem seis zonas produtoras de azeite em Portugal com Denominação de Origem Protegida (DOP).A classificação DOP significa que o azeite foi feito de acordo com as regras estipuladas no caderno de especificações, o qual inclui variedades de azeitona, condições de colheita e transporte para o lagar, condições de laboração e as características do produto final.


Denominação de Origem Protegida de Moura
A região de Moura, na margem esquerda do rio Guadiana, sul do Alentejo, é muito conhecida pela produção dos azeites e a Dominação de Origem Protegida Azeite de Moura encontra-se consagrada pelo uso. O Azeite desta região, proveniente da associação das azeitonas Cordovil de Serpa, Galega Vulgar e Verdeal Alentejana, resultam muito frutados, amargo e picante, sendo de cor amarela esverdeada.
Denominação de Origem Protegida do Alentejo Interior
Na outra margem do rio Guadiana, na região dos Azeites do Alentejo Interior, existem condições de solo e clima muito particulares que dão origem a um ambiente natural que privilegia o desenvolvimento da oliveira. É uma região com uma gama de solos variada, todos eles ricos em cálcio e potássio, que influência o porte e produção da azeitona. O azeite tem cor amarela dourada ou esverdeada, aroma frutado suave de azeitona madura e/ou verde e outros frutos, nomeadamente, maçã e/ou figo transmitindo uma grande sensação de doce.
Denominação de Origem Protegida do Norte Alentejo
Nos azeites do Norte Alentejo, provenientes de algumas freguesias de Évora, e dos concelhos de Estremoz, Borba e Reguengos de Monsaraz até Elvas, Campo Maior e Portalegre, a Galega Vulgar, predominante, junta-se à Carrasquenha e Redondil. Os azeites que aliam os frutados das variedades com sensações fortes de maçã e outros frutos maduros, são ligeiramente espessos, com cor amarelo ouro, por vezes esverdeados.
Denominação de Origem Protegida do Ribatejo
Na região do Ribatejo a variedade que impera è a Galega Vulgar, aliando-se à Lentisca apenas em Torres Novas. Esta é a região dos azeites doces.
Denominação de Origem Protegida da Beira Interior
Nesta região a Galega Vulgar junta-se à Bical e à Cordovil de Castelo Branco, na Sub- Região de Azeites da Beira Baixa, dando origem a azeites complexos de aroma e sabor. Mais a norte onde a Galega Vulgar é por vezes substituída pelas variedades Carrasquenha, Cobrançosa, Carrasquinha e Cornicabra, encontramos a Sub-Região dos Azeites da Beira Alta, que confina com o rio Douro onde existe um número elevado de variedades. 
Denominação de Origem Protegida de Trás-os-Montes.
Já no distrito de Bragança, predomina o cultivo da variedade Negrinha de Freixo. Aqui começa a DOP de Trás-os-Montes que se estende por Alfandega da Fé, Vila Flor até Valpaços e Murça, no alto douro, passando por Mirandela onde as azeitonas Madural, Cobrançosa e Verdeal Transmontana, no clima e nos solos de xisto da Terra Quente, dão azeites muito finos e complexos com odores acentuados de frutos secos. Sendo azeites equilibrados, apresentam uma sensação notável de doce, verde, amargo e picante.














Fontes de dados, texto e fotos
https://www.visitportugal.com/pt-pt/sobre-portugal/fotos
http://www.vejaportugal.pt/exportacao-de-azeite
http://www.caom.pt/coop/o-azeite
http://www.casadoazeite.pt/Azeite
http://http://www.qualimpor.com.
Edição de Texto Leila Bumachar

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Champagne ao Brinde! História, lendas e curiosidades.


Ano de 1670 o abade responsável pelas adegas da Abadia de Hautvilleres, teve sua curiosidade aguçada por conversas dos viticultores em certos tipos de vinhos que fermentavam novamente após serem engarrafados.
Nos seus experimentos Dom Pérignon e Dom Ruinart, testaram garrafas mais fortes e com rolhas amaradas ao arame assim obtendo uma segunda fermentação nas garrafas sem que elas explodissem, o que sempre ocorria anteriormente, através do processo dos gases que estouravam as rolhas e arrebentavam as garrafas. 

 
Aqui nasce o vinho branco espumante que mais tarde é batizado com o nome de Champagne!
Na região histórica de Champagne, na área do nordeste da França, região administrativa de Champagne-Ardenne, cuja capital é Epernay


Mesmo sendo criado no final do século XVII, só no reinado de Luís XV (1710-1774), o Champagne ganhou a sua popularidade. Porém, foi durante a Revolução Francesa, que o Champagne realmente começou a ser uma bebida relacionada ao luxo e riqueza da corte francesa. Daí em diante, sempre que pensamos em comemorar ou festejar o brinde de champagne é praticamente indispensável. 
A tradição de brindar as celebrações com champanhe nasceu no mesmo lugar que deu origem à bebida. A catedral de Notre Dame de Reims, uma das principais cidades da região francesa de Champagne, foi palco das coroações de 29 reis da França entre os anos de 1027 e 1825.
Reims, Cidade do sagrado e do champanhe.


