quinta-feira, 27 de março de 2014

Península de Setúbal ! Vinhos/ História e Turismo.


A CVR da Península de Setúbal investirá meio milhão de euros no mercado brasileiro.
A meta é aumentar em 10% as vendas para o mercado brasileiro Será um investimento em escala no Brasil em 2014!
A entidade certificadora dos vinhos Moscatel de Setúbal (DO) e Moscatel Roxo (DO), Palmela (DO) e Península de Setúbal (IG) é presidida pelo Henrique Soares que tem por objetivo aumentar em 10% as vendas para o mercado brasileiro em relação a 2013, quando exportaram 1.253.756,3 litros para o Brasil, correspondendo aproximadamente 3.000.000€.
De acordo com Soares o mercado brasileiro é historicamente o mais importante para os Vinhos da Península de Setúbal.

A CVRPS tem como principal missão a defesa das DO Setúbal e Palmela e IG Península de Setúbal, bem como a aplicação da respectiva regulamentação, o fomento e controle dos vinhos produzidos nas respectivas áreas geográficas e a garantia da sua origem, genuinidade e qualidade.
Com 1.200 vitivinicultores e 120 produtores, a Península de Setúbal produz 40 milhões de litros de vinho anualmente, de qualidade e premiações nacionais e internacionais.






Prêmios.
Recentemente em 2010 Robert Parker pontuou no seu site com 100 pontos , Moscatel de Setúbal 1947 da José Maria da Fonseca, produtor mais antigo da região.




Moscatel de Setúbal Reserva 2006 da Venâncio da Costa Lima teve a primeira colocação na lista do concurso TOP 10 Muscats Du Monde


Entre os principais produtores regionais que marcam presença no Brasil estão:
José Maria da Fonseca, Bacalhôa Vinhos de Portugal, Herdade da Comporta, Casa Ermelinda Freitas, Casa Agr. Assis Lobo, Adega Cooperativa de Pegões, Soberanas, Manzwine, Casa Agr. Horácio Simões, José Mota Capitão e Antônio Saramago Vinhos.




Segundo o presidente da CVR da Península de Setúbal Henrique Soares, Moscatel de Setúbal  “É um vinho exuberante que jamais se esquece após um primeiro contato porque impressiona de tal maneira o palato e o olfato que apetece sempre beber mais um pouco. 
O Moscatel de Setúbal é um vinho muito gastronômico, ao mesmo tempo doce (“ ataque de boca”) e seco (“final de boca”). Frutado e muito aromático combina perfeitamente com a gastronomia brasileira”. Ainda de acordo com Soares, quando servido fresco imponência estas propriedades e torna-o ainda mais apetecível em diversos momentos de consumo, como aperitivo, como vinho de sobremesa, com queijos, e mesmo acompanhando toda a refeição.





Na Península de Setúbal produzem-se três tipos de vinho certificado


- Vinhos DO Palmela: certifica vinhos: brancos, rosados e tintos, frisantes, espumantes e licorosos.


- Vinhos DO Setúbal: é aplicável exclusivamente, para vinhos generosos, brancos (à base da casta Moscatel de Setúbal) ou tintos à base da casta Moscatel Roxo. 



- Vinho Regional Península de Setúbal: é aplicável a vinhos brancos, tintos e rosados, frisantes, licorosos e vinho para base de espumantes
O Moscatel de Setúbal sobressai na História de Portugal pela distinção das suas qualidades entre os vinhos fortificados nacionais e é parte da cultura, da tradição e da forma de viver da Península de Setúbal. 
Desconhece-se o momento preciso em que terá começado o cultivo da vinha na Península de Setúbal, mas estima-se que os Fenícios e os Gregos tenham dado um forte impulso na divulgação do vinho, incentivando as trocas comerciais com outros povos através do estuário do Sado. 
A fama do Moscatel de Setúbal, além-fronteiras, terá começado na segunda metade do século XIV quando Ricardo II de Inglaterra se torna um importador assíduo de Moscatel de Setúbal. 
De acordo com Antônio Porto Franco, Luís XIV (1638-1715) não dispensava o vinho fortificado proveniente de Setúbal nas suas festas em Versalhes. O Moscatel de Setúbal “Torna-Viagem” é um dos grandes símbolos e foi embaixador mundial destes vinhos generosos. 
Nos séculos. XV e XVI, no período da expansão portuguesa, nas naus e galeões que partiram em direção à Índia, um dos produtos transportados era o vinho. 
No período áureo que se seguiu aos Descobrimentos, os vinhos portugueses, nomeadamente o Moscatel Setúbal, constituíam lastro nas naus e caravelas que comercializavam os produtos trazidos do Brasil e do Oriente.


Solo / Clima.
Península de Setúbal os solos são igualmente heterogêneos, alternando entre as areias finas e profundas das planícies e os solos calcários e argilo-calcários da Serra da Arrábida.
É aqui que nasce o Moscatel de Setúbal, um dos vinhos mais reputados de Portugal.



O clima da região é claramente mediterrânico, com verões quentes e secos, invernos amenos, mas chuvosos, e umidade elevada. Só a Serra da Arrábida, pela altitude elevada e pela proximidade ao mar, beneficia de um clima de feição mais atlântica.
A Península de Setúbal compreende as Denominações de Origem, “Palmela” e “Setúbal” e a IG Península de Setúbal. 
A denominação “Setúbal” está reservada para os vinhos Moscatel de Setúbal e Moscatel Roxo.
Os vinhos tintos de “Palmela” baseiam-se na casta Castelão, de presença obrigatória na denominação, casta que oferece o melhor de si nos solos arenosos quentes e soltos de Palmela, ganhando uma complexidade e profundidade que a casta só raramente consegue alcançar fora da região.
As duas castas brancas dominantes são o Arinto e Fernão Pires, bem como o Moscatel de Alexandria, destinado, sobretudo aos vinhos generosos da região. Nas castas tintas, evidenciam-se o Alfrocheiro e Trincadeira.



Castas.
Moscatel. É originária do mediterrâneo oriental, tendo sido introduzida no território nacional durante o período das invasões ibéricas pelo Império Romano. É freqüentemente descrita como uma casta feminina, vagueando aromaticamente entre as notas de passas de uva, limão, lichia, pera e tília. Nos vinhos generosos, sempre que consegue preservar a acidez, proporciona vinhos memoráveis, entre os quais se incluem os "Moscatel de Setúbal", com notas de casca de laranja, mel, especiarias, iodo, flor de laranjeira e acácia.

Moscatel Galego Roxo. Nasceu fruto de uma mutação genética da casta Moscatel Galego, subsistindo em pequenas quantidades na Península de Setúbal. Dá corpo a um vinho generoso semelhante no estilo ao "Moscatel de Setúbal", de aromas e sabores ainda mais complexos. Os vinhos generosos produzidos pelo Moscatel Galego Roxo proporcionam elevado grau de doçura, apresentando-se muito aromáticos e de sabor persistente.


O Moscatel de Setúbal só pode ser assim designado se pelo menos 85% do vinho for composto pela casta Moscatel, Moscatel de Setúbal ou Moscatel Roxo 


Arinto. Uma casta versátil, presente na maioria das regiões vinícolas portuguesas, sendo reconhecida pelo nome Pedernã na região dos Vinhos Verdes. Proporciona vinhos vibrantes e de acidez viva, refrescantes e com forte pendência mineral, e elevado potencial de guarda. A acidez firme será o principal cartão-de-visita da casta Arinto.



Fernão Pires. É uma das castas brancas mais plantadas em Portugal. A produtividade elevada, bem como a versatilidade, precocidade e riqueza em compostos aromáticos ajudam a explicar a popularidade. Por regra, os vinhos de Fernão Pires devem ser bebidos jovens. Sensível às geadas, prefere os solos férteis, de clima temperado ou quente. Os aromas que lhe estão associados alternam entre a lima, limão, ervas aromáticas, rosa, tangerina e laranjeira.



Alfrocheiro. A casta Alfrocheiro encontra o seu território natural na região do Dão, apesar de ser ter expandindo com sucesso para Sul, estendendo-se às regiões do Alentejo, Tejo e Palmela. Produz vinhos ricos em cor, com um notável equilíbrio entre álcool, taninos e acidez. É essa notável capacidade para reter a acidez elevada, aliada à presença generosa de açúcares. Aromaticamente sobressaem os aromas a bagas silvestres, com destaque particular para a amora e o morango maduro. 



Castelã. É uma das variedades mais cultivadas no sul do país,, porem é em Palmela, nas areias quentes do Poceirão, nas vinhas velhas da região, que a casta dá o melhor de si, desenvolvendo-se melhor em climas quentes e solos secos e arenosos. Em vinhas maduras, de baixa produtividade, devidamente controladas, o Castelão dá origem a vinhos estruturados, frutados, com particular incidência na groselha, ameixa em calda, frutos silvestres, apresentando ainda notas típicas de caça mortificada. 



Trincadeira. Especialmente popular nas regiões do Alentejo e Douro, onde é designada por Tinta Amarela, é uma casta difícil, especialmente vigorosa, necessitando de refreio permanente e cuidados extremos no controle da produção. Os vinhos são tendencialmente florais, mais vegetais quando a maturação é deficiente, ricos em cor e acidez, ligeiramente alcoólicos e com boas condições para envelhecer bem em garrafa.

.... Historia



O Castelo de Palmela tem origem árabe, com a primeira fortificação, provavelmente, edificada por volta do século IX, depois da conquista desta região aos visigodos, mas onde os testemunhos arqueológicos, apontam para uma ocupação humana desde o período neolítico. 
D. Afonso Henriques conquistou Palmela em 1147, mas voltaria a cair na mão dos muçulmanos e só por volta de 1190, passaria definitivamente para a posse portuguesa. D. Sancho I mandou fazer reparações na fortaleza e doou-a a Ordem de Santiago, que fizeram de Palmela a sede da Ordem.
É já no reinado de D. João I que se inicia a construção do convento onde esta ordem se instala, a partir de 1443. 
Desde 1945 obras de restauração foram iniciadas, recuperando o antigo convento, onde atualmente é uma famosa pousada



D. Afonso Henriques, foi o primeiro rei de Portugal e era filho do Conde de Borgonha, D. Henrique, cruzado que veio para a Península Ibérica auxiliar o rei de Leão e de Castela na guerra contra os mouros, ficando depois a governar o Condado Portucalense.

Turismo



A Costa Azul, como também é conhecida a Península de Setúbal, abrange o Distrito de Setúbal com 13 Concelhos portugueses. 
Nesta região de forte e antiga tradição vitícola, parte-se à descoberta da grande riqueza paisagística e patrimonial da Costa Azul, ao longo de seis percursos que conduzem às principais adegas da Península de Setúbal.
Muito fértil em belezas naturais, é limitada ao norte pelo rio Tejo, ao sul e leste pelo Alentejo e a oeste pelo Oceano Atlântico.
As visitas a castelos e fortalezas, em Setúbal, Palmela e Sesimbra, ao palácio da Bacalhôa ou a espaços culturais, como o Museu Agrícola da Quinta da Atalaia ou o Museu do Queijo de Azeitão, são apenas alguns dos aliciantes desta região com história. 
Na Rota de Vinhos da Península de Setúbal o visitante tem o conforto necessário para se sentir revigorado. Por fim, o motivo principal da visita à região – o vinho! Branco, tinto, rosé ou o famoso Moscatel de Setúbal, 










Edição de texto  e fotos
Leila Bumachar
Fontes, pesquisa e fotos :
CVR-Penisula de Setubal .Interação Rede de Comunicação
www.redeinteracao.net.br
www.moscateldesetubal.pt
www.vinhosdapeninsuladesetubal.pt
www.parlamento.pt
www.winesofportugal.pt
www.lifecooler.com
www.arquipelagos.pt
www.vcwebgourmet.com
www.poramoralisboa.com
http://commons.wikimedia.org




domingo, 16 de fevereiro de 2014

Os vinhos Top 10 segundo Wine Spectator 2013.

2013 Vinhos Revelados por Wine Spectator



Este ano marca o 25 º aniversário da lista Top 100, onde os editores Wine Spectator selecionaram e destacaram os 10 vinhos mais preciosos e excitantes de milhares que 
degustaram e analisaram no decurso do ano.

Há 25 anos em 1988, o mundo do vinho era muito menor. 
Nesta época foi analisado cerca de 3.000 vinhos recém-lançado em degustações às cegas, e os Tops 100 eram neste período direcionados para França, Itália e Califórnia.
Em 2013 os editores analisaram mais de 20.000 vinhos e o Top 100 inclui desta vez  vinhos de 13 países estrangeiros e quatro estados.

Como sempre, a seleção dos Top 100  foi realizada com base em qualidade representada por pontuação, valor refletido pelo preço de lançamento, disponibilidade.
Com uma forte base  em  um "Fator X"  que denominaram de emoção. Com mais ênfase do que nunca para o "Fator X" - a intensidade do interesse dos vinhos, que gera o entusiasmo por meio de sua singularidade ou autenticidade.
Esta seleção  representam os produtores e vinhos que os editores da Wine Spectator particularmente apaixonados em 2013.
No geral, a pontuação média dos vinhos neste ano Top 100 é 93 pontos e o preço média de US $ 51 (cinqüenta e um dólares americanos) uma relação qualidade / preço impressionante. 

É da natureza humana para fazer listas, para classificar nossas experiências pelo seu valor e interesse.
Veja então esta lista pelo prazer de comprovar e  rever alguns  já  então apreciados e grandes nomes de vinhos, assim como novos vinhos emergentes  que compõem da Wine Spectator Top 10 de 2013.  Usá-lo como um guia para visita e degustações das vinícolas, uvas e regiões que deveriam estar no seu radar nos próximos meses e anos. que compõem da Wine Spectator To degustacões 10 de 2013.  Usá-lo como um guia ara visita e degustações das vinícolas, uvas e regiões que deveriam estar no seu radar nos próximos meses e anos. das vinícolas, uvas e regiões que deveriam estar no seu radar nos próximos meses e anos.

10 TOP DA LISTA









































Edic;ao de textoe fotos 
Leila Bumachar FONTE DE PESQUISA E DIVULGAÇÃO E FOTOS 
http://www.winespectator.com/

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Ano Novo Chinês da origem as tradições .






O ano-novo chinês é uma referência à data de comemoração do ano novo adotado por diversas nações do oriente, que seguem um calendário tradicional distinto do ocidental, o calendário chinês.
As diferenças entre os dois calendários fazem que a data de início de cada ano-novo chinês caia a cada ano em uma data diferente do calendário ocidental.


O calendário chinês (Chinês Xia Li (夏曆), Tradicional: 農曆, Chinês Simplificado: 农历, pinyin: nónglì) é o mais antigo registro cronológico de que se tem registro na história.
É um calendário que se utiliza tanto do Sol quanto da Lua
A partir dele surgiu o horóscopo chinês.
Neste tipo de calendário, procura-se harmonizar a duração do ano solar com os ciclos mensais da lua através de ajustamentos periódicos.
Assim os doze meses têm ao todo 354 dias e os dias que faltam para corresponder ao ciclo solar obtêm-se através da introdução periódica de um mês extra, o chamado 13o mês lunar
O ano-novo chinês começa na noite da lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo quinto grau de Aquário.


A lenda!
Os chineses relacionam cada novo ano a um dos doze animais que teriam atendido ao chamado de Buda para uma reunião, como somente doze animais compareceram Buda em agradecimento os transformou-nos signos da Astrologia chinesa.
Os doze animais do Horóscopo chinês que correspondem os anos chineses são de acordo com a ordem que teriam se apresentado a Buda.
(rato), "niu" (boi), "hu" (tigre), "tu" (coelho), "long" (dragão), "she" (serpente), "ma" (cavalo), "yang" (carneiro), "hou" (macaco), "ji" (galo), "gou" (cão), "zhu" (porco).




 O Costume do Envelope Vermelho!
Os envelopes vermelhos são também conhecidos como 歲錢/压岁钱  yàsuìqián, originalmente 壓祟錢/压祟钱.
Os envelopes vermelhos geralmente contêm dinheiro, em quantias que variadas. 
De acordo com o costume, a quantia presenteada deverá sempre em números pares, pois os números ímpares geralmente são utilizados para as quantias de dinheiro dadas durante cerimônias funerais (帛金: báijīn).
O dinheiro é usado para reprimir ou suprimir os espíritos malignos durante este período.
É costumeiro que notas sejam dadas totalmente novas. 
Tudo relacionado ao ano-novo chinês deverá ser novo, visando atrair sorte e fortuna.
O ato de pedir envelopes vermelhos é chamado em Mandarin: 讨紅包 tǎo-hóngbāo, 要利是. Cantonese: 逗利是.
É costume que os envelopes sejam mantidos fechados sob o travesseiro durante sete dias após o ano-novo chinês, porque dormir sobre o envelope simboliza boa sorte e fortuna.



Roupagem!
As roupas utilizadas durante todo o ano-novo geralmente são da cor vermelha ou de cores vibrantes, pois os chineses acreditam que a cor vermelha afugenta os espíritos malignos e a má sorte. 
As pessoas também vestem roupas novas da cabeça aos pés para simbolizar um novo começo em um novo ano. 
O vermelho é a cor da sorte e da fortuna.

A Tradição!

Assim como outras culturas, o Ano-novo chinês incorpora elementos com profundos significados.
 Um exemplo é o caráter fú (chinês: língua cantonesa e hakka: fook, literalmente ‘bênção, felicidade’) exibido nas entradas das casas em vermelho em formato de diamante, sendo usualmente pendurado de cabeça para baixo, simbolizando então a chegada de sorte, felicidade e prosperidade.
Vermelho é a cor predominante nas celebrações de ano-novo.
O vermelho é o símbolo da felicidade ou do prazer, e esta cor simboliza virtude, a verdade e a sinceridade. O som da palavra “vermelho” (, hóng) é “hong” em Mandarim (Hakka: Fung; língua cantonesa: Hoong) que também significa “próspero.” Portanto, a cor vermelha  soa como auspiciosa.



Desde 10 de fevereiro de 2013, estamos no ano 4711 do calendário chinês. 
2014 ano do Cavalo!



 Cavalo de 31 de janeiro de 2014 a 18 de fevereiro de 2015
O Cavalo é considerado um signo masculino.
Na verdade, o Cavalo é um signo de energia ativa, vigorosa e em movimento, e refletirá em tudo o que se relaciona com a força Yang.
Cavalos evocam um sentimento de orgulho e dignidade e, historicamente, têm sido reconhecidos como aliados formidáveis dos seres humanos.
Muitas referências ao heroísmo, à força e à lealdade do cavalo podem ser encontradas na literatura e nos livros históricos clássicos chineses, glorificando os cavalos em companhia de algumas das figuras mais proeminentes da história da China.




Aqui estão alguns dos votos mais populares de Ano Novo:

Boa sorte/Auspicioso Ano do Cavalo! (馬年吉祥, mǎ nián jí xiáng)

Sucesso imediato quando o cavalo chegar! (
馬到成功, mǎ dào chéng gōng)


Assuma a liderança no Ano do Cavalo! (
一馬當先, yī mǎ dāng xiān)

Paz e boa saúde no Ano do Cavalo! (
馬年安康, mǎ nián ān kāng




Ediçoa de texto e fotos 
Leila Bumachar
Fonte de pesquisa e fotos
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Chinese_New_Year_market.jpg,           
 http://www.canstockphoto.com.br/2014-chin%C3%AAs-signos-cavalo-polca-pontos-12580922.html
 http://www.epochtimes.com.br/ano-novo-chines-2014-ano-cavalo
http://madeinjapan.uol.com.br/2014/01/23/9-festa-do-anno-novo-chines/
               

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Origem do Vinho Libanês - Parte I


Líbano está entre os mais antigos da produção de vinho no mundo
Os fenícios da sua faixa costeira foram fundamentais na divulgação de vinhos e vinhedos em todo o Mediterrâneo em tempos antigos.
Repleto de simbologia, impregnado de religiosidade e misticismo, o vinho surge desde os tempos mais remotos desempenhados um papel de relevo em quase todas as civilizações muito cedo na nossa literatura, tornando-se fonte de lendas e mitos.
Os arqueólogos aceitam acúmulo de sementes de uva como evidência da elaboração do vinho. Segundo escavações na Síria, na Turquia, no Líbano e na Jordânia revelaram sementes de uvas da Idade da Pedra, cerca de 8000 a.C.
É provável que os Fenícios em 3000 a.C. levaram videