quinta-feira, 22 de maio de 2014

O XIV Concurso de Vinhos da Península de Setúbal




O XIV Concurso de Vinhos da Península de Setúbal, promovido pela Comissão Vitivinícola da Região, com o apoio da Caixa de Crédito Agrícola de Entre Tejo e Sado premiou 25 vinhos com a  Medalha de Ouro na categoria IG Península de Setúbal e DO Palmela e  dois receberam Medalha de Ouro na categoria DO Setúbal. Os grandes vencedores, que receberam o galardão de Melhor Vinho  foram: o Moscatel Roxo José Maria da Fonseca 20 Anos que amealhou dois dos mais ambicionados troféus - o Melhor Vinho e o Melhor Vinho Generoso. O júri, composto por técnicos das várias regiões vitivinícolas portuguesas, Associação Portuguesa de Enologia, Associação de Escanções de Portugal e ASAE, imprensa da especialidade e representantes da restauração, elegeu ainda como Melhor Vinho Tinto o Ameias 2013, Syrah; Melhor Vinho Branco o Adega de Pegões 2013, Chardonnay Arinto e como Melhor Vinho Rosado o Vale dos Barris 2013.  O resultado foi divulgado sexta-feira, dia 16 de Maio, em Palmela.

Pela primeira vez em catorze edições não houve medalhas de prata. Henrique Soares, Presidente da Comissão Vitivinícola da Península de Setúbal explica que “o concurso segue as diretrizes da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), que estipulam uma percentagem máxima de prêmios em relação ao número de referências concorrentes, neste sentido a pontuação dos vinhos premiados ditou que as medalhas fossem exclusivamente de ouro. Um fato que nos deixa ainda mais conscientes de que a qualidade dos nossos vinhos está cada vez mais elevada”. 

A Comissão Vitivinícola Regional da Península de Setúbal tem como missão a defesa das DO Setúbal e Palmela e IG Península de Setúbal, bem como a aplicação da respectiva regulamentação, o fomento e controle dos vinhos produzidos nas respectivas áreas geográficas e a garantia da sua origem, genuinidade e qualidade. Neste âmbito, o concurso de vinhos da região, promovido anualmente, apresenta-se como um evento de estímulo e valorização à produção de vinho na Península de Setúbal.



 LISTA DE PREMIADOS:

O MELHOR VINHO
José Maria da Fonseca 20 Anos
Vinho Generoso | DO Moscatel Roxo
José Maria da Fonseca Vinhos, S.A.

MELHOR VINHO GENEROSO
José Maria da Fonseca 20 Anos
Vinho Generoso | DO Moscatel Roxo
José Maria da Fonseca Vinhos, S.A.









MELHOR VINHO TINTO
Ameias 2013 | Syrah
Vinho Tinto, Regional Península de Setúbal
SIVIPA – Sociedade Vinícola de Palmela, S.A









MELHOR VINHO BRANCO
Adega de Pegões 2013 | Chardonnay Arinto
SIVIPA – Sociedade Vinícola de Palmela, S.A.
Vinho Branco, Regional Península de Setúbal
Cooperativa Agrícola de Santo Isidro de Pegões, CRL









MELHOR VINHO ROSADO
Vale dos Barris 2013
Vinho Rosado, Regional Península de Setúbal
Adega Cooperativa de Palmela, CRL









MEDALHAS DE OURO:

Periquita Reserva 2011
Vinho Tinto, Regional Península de Setúbal
José Maria da Fonseca Vinhos, S.A.

Adega de Pegões 2010 | Colheita Seleccionada
Vinho Tinto, Regional Península de Setúbal
Cooperativa Agrícola de Santo Isidro de Pegões, CRL

Periquita Superyor 2009
Vinho Tinto, Regional Península de Setúbal
José Maria da Fonseca Vinhos, S.A.

Costa SW 2012 | Reserva
Vinho Branco, Regional Península de Setúbal
RESIGON- Companhia Agrícola e Gestão, S.A

Stanley 2011 | Reserva
Vinho Tinto, Regional Península de Setúbal
Fundação Stanley Ho

Contemporal Selection 2011
Vinho Tinto, Regional Península de Setúbal
Cooperativa Agrícola de Santo Isidro de Pegões, CRL

Catarina 2013
Vinho Branco, Regional Península de Setúbal
Bacalhôa - Vinhos de Portugal, S.A.

Adega de Pegões 2013 | Colheita Seleccionada
Vinho Branco, Regional Península de Setúbal
Cooperativa Agrícola de Santo Isidro de Pegões, CRL

Adega de Pegões 2013 | Verdelho
Vinho Branco, Regional Península de Setúbal
Cooperativa Agrícola de Santo Isidro de Pegões, CRL

Casa Ermelinda Freitas 2012 | Sauvignon Blanc
Vinho Branco, Regional Península de Setúbal
Casa Ermelinda Freitas – Vinhos, Lda

Vale dos Barris 2013| Moscatel
Vinho Branco, Regional Península de Setúbal
Adega Cooperativa de Palmela, CRL.

Contemporal Selection 2012
Vinho Branco, Regional Península de Setúbal
Cooperativa Agrícola de Santo Isidro de Pegões, CRL

Dona Ermelinda 2011 | Reserva
Vinho Tinto, DO Palmela
Casa Ermelinda Freitas – Vinhos, Lda

Malo Tojo 2012
Vinho Tinto, Regional Península de Setúbal
Malo – Tojo Estates, Lda

Vale da Judia 2013
Vinho Branco, Regional Península de Setúbal
Cooperativa Agrícola de Santo Isidro de Pegões, CRL

Dona Ermelinda 2013
Vinho Branco, DO Palmela
Casa Ermelinda Freitas – Vinhos,Lda

Casa Ermelinda Freitas2011 | Petit Verdot
Vinho Tinto, Regional Península de Setúbal
Casa Ermelinda Freitas – Vinhos, Lda.

Terras do Sado 2013
Vinho Tinto, Regional Península de Setúbal
.

Malo Platinum 2012 | Reserva
Vinho Tinto, Regional Península de Setúbal
Malo – Tojo Estates, Lda

Quinta da Mimosa 2011
Vinho Tinto, DO Palmela
Casa Ermelinda Freitas – Vinhos, Lda

Adega de Pegões 2011 | Syrah
Vinho Tinto, Regional Península de Setúbal
Cooperativa Agrícola de Santo Isidro de Pegões, CRL

Adega de Pegões 2010 | Alicante Bouschet
Vinho Tinto, Regional Península de Setúbal
Cooperativa Agrícola de Santo Isidro de Pegões, CRL

Terras do Pó 2013
Vinho Tinto, Regional Península de Setúbal
Casa Ermelinda Freitas – Vinhos, Lda.


Vale dos Barris 2011 | Syrah | Colheita Seleccionada
Vinho Tinto, Regional Península de Setúbal
Adega Cooperativa de Palmela, CRL.

Casa Ermelinda Freitas 2011 | Cabernet Sauvignon
Vinho Tinto, Regional Península de Setúbal
Casa Ermelinda Freitas – Vinhos, Lda.

MEDALHAS DE OURO (GENEROSOS):

Bacalhôa 2001
Vinho Generoso, DO Moscatel de Setúbal
Bacalhôa - Vinhos de Portugal, S.A

Bacalhôa 2002
Vinho Generoso, DO Moscatel Roxo
Bacalhôa - Vinhos de Portugal, S.A
























Ediçao de texto e fotos
Leila Bumachar
Fonte
Assessoria de Comunicação da CVRPS:
Andréa Fantoni (Brasil) e Isaura Costa de Andrade (Portugal)
Fotos
http://www.vinhosdapeninsuladesetubal.pt/CVRPS/Peninsula
www.facebook.com/vinhosdapeninsuladesetubal

domingo, 18 de maio de 2014

Glossário de Vinhos de Sobremesa e Vinhos Fortificados.




Glossário de Vinhos de Sobremesa e Vinhos Fortificados.

Amontillado - uma variação de Fino xerez. Ele está amadurecido pela primeira vez como um Fino, seguido por uma maturação oxidativo longo e lento. Resulta em um vinho com algumas características de sabor de Fino, mas muito mais escura na cor devido à idade.
Botritizadas - a maioria refere-se a vinhos que são feitos a partir de uvas afetadas pelo fungo Botrytis cinérea. 
Na sua forma mais benéfica, a condição também é conhecida como "podridão nobre". Os frutos afetados dividido, resultando numa perda de água o que cria um maior percentual de sólidos, especialmente açúcares. Isso resulta em vinhos ricos em açúcar residual e sabor concentrado. 
Colheita - um porto tawny de uma única safra. Em vez de mostrar o número de anos como 10-year-old, 20 anos de idade, e assim por diante, o rótulo vai dar o vintage.
Creme Sherry - um xerez adoçado artificialmente
Crusted Porto - nomeado para a crosta, ou depósito, que se desenvolve com a idade do vinho na garrafa. Estes vinhos são misturas de várias safras.
Fino - um estilo de xerez que é o mais seco e de cor pálida.
Ice Wine - vinhos produzidos a partir de uvas que foram naturalmente congeladas ainda na videira. A idéia é separar a água congelada durante a prensagem, deixando para trás um líquido com açúcares dissolvidos superior e outros sólidos que não congelar. 
Late Harvest - vinhos esquerda na videira mais tempo para atingir os níveis de açúcar mais elevados. 
LBV - Late Bottled Vintage. Um vinho do porto que é envelhecido em tonéis de madeira por mais de um Porto Vintage, o que melhora na garrafa.  LBVs pode ser filtrado ou não filtrado.
Manzanilla - um xerez amadureceu na cidade costeira espanhola de Sanlúcar de Barrameda. A característica distinta deste vinho é o seu salgado tang.
Noble - semelhante ao botritizadas. Uvas botritizadas, isto é, contaminadas com o fungo Botrytis cinerea. 
Oloroso - um Sherry oxidativamente envelhecida durante um longo período de tempo, resultando em um vinho escuro e rico
PX - representa a variedade de uva Pedro Ximénez. O xerez melado produzido principalmente a partir de uvas semi-secas.
Porto Ruby - um estilo barato feito por fermentação de vinhos de mais de um vintage e envelhecido por um curto período de tempo antes do engarrafamento. O objetivo é não só para manter a cor rubirico, mas também para preservar os sabores fortes das uvas
SGN - Sélection de Grains Nobles. A classificação de qualidade na Alsácia, que significa literalmente, selecione a colheita de bagas afetadas pela podridão nobre
Quinta Single Port vintage - uma especialidade da casa e um vinho do Porto de alta qualidade a partir de uvas provenientes de vinhas que normalmente produzem os frutos de Portos Vintage. 
Porto Tawny - um vinho do Porto envelhecido por um longo período em barris de madeira com algum contato de oxigênio (oxidação), resultando em um vinho que atinge uma cor marrom-dourado - daí o nome tawny. Na etiqueta, o nome de um vinho é freqüentemente precedido pela média de idade da mistura.
TBA - Trockenbeerenauslese. 'Seleção baga seca'. Estas uvas são deixadas na videira para o período mais longo de tempo, o que ajudá-los a alcançar um estado de passas-like - resultando em vinhos que são extremamente concentrados e doces. 
VDN - Vin Doux Naturel. Literalmente, um vinho com um alto nível de açúcar natural (residual), alcançado por fortificar o vinho antes da fermentação está terminada.
Porto Vintage - a melhor qualidade de vinho do Porto, feito apenas em anos excepcionais. Estes vinhos envelhecer em garrafa durante décadas.
VT - Vendange tardia. Uma classificação Alsácia significando vinhos feitos a partir de uvas colhidas tardiamente.  





Edição de texto e fotos
Leila Bumachar
Fontes e Fotos:
http://www.wine-searcher.com
http://www.iplay.com.br/Imagens
http://fr.freepik.com/vecteurs-libre
http://winefolly.com

terça-feira, 15 de abril de 2014

Nona Carmela Ristorante. Um Pedacinho da Itália no coração de Belo Horizonte!



Visitei um Pedacinho da Itália no coração de Belo Horizonte, localizado no charmoso bairro de Lourdes o Ristorante Nonna Carmela!




Uma idéia. Um desejo. E três amigos, três Chefs se juntaram para refazerem a historia de Nonna Carmela , e sua vera cucina italiana.





No clima familiar do restaurante os pratos são elaborados fruto dos livros de receitas das famílias dos sócios proprietários.



Nonna Carmela nasceu em Pisciotta, pequena cidade localizada no sul da Itália e chegou ao Brasil, precisamente em Belo Horizonte em  1924. Aqui em BH criou um pequeno comercio um armazém aonde suas delicias eram vendidas.



A aldeia de Pisciotta, aonde tem mil janelas para o mar esmeralda está  situado no topo de uma colina rodeada por antigas oliveiras, uma das mais belas aldeias na região do Mediterrâneo.
Uma cidade de uma beleza sóbria e austera, suas casas, suas ruas, seu folclore, eles falam sobre sua história inicial da cidade medieval.



E historia continua ... Uma geração apos outra de degustativas criações culinárias. 

Sra. Carmela é avó da sogra de Flávio Fantini (sócio) ,que dá nome a casa. Como uma boa italiana apreciava a convivência da mesa e da família, sua irmã de Anella Peluso foi mãe de uma geração de restaurateurs que abriram na cidade como Provincia di Salerno, Anella, Zia Pippina e Pippinela.

Mas seriam os famosos almoços da Nonna que a tornaram lendária,como polpeta servida antes do almoço, ao spagueti ao suco e a braciola.




Desta tradição o Trio de sócios chefes foram criando novos pratos, mas sempre com alma na tradicional cozinha italiana misto com produtos brasileiros.
Minicanelones de carne seca com molho de abóbora. 
Pana cotta com coulis de jabuticaba. 
Rosbife de filé ao molho de vinho tinto com purê de batata baroa ao perfume de trufas.
Na parte de massas, destaque para as que são produzidas no local, como a Lasanha della Nonna.







O Trio.... 
Dininho Ballesteros. Fundou há 28 anos a confeitaria Bendita Gula. Aluno do Humberto Passeado por 10 anos, e posteriormente por mais de 20 anos foi aluno da Dadeth. 
Desde 2011 ministra aulas de culinária e presta consultoria para empreendimentos na área de gastronomia.
Flávio Fantini. Por três anos cozinhou como chef convidado, no festival de Gastronomia de Tiradentes no bar da praça, fazendo comida de Boteco.
Matheus Ballesteros. Desde pequeno Matheus influenciado pelo seu pai conviveu no meio gastronômico, rico de surpresas e sabores.Sempre inclinado para áreas de criatividade, tem duas paixões: Desenhar e cozinhar.



 Rua Antônio de Albuquerque, 1.607 – Lourdes








Edicáo de texto
Leila Bumachar
Fontes e Fotos 
L. Bumachar Consultoria
http://divirta-se.uai.com.br/app/noticia/gastronomia
http://www.nonnacarmela.com.br








terça-feira, 8 de abril de 2014

A origem do Tiramisù ! Do Renascimento aos dias de hoje.




Neste universo de Gastronomia, há diversas lendas sobre origem de pratos, entradas e sobremesas, e uma delas é a origem desta inesquecível sobremesa Tiramisù!!!
Que quando  saboreada fica para sempre na memória.

O nome tiramisù em vêneto, tirame-sù; em italiano, tirami su, de tirare + mi + su: "levanta-me" ou "puxa-me para cima", assim chamado por ser muito energético.

Duas são as lendas mais famosas de sua origem:

A primeira que esta sobremesa foi elaborada nos finais do século XVI. Em homenagem o Duque da Toscana,  Cosimo III (1642 - 1723) da família Médici, quando foi chamada “Zuppa del Duca” ou sopa do duque.
Esta homenagem foi pensada por ocasião de sua chegada a cidade de Siena, para que o Duque de lá guardasse uma boa recordação da cidade e seu povo.
Os pasteleiros de Siena prepararam para a ocasião uma sobremesa com os ingredientes mais nobres, ou seja: O queijo mascarpone, chocolate, café.

Outra é que na época do  Renascimento se considerava o Tiramisù como um afrodisíaco potente, motivo pelo qual as venezianas o preparavam para os seus amantes ao cair da noite, para lhes proporcionar mais energia.
Apesar de sua história e origem terem muitas suposições, não existem documentações da sobremesa antes do ano de 1983.

Uma é vero!  É a sobremesa preferida do Papa Bento XVI.