Depois do século 16, as coroações eram celebradas com o tilintar de taças e as borbulhas do vinho branco fabricado ali. Desde então, o champanhe passou a ser chamado de “bebida dos reis”.
O Champagne É produzido obrigatoriamente à base apenas das uvas chardonnay, pinot noir e pinot meunier, e se tornou "rei dos vinhos".


Curiosidades
Madame Pompadour, que exaltava a bebida, dizendo que a origem do formato das taças usadas para se tomar o vinho foi inspirada fabricada segunda a lenda no formato do molde dos seus seios.
As primeiras embalagens em garrafas de cristal puro são de origem da marca Champagne Cristal.
O champanhe foi à bebida favorita do rei Frances, Rei Sol Luiz XIV, o que foi espalhado por todas assa cortes reais da Europa tornando-se assim um habito.
Na Rússia, no final do século XVIII, no reinado da imperatriz Elizabeth, o champanhe superou o vinho húngaro Tokay tornando-se assim a bebida oficial para os brindes.
Frederico I, da Prússia, adorava champanhe. Uma vez perguntou se alguém podia explicar porque o vinho era efervescente. Solicitaram ajuda da Academia em Berlim e os cientistas queriam 60 garrafas para fazerem algumas experiências, ao que o rei enfurecido respondeu: "Não vejo porque eles devem beber meu vinho. Prefiro passar a vida sem saber por que borbulha do que abrir mão de uma só gota!".
Origem do Brinde.

Aonde surgiu a origem do ato de brindar! Através da história encontramos diversas versões, relato algumas delas:
Fatos constam que sua origem foi no século IV A.C. Na época da Roma antiga quando monarcas nobres queriam assassinar algum inimigo envenenavam suas taças. Então nos banquetes os anfitriões chocavam com força suas taças com seus convidados fazendo com que o liquido passasse de uma para outra, e mostrava-se assim que a bebida não tinha veneno, pois faziam o brinde bebiam o mesmo. Acredita-se que o hábito de propor “saúde” tenha essa mesma origem.
Gregos e fenícios erguiam suas taças como uma oferenda simbólica aos deuses para saciar sua sede. 
Os romanos adotaram um hábito semelhante, onde derramavam um pouco da bebida no chão.
Roma antiga o vinho tinha sua fama de serem desfrutados todos os sentidos: tato, ao abrir a garrafa e envolver a taça em nossas mãos, olfato quando apreciamos os aromas, visão através das diversas colorações dos vinhos e paladar. Assim audição entrou neste universo já que o tilintar das taças, dá o sentido ao gozo da bebida. Hoje brindamos em sinal de comemoração, após normalmente uma felicitação a alguém ou a alguma ocasião. Após o brinde leve a taça ao alto oferecendo a todos, depois o gole é necessária para selar o brinde, antes de colocar a taça a mesa.
É no brinde que a gente melhor executa o teste dos cinco sentidos humanos instigados pelo vinho.

Ao levantarem suas taças de vinho, os povos antigos faziam uma oferenda simbólica a seus deuses. Esse gesto encerra um ritual antes de se provar a bebida, mas integra todo um cerimonial em torno dela.
São varias as versões para origem do brinde, historicamente, se popularizou no século 16, na Inglaterra. Lá o ritual de brindar estava ligado ao alimento. Eles tinham o hábito de colocar pão torrado no cálice e ao brindar à saúde de alguém, tinha-se que tomar todo o vinho para comer aquela torrada. Daí origem da "toast" (torrada) ao brindarem.
Hoje brindamos em sinal de comemoração, após normalmente uma felicitação a alguém ou a alguma ocasião. Após o brinde leve a taça ao alto oferecendo a todos, depois o gole é necessária para selar o brinde, antes de colocar a taça a mesa.


