quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Olé Sangria, Olé Verão!


Sangria originalmente chamada de Sangaree, nomenclatura do século 19 na Espanha. 
A palavra espanhola "sangre", que significa "sangue" em razão da sua cor vermelha escura, nesta época remota a receita clássica elaborada de vinho tinto, água, açúcar e suco de limão.
Outras hipóteses sugerem uma derivação do sangue-cinza das Antilhas ou em Inglês "sangaree" que derivados "sangria", sempre em referência à cor de sangue da bebida.


Bebida de origens controvérsia, com algumas fontes históricas cujos relatos de que a sangria não seria originaria da Espanha, mas sim da América do Sul ou da América Caribenha.
Assim podemos constatar que sua origem não é exatamente conhecida, porem a sangria continua a ser uma parte fundamental da cultura espanhola.
É no século XIX que encontramos as primeiras notas com referência a sangria,  todas em relação às Américas.


A sangria é consumida pelo menos desde a primeira década do século XIX, no Equador.  Com a grande imigração espanhola entre 1860 e 1960 na Argentina e Paraguai, passa a ser bastante consumida em razão dos verões temperados do Hemisfério Sul.
“Diccionario del castellano” del padre Esteban Torres, escrito en 1788, : “Bebida inventada por los ingleses que se toma mucho en las colonias inglesas y francesas de América”.
Mencionado na Enciclopédia Dicionário de Ciências, Artes e Ofícios de Diderot, publicado em 1765: Sang-GREY é que a chamada francesa na América, uma bebida que o Inglês inventou, e que está muito na moda para Françoise Antilhas. Esta bebida é feita com vinho da Madeira, açúcar, suco de limão, um pouco de canela, noz-moscada e torrado côdea de pão; passamos o licor através de um pano fino, e é um dos mais agradáveis de beber (DJ). 


Em 200 AC. BC, os romanos ampliaram sua conquista no território da Espanha. Com esta conquista e estabelecidos na área, verificam que o clima de sol escaldante da região servia muito bem para o cultivo da casta vermelha, inicia-se assim o plantio de vinhas em abundancia em consequência começa um importante comércio de vinho.
Na Idade Média, a água é considerada perigosa para consumo sendo adequada para banhos, cavalos e uso domestico. A exposição a doenças era abundante originaria da água, deste modo a maioria das famílias elabora o seu próprio vinho pela fermentação de frutas locais tornando um líquido fortificado, onde as bactérias não podem crescer. E para não persistir o sabor do "vinho de mesa ruim", muitos vão adicionar temperos, especiarias. Surge então a primeira receita de Sangria através dos tempos.


Nos Estados Unidos, Sangria foi experimentada pela primeira vez na Feira Mundial de 1964 em Nova York. A área Mundial espanhola serviu este vinho frutado aos seus visitantes
O regulamento em vigor desde 1991 reconheceu que a sangria é uma bebida relacionada com a Espanha e Portugal, esta inovação dá proteção legal aos agricultores e reconhece a singularidade da espanhola Sangria.
Hoje, a sangria típica continua a ser a bebida alcoólica de Espanha e Portugal, além da União Europeia reconheceu 14 de janeiro de 2014 que a sangria poderia ser de Espanhol ou Português dando o nome de denominação de origem protegida sangria produzida exclusivamente nestes dois países.


Sangria é um símbolo de hospitalidade e simpatia, geralmente servida como aperitivo, mas também pode acompanhar longas conversas com amigos em volta de uma mesa. Este aperitivo preparado com vinho tinto, açúcar, frutas e especiarias, e por vez adicionada a água com gás ou limonada, nos dias atuais se utiliza a do mercado já pronta.


Na preparação da sangria, a maceração é um passo importante. Manter a sangria em local fresco durante processo de maceração. Sangria preparada em minutos tendem a ter um aroma predominante de vinho, ocultando os aromas e sabores das frutas. Os frutos base são laranjas e limões, mas todos os tipos de variações são possíveis se quiser utilizar as frutas da estação vigente.  As especiarias são geralmente a canela e baunilha. Vinho licoroso é geralmente adicionado, o conhaque, o Cointreau, ou rum branco.
É importante beber dentro de 2 horas, para evitar alterações das características do vinho e a da fruta na fermentação pela ação de açúcar e álcool.