De tão popular o Tiramisù continua a ser um dos símbolos da autenticidade e da simpatia italiano também conhecido como “Trifle Tuscan” Torta Toscana e “Zuppa Inglese” sopa inglesa. 
Tiramisú tradicional é geralmente composto de biscoitos molhados em licor, camadas de chocolate picado e massa doce feita com biscoito champanhe.



Mas a certa da sobremesa que ficou famosa em todo mundo  foi idealizada Le Beccherie . Um
restaurante familiar localizado na cidade de Treviso,Fundada em 1939.


Por motivos da situação financeira da Itália o restaurante cerrou suas portas em 30 de Março  de 2014.
Como atesta a Academia Italiana de Culinária, o doce ganhou seu formato ideal em 1972 depois de muitos experimentos realizados pela dona do restaurante, Alba Campeol, de 82 anos, e seu confeiteiro, Roberto Linguanotto.


Cerra as portas este restaurante fundado no fim dos anos 1930, mas que descende de uma hospedaria e de uma casa de carnes abertas no século no princípio do século XIX. 
O Alle Beccherie permanece eternizado por uma receita que o tornou universal.


O tiramisu, um pavê de biscoitos savoiardi envoltos em creme de queijo mascarporne com gemas batidas.


Copiado por tantos chefs em todos as cidades do mundo, o Tiramisù tornou-se a sobremesa oficial da pequena tratoria ao mais famoso e prestigiado restaurante na Itália.





'Il Tiramisu Legittimo delle Beccherie'. Receita O   Tiramisù   original 'de "Le Beccherie" Restaurante 1981.


2 xícaras (360 cc) de café expresso
2 colheres de chá de açúcar
4 gemas                               
1/2 xícara (100 g) de açúcar
£ 1 (450 g) mascarpone queijo à temperatura ambiente
30 savoiardi (biscoitos ladyfinger)
2 colheres de sopa de cacau em pó amargo
Prepare um café expresso forte, cerca de 1 ½ xícaras (360 cc). Dissolva 2 colheres de chá de açúcar nele, enquanto o café ainda está quente. Deixe o café fresco à temperatura ambiente.
Bata as gemas e o açúcar em uma tigela até que se tornem claro e macio.
Combine com o queijo Mascarpone
Mergulhe os palitos restantes no café e colocá-los na panela em uma segunda camada
Espalhe metade do creme de mascarpone sobre os biscoitos.
Polvilhe com o cacau em pó e leve à geladeira por cerca de 3-4 horas


Apesar ser um doce da região Vêneto, que foi criado por um chef de Treviso, e ficou famoso nos anos 80, em todos os restaurantes romanos você vai encontrar o tiramisù adotado como doce local.
Eleito por algumas revistas gastronomia e blogs o mais famoso está no restaurante Pompi - Il Regno del Tiramisù, em Roma desde 1960 .



No Brasil, precisamente em São Paulo aonde a imigração italiana é muito forte, a sobremesa foi introduzida por restaurantes como Massimo, o Maria Zanchi de Zan, La Vecchia Cucina.
Nos últimos anos surgiram algumas variações como o tiramisù expresso servido no copo ou na xícara, biscoito bem seco e crocante, levemente banhado com café quente feito na hora, e por cima coloca-se o creme de zabaione e o cacau em pó.




Outros chefs criam tiramisù de fruta, como por exemplo, tiramisù de caqui ou tiramisù de morangos.


TREVISO - Cidade que originou a Famosa Sobremesa !


A linda cidade a pouco mais de dez quilômetros ao norte de Veneza ostenta uma herança cultural riquíssima, com traços artísticos e arquitetônico que resumem a agitação de seus dois milênios de história, durante os quais passou pelas mãos dos romanos, bizantinos, francos, venezianos, austro-húngaros e muitos outros conquistadores.


É cercada por uma muralha, além de entrecortada por um canal, o que lhe confere um visual mágico e o apelido de "pequena Veneza".







Edicáo de texto e fotos
Leila Bumachar
Fontes de pesquisa e fotos:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Tiramis
http://www.finedininglovers.com/blog/news-trends/restaurant-that-invented-tiramisu-is-closing
http://vejasp.abril.com.br
https://www.google.com.br/search
http://www.annamariavolpi.com/tiramisu_le_beccherie.html