É no ato de brindar que testamos todos os nossos cinco sentidos.
As formas mais famosas de propor um brinde são:
Alemão: Prost 
Albano: Gezuar
Armênio: Genatzt
Austríaco: Prosit 
Belga: Op uw gezonheid 
Bósnio: Zhee-vi-lee 
Português do Brasil: Saúde 
Catalão: Salut
Tcheco: Přípitek 
Chinês: Ganbei 
Coreano: Kong gang ul wi ha yo
Croata: Nazdravlje Zhee-ve-lee (Naz-dra-vlee)
Egípcio: Fee sihetak
Eslovaco: Na zdravie (Naz-drah-vee-ay)
Estoniano: Tervist
Francês: Santé
Filipino: Mabuhay
Finlandês: Kippis (Kip-piss)
Galês: Iechyd da
Havaiano: Okole malune
Hebraico: L’Chaim
Húngaro: Kedves egeszsegere
Holandês: Proost o Geluch
Indiano: A la sature
Inglês: Cheers
Italiano: Salute ou chin chin
Japonês: Kampai
Latim: Salutem
Lituano: I sveikas
Macedônio: Na zdravye
Mongol: Eruhi mehdiin toloo
Neo-zelandês: Kia ora
Norueguês: Skal
Português de Portugal: À vossa
Islandês: Skál
Polonês: Na zdrowie
Romeno: Noroc
Russo: Na zdorovje (falado em algumas regiões)
Sueco: Skal
Tailandês: Chok dee
Turco: Şerefe Sher-i-feh
Ucraniano: Boodmo
Vietnamita: Dô (Jou)

Um brinde de Feliz Natal!  Um Borbulhante ano de 2016
Aqui uma pequena seleção de alguns espumantes nacionais premiados pelo mundo no ano 2014. 

Decima Espumante Brut Branco 2014
Marcus James Espumante Brut
Aurora Espumante Brut
Monte Paschoal Espumante Moscatel
Casa Valduga Espumante Brut 2011
Ponto Nero Espumante Brut
Miolo Millésime Espumante Brut 2009
Gran Legado Espumante Charmat Brut
Zanotto Espumante Brut
Casa Valduga Espumante 130 anos
Casa Valduga Espumante Gran Reserva Extra Brut
Salton Espumante Brut Reserva Ouro
Espumante Valmarino & Churchill Prestige Brut Nature
Chandon do Brasil-Excellence Cuvée Prestige - Charmat
Marson - Champenoise e charmat
Santa Augusta - Espumante Santa Augusta Brut Rosé
Cave Geisse Espumante Nature Metodo Tradicional
Cave Geisse Espumante Brut  Método Tradicional





SANTÉ! 



Edição de Texto e fotos:  Leila Bumachar
Pesquisa e Fotos: http:
htpt.wikipedia.org/wiki/Champanhe
http://revistadonna.clicrbs.com.br/notici

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Tops 10 pela Wine Spectator 2014


A cada ano, desde 1988, Wine Spectator ,prestigiada revista norte-americana especializada em vinhos,editam sua lista Top 100. A seleção prioriza a qualidade, com base em pontuação, valor com base no preço e disponibilidade com base no volume de fabricado ou importado. Estes critérios foram aplicados para determinar o Top 100 entre os mais de 5.400 vinhos analisados.


Aqui a lista dos Tops 10 pela Wine Spectator! do primeiro ao decimo!


Dow's
Vintage Port 2011
Região Portugal
A vila de Pinhão no Vale do Douro, Portugal é um bairro tranqüilo em um cenário deslumbrante. De margens de o rio subir alguns dos vinhedos mais belos de Portugal, subindo as encostas íngremes em uma série de terraços rochosos. Esta é a terra natal do Porto, o vinho de sobremesa fortificado que durante séculos foi classificada como um dos maiores tintos-os do mundo doce.
Em 2011, o Porto subiu às alturas notáveis ​​de qualidade, com alguns viticultores declarando-o o melhor do vintage em 50 anos. Vinte e cinco Portos Vintage 2011 marcou 95 pontos ou mais na escala de 100 pontos Wine Spectator 's.
O vinho vem da família Symington, que faz Porto desde 1882 e é o maior proprietário de terras do Douro, com cerca de 2.400 hectares, distribuídos por 26 quintas. 
Mollydooker
Shiraz McLaren Vale Carnival of Love 2012
Região: McLaren Vale, Austrália
Fundadores Sparky e Sarah Marquis tem um estilo de produção de agradar a multidão que enfatiza sabores ousados. Este vinho tinto é composto por uma seleção barril de alguns dos tops Shiraz da Gateway Vineyard e termina sua fermentação em 100 por cento barricas novas de carvalho americano.
A família Marquis, enólogos de longa data respeitado na Austrália, sobreviveu perto da ruína financeira para construir Mollydooker, uma das marcas mais populares da Austrália em os EUA .


Douro Chryseia 2011
Região: Douro Portugal
O projeto Chryseia começou em 1998, quando a família Symington parceria com o ex-proprietário Château Cos-d'Estournel de Bruno Prats produzir uma alta qualidade de vinhos de mesa do Douro.O 2011 Chryseia é a sua versão maior pontuação ainda, equilibrando elegância e poder no melhor do vintage em uma geração para esta região. O vinho é uma mistura de duas variedades indígenas, Touriga Nacional e Touriga Franca, provenientes das vinhas da Quinta de Roriz e Quinta da Perdiz, e é envelhecido em 100 por cento barricas novas de carvalho francês. 




Quinta Do Vale Meão
Douro 2011
Região: Douro Portugal
Localizado na região superior Douro de Portugal, Quinta do Vale Meão está produzindo vinhos elegantes. Sua 2011 Douro é uma mistura de uvas portuguesas nativas Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Barroca e Tinta Roriz, todos provenientes de vinhas single-variedades. 


















Leeuwin
Chardonnay Margaret River Art Series 2011
Região: Western Austrália
Icônica Art Series Chardonnay da Leeuwin registra de maneira consistente na faixa clássica. , Sabores complexos maduros são suas marcas graças à vinha em Margaret River, na costa oeste do país, que média de 39 anos de idade. Leeuwin foi fundada em 1974 pela família Horgan, e lançou sua primeira safra comercial em 1979.





















Castello di Ama
Chianti Classico San Lorenzo Gran Selezione 2010
Região: Toscana, Itália
Enólogo Marco Pallanti cultivou esta propriedade um Chianti Clássico desde 1982, as suas vinhas, produzindo aclamados vinhos de um único vinhedo. San Lorenzo é um pequeno vale, com 50 hectares de vinhas plantadas em uma mistura de calcário e argila a uma altitude de 1.650 pés. O 2010 é de 80 por cento Sangiovese, Malvasia Nera e com Merlot.
Chianti Clássico tem sido um bem conhecido e popular vinho da Toscana, mas a sua reputação de qualidade defasada há anos. Um dedicado grupo de viticultores liderado pela Castello di Ama Marco Pallanti e Lorenza Sebasti Pallanti trouxeram novo prestígio à região com o objetivo de fazer Sangioveses de alta qualidade expressivas do terroir de Chianti Clássico. 













Clos des Papes,
Châteauneuf-du-Pape 2012
Região: Sul do Vale do Ródano, França
Clos des Papes tem uma longa história de realização, no entanto, atual proprietário Vincent Avril levou para alturas ainda maiores. Ele trabalha organicamente tanto quanto possível resultando em vinhos elegantes. Grenache domina seguido por Mourvèdre e Syrah.
De Châteauneuf-du-Pape Vincent Avril adere a uma fórmula simples para o Clos des Papes: Com o 2012 do vintage ele mais uma vez definir o ritmo no Vale do Ródano do Sul. 
















Brewer-Clifton
Pinot Noir Sta. Rita Hills 2012
Região: Santa Barbara, Califórnia
Greg Brewer e Steve Clifton têm mantido um estilo consistente em quase 20 anos de vinificação. Pinot Noir mostra o frescor da fruta e destaca ainda mais a Sta. Denominação Rita Hills, que é particularmente frio e ventoso ajudam a dar este 2012 grande densidade de cores e sabores concentrados.
Estação de crescimento de 2012 para Califórnia Pinot Noir foi excelente, embora as chuvas colheita resultassem em qualidade variável. Esses viticultores que escolheram as suas uvas apenas no momento certo, no entanto, fez maduros, vinhos complexos.














Concha y Toro 
Cabernet Sauvignon Puente Alto Don Melchor 2010
Região: Maipo, Chile
Em 2010, Puente Alto, viu uma temporada um pouco mais fria do que o normal.
Enólogo Enrique Tirado usando o tempo a seu favor, permitiu que as uvas Cabernet Sauvignon, cultivadas em solos aluviais, para durar nas vinhas mais longas do que o habitual. Resultou no elegante do carro-chefe Don Melchor. Misturado com 3 por cento Cabernet Franc, o vinho estagiou em barricas de carvalho francês durante 15 meses. Concha y Toro, de propriedade da família Guilisasti, é a maior empresa de vinhos do Chile.

















Château Léoville Las Cases
St. Julien 2011
Este Bordeaux Cabernet Sauvignon, que representa a maior parte da herança de quase 240 hectares, de um excelente padrões rigorosos de viticultura pelo proprietário Jean-Hubert Delon.
A mistura é de 76 por cento Cabernet Sauvignon, Merlot 12 por cento e 12 por cento Cabernet Franc, este último um percentual bastante elevado para o Médoc, mas diretor técnico Michael Georges acredita que empresta elegância ao Cabernet Sauvignon e acrescenta profundidade ao Merlot.


















Edição do Texto
Leila Bumachar
Fonte de Dados e Fotos
http://2014.top100.winespectator.com