Cada bar, restaurante, ou em casa, cria-se atualmente sua própria receita de sangria. Sempre com um vinho tinto, branco ou um espumante, conhaque, frutas frescas, algumas especiarias e gelo. Sangria uma bebida particularmente individualista, tem de ter o toque pessoal, aquele que elaboramos porque apreciamos e vamos sentir prazer na apreciação alheia. Alquimia, diversão e prazer nas noites quentes de verão.

 Sangria clássica
Ingredientes
2 garrafas de vinho tinto Rioja (750 ml)
3 oz Curaçao
brandy 2 oz
Suco de uma laranja
Suco de um limão
Xarope de cana 4 oz
1 litro club soda
6 fatias finas de laranja
6 fatias finas de limão

Branca Sangria ou Sangria Blanca.
750 ml (1 garrafa) Vinho Branco
1 ½ xícaras de rum branco
1 ½ xícaras de suco de laranja
½ xícara de açúcar branco
1 limão, limão e laranja
Opcional: Seleção de frutas a gosto.
Encher com qualquer vinho espumante ou limonada.







Edição de texto:
Leila Bumachar
Dados e fotos :
http://www.casatv.ca/a-table/sangria
http://www.drinkavenue.com
http://pnmohican.pagesperso-orange.fr
http://www.ibercampus.fr
http://lavraierecette.fr/la-
https://fr.wikipedia.org/wiki/Sangria
https://www.bing.com/images
https://www.google.com.br/search
https://theferventshaker.wordpress.com
















segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Origem da Galette des Rois / Dia de Reis.

Origem da Galette des Rois / Dia de Reis.


Diz a tradição que foi nesse dia que os Reis Magos viram a Estrela de Belém no céu, e foram ao encontro de Jesus que havia nascido há pouco. Segundo a Bíblia, tendo Jesus nascido em Belém, no tempo do Rei Herodes, os Magos do Oriente chegaram a Jerusalém perguntando: "Onde está o Rei dos Judeus, recém-nascido? Vimos sua estrela e viemos adorá-lo".

Adoração dos Magos por Bartolomé Esteban Murillo, século XVII
J-BGreuzeGateauRois

A Epifania representa a manifestação de Jesus Cristo como o enviado de Deus Pai, quando o filho do Criador dá-se a conhecer ao Mundo. Na narração bíblica Jesus deu-se a conhecer a diferentes pessoas e em diferentes momentos, porém o mundo cristão celebra como epifanias no dia 6 de Janeiro, numa festa conhecida como Dia de Reis.
No sentido literário, a "epifania" é um momento privilegiado de revelação, quando acontece um evento ou incidente que "ilumina" a vida da personagem.
“Galette des Rois” é uma torta feita à base de massa folhada e recheada de compota de frutas ou de pasta de amêndoas, tradicionalmente, feita para celebrar a Epifania do Senhor, festa religiosa cristã que celebra a chegada de Cristo ao Mundo e as homenagens feitas pelos Reis Magos.

O bolo tradicional celebração da Epifania, em França e Quebec é vendido na maioria das padarias durante o mês de janeiro. 
Existem duas versões: no norte da França e no Quebec o bolo chamado galette des rois.
Ela possui muitas variações, mas geralmente é feita de massa folhada, coberta com geleia ou cremes de amêndoas, de chocolate.
A história da origem dessa torta é um pouco controversa, mas resumindo, escondia-se uma fava de feijão dentro da torta e quem encontrasse seria nomeado “Rois Du jour“, ou rei por um dia, e teria seus desejos atendidos.
A tradição foi mudando com o tempo e se popularizando, as favas foram trocadas por jóias e objetos de porcelana, e hoje são mais comuns os objetos de plástico.

As tortas são comercializadas junto com coroas para que os reis e rainhas da noite sejam coroados. A galette tradicional sem estatueta ou coroa é servida no Palácio Elysée, em janeiro

Um pouco de feijão era tradicionalmente escondido nele, um costume tirado da Saturnalia no Império Romano: aquele que tropeçou no feijão foi chamado de "rei da festa". No galette des Rois, desde 1870 o feijão foram substituídos pela primeira vez pela porcelana, atualmente por plástico de estatuetas. 

Dia de Reis em Portugal
Portugal Bolo Rei, receita é da França, que encontra o seu caminho para Portugal durante o século 19, quando Confeitaria Nacional aberta como padaria oficial da monarquia Português em 1829. A Confeitaria Nacional foi o primeiro a introduzir essa receita para o país.

Bolo Rei em países de língua espanhola

Os Roscón de Reyes em Espanha ou Rosca de Reyes na América Latina é tradicionalmente consumido em 6 de janeiro, durante a celebração dos magos Dia de los Reyes, o "Dia dos Três Sábios".
Na maior parte da Espanha, México e em comunidades latinas nos Estados Unidos, este é o dia em que as crianças recebem presentes dos Três Reis Magos.
A rosca de reyes tem uma forma oval para simbolizar uma coroa. 
Para a decoração, as pessoas às vezes usam frutas secas e cristalizadas, como figo, marmelo ou cerejas. O fruto simboliza as muitas joias que na coroa estariam presentes. A tradição de colocar um adereço a estatueta do Menino Jesus  no bolo é muito antiga. 

O bebê Jesus, quando escondido no pão, representa a fuga de Jesus, fugindo do rei Herodes plano maligno para matar todos os bebês que poderia ser o Messias profetizado. Quem encontrar o bebê Jesus estatueta é abençoado e deve levar a estatueta para a igreja mais próxima em 2 de fevereiro, dia da Candelária /Día de La Candelária.




No Brasil por ser uns pais de tradição católica, se comemora também o dia de Reis/6 de Janeiro. Restaurantes e hotéis que tem chefes franceses ou confeitarias portuguesas espalhadas pelas grandes cidades, produzem a galette de róis e o bolo rei. 








Edição de Texto e fotos : Leila Bumachar
Pesquisa: http://www.avidafrancesa.com/hoje-e-dia-de-comer-a-galette-des-rois/ http://duasdelicias.wordpress.com/2012/01/06/dia-de-reis-na-franca-epiphanie-e-galette-des-rois/ http://en.wikipedia.org/wiki/King_cake http://www.fiche-maternelle.com/recette-galette-des-rois.html

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Vale de Colchagua Viticultura / Tradição: Avant-Première Viñas de Colchagua.

Vinhos hoje premiados com destaque mundial tornaram a degustação e a prova desta seleção um evento da maior importância na ‘Avant-Première Viñas de Colchagua’.
No mês de novembro mais uma vez com a impecável organização de Alessandra Cassolato da CH2A Comunicação, no elegante mundialmente conhecido o Copacabana Palace Hotel, Avenida Atlântica, Rio de Janeiro local escolhido pela Associação Viñas de Colchagua para apresentação de uma Masterclass seguida de aula/Tasting, uma seleção magnífica de 15 Red Blends. Com mediação e apresentação do especialista em vinhos Marcelo Copello, e a interlocução dos enólogos representando suas vinícolas, que hoje compõe a AGV, tivemos desde uma narrativa histórica sobre a tradição familiar e o vinhedo, seguindo para o desenvolvimento e produção encerrando com perfeita degustação dos vinhos selecionados para o Tasting. 
Vale de Colchagua ou, Colchagua Valley significa “vale de pequenas lagoas”, tem no seu histórico tradições muito interessante que enriquecem a cultura local. No Vale que está localizado na zona central do Chile, é banhado pelo rio Tinguiririca e encontram-se as duas cidades mais importantes da região San Fernando e Santa Cruz.
As maiorias das vinícolas estão concentradas no centro do vale, apesar de novas plantações estão estendendo-se para as encostas e oeste em direção ao mar. As primeiras vinhas que incorporam variedades importadas de França foram plantadas em Colchagua em 1870.
Esta região de solos de argila, granito decomposto aonde o clima mediterrâneo faz florescer belas castas de Cabernet encorpado, Carménère, Syrah e Malbec. Seu clima privilegiado que aliado ao uso de tecnologia de ponta e criatividade humana permitiram que a indústria vitivinícola desenvolvesse a produção de vinhos que alcançaram os melhores padrões mundiais.
Tal como acontece com muitas das regiões vinícolas do mundo, as encostas íngremes nas bordas das montanhas costeiras estão provando serem os lugares mais desejáveis ​​para a viticultura, aonde as vinhas podem tirar proveito da luz do sol predominante e também os solos graníticos e livres - drenagem que levam um rendimento menores de bagas porem com alta com uma alta concentração de sabores.
 
O Vale do Colchagua hoje pode se considerar um dos destinos turísticos para os amantes de vinhos dos mais importantes do mundo. Conhecido por suas belas colinas cobertas de vinhedos, videiras cem anos de idade, casas de fazenda no estilo colonial e vinícolas modernas de alta tecnologia.
O Chile ao longo da ultima década vem se colocando num patamar muito importante no mercado mundial do vinho, e nenhuma outra região teve melhor produção na categoria mundial de vinhos tintos do que Vale do Colchagua, nomeado "Melhor Região do Vinho do Mundial de 2005" pela Wine Enthusiast.
A relação entre Brasil e Chile representa um êxito grande na indústria de vinhos. O Brasil ocupa a 5ª posição no ranking de exportações de vinho chileno e o Chile lidera o mercado de vinhos importados no Brasil desde 2002. Sebastián Bisquertt, presidente da AGV.
Colchagua Vineyards Associação/AGV hoje é composta das seguintes vinícolas: Bisquertt, Casa Silva, Lapostolle, Montes, Los Vascos, Santa Cruz, Siegel, Cone Sul, Santa Helena, Viu Manent, Luis Felipe Edward, Montgras e Santa Rita.
Neste vale encontra-se a conhecida Rota do Vinho Colchagua ou Ruta del Vino de Colchagua, que inclui 13 adegas produtoras de vinhos tintos e brancos, reconhecidos internacionalmente por sua excelente qualidade. É o primeiro circuito de turismo do vinho criado no Chile no ano de 1996. Associação Viñas de Colchagua foi ponto inicial para que esta região vinícola difundisse e promovesse: Denominação de Origem Valle de Colchagua.


Fundada em 1976, Vina Luis Felipe Edwards é inegavelmente uma das vinícolas mais progressistas do Chile. Investindo sempre em terras, tecnologia e pessoas, exporta para mais de 40 países. Luis Felipe Edwards continua sendo uma operação de gestão familiar, permitindo maior controle para garantir que o nome da marca LFE como sinônimo de qualidade e os valores familiares tradicional.
Vinho degustado: LFE 900 Single Vineyard 2012

Fundada em 1994, atualmente detém a 100% pelo grupo Marnier Lapostolle. A família, fundadores e proprietários originalmente vinicultores do Vale do Loire, com objetivo simples como é ambicioso: criar vinhos de classe mundial usando perícia francesa e a excelente terroir do Chile. Maior revelação descobrir que um bom número de vinhas muito velhas ainda estavam crescendo nas vinhas. Estes cortes originais foram trazidos da França no século passado e chegou ao Chile antes da filoxera. Lapostolle é distribuída em mais de 70 países.
Vinho degustado: Clos Apalta 2006
Vinhedos na localidade de Palmilla, Colchagua, VI Região do Chile, representam o testemunho concreto do desenvolvimento e do desejo de fazer coisas certas que sempre caracterizaram os irmãos Gras, Hernán e Eduardo, junto com parceiro Cristián Hartwig. MontGras. Tecnologia state-of-the-art em todos os seus processos estabelecido desde a sua concepção a adega produzindo os melhores vinhos Premium da Chile.
Vinho degustado: Ninquén 2011
Família Echeñique, de origem basca, plantou vinhas na área de Peralillo da província de Colchagua por volta de 1750 e, no século 19; As primeiras uvas francesas foram plantadas no Vale do Colchagua de Cañeten em 1850, As primeiras exportações de vinhos para a Europa teve lugar em 1877. Desta maneira gradualmente os “Cañetenes” construíram uma boa reputação.
Vinho degustado: Le Dix 2011
Localizado em um dos mais próximos pontos para a costa, no bairro de San Pedro da Região Metropolitana. Ele foi desenvolvido sob os conceitos de eficiência, de alta qualidade e tecnologia de ponta. Cuidado ecológico tem sido a chave no espírito no qual a adega foi concebida. Situado na região Lolol de Colchagua, o alastrando Santa Cruz Winery foi lançado em 2006 pelo empresário local, Carlos Cardoen.
Vinho degustado: Pangea 2007
Num agradável passeio de teleférico sobre as vinhas transporta os visitantes ao topo de uma colina representações de habitação dos grupos indígenas Mapuche, Aymara e Rapa Nui aqui no Chile. As vinhas são charmosas com lhamas e um Moai (Ilha de Páscoa) estátua falso. Pequeno observatório da vinícola possui o mais poderoso telescópio no Chile fora de observatório astronômico do Chile.
Vinho degustado: Tu Pu Ed Ltda 2008
Alberto nasceu em Santiago em 1946, de terceira geração no Chile de uma família alemã. Seu pai, Don Germán, foi um viticultor que passou a maior parte de sua carreira na frente das vinhas de Viña San Pedro como corretor vendendo a produção de pequenos proprietários para as grandes vinícolas chilenas. Ele logo se tornou o corretor chileno mais importante neste campo, posição que ele mantém até hoje.
Vinho degustado: Siegel Unique Selection 2012
A primeira atividade da vinha começou em 1987. Em 1988, mais dois sócios originais juntaram-se, Alfredo Vidaurre e Pedro Grand, cada uma com as suas, pontos de vista qualificados e, portanto, Viña Montes foi formalmente nascido, inicialmente sob o nome Descubra Wine Ltda., Uma saga que tem feito Chile internacionalmente conhecido em 75 países, proporcionando grande reconhecimento e aclamação.
Vinho degustado:Purple Angel 2007

Um dos principais objetivos do Bisquertt é pelos seus vinhos para refletir com integridade o terroir desde o plantio até o processo de engarrafamento e rotulagem dos seus vinhos, comprometida com a qualidade superior de todos os seus produtos, apoiando a tempo, a denominação "Colchagua" da origem. 100% das uvas que usamos vêm de nossos próprios vinhedos em Las Garzas, Chomedahue, Lihueimo, Rinconada, Casas Viejas, El Rulo e Trinidad.
Vinho degustado: Tralca 2011
Viu Manent é uma vinícola chilena familiar que foi fundada em 1935. A vinícola começou por comercializar vinhos comprados de outros fornecedores e engarrafado sob a sua própria marca. 1966 Miguel Viu Manent realizou seu sonho de produzir seus próprios vinhos, adquirindo as vinhas velhas Hacienda San Carlos de Cunaco e adega no coração da região vinícola de Colchagua Valley. Nos últimos 75 anos, anos desenvolvendo um comércio e contínuo compromisso com a excelência e qualidade dos seus vinhos tornou a vinícola um dos produtores mais ilustres do Chile, exportando seus produtos para os cinco continentes desde o início de 1990.
Vinho degustado: El Incidente 2010- Tercera Edición
A família Lurton uma geração inteira dedicada ao vinho. Sempre tiveram idéias revolucionárias para os padrões conservadores franceses, faz experimentos com uvas pouco tradicionais em regiões novas, defendem o uso do Screwcap, lançam mão de design arrojado misturado à cultura regional para promover seus vinhos. Decidiram então produzir vinhos de qualidade, mas com preços acessíveis, recorrendo a regiões secundárias em ascensão em países como o Chile.
Vinho degustado: Alka 2012 
De Santa Helena foi fundada na década de 1940. Após 60 anos no negócio hoje se encontram entre os dez maiores exportadores de vinho chileno com uma sólida rede de distribuição. A principal adega onde os vinhos Premium são produzidos está em San Fernando, no coração do Vale de Colchagua. Ali são desenvolvidos os vinhos em uma área privilegiada, rodeado por hectares de vinhas mais de 90 anos de idade. 

Todos os vinhos produzidos pela Casa Silva são aprovados por unanimidade dos cinco membros painel de degustação da vinícola composto por Mario Silva Cifuentes (presidente da empresa), e seus dois filhos, Mario Pablo e Gonzalo Silva, juntamente com Mario Geisse (Diretor Técnico e Enológica) e José Ignacio Maturana (Enólogo). Esta forma já tradicional mantém esta vinícola no seu mais alto patamar de qualidade.
Vinho degustado: Microterroir Los Lingues  2008



 

 
 


























Edição de texto / fotos
Leila Bumachar
Pesquisa de dados:
www.ch2a.com.br.com.br  
www.rutadelvino.cl/nuestra-empresa
chile.travel/pt-br/aonde-ir/vale-de-colchagua 
www.winesofchile.org/chilean-wine/wine-regions/colchagua-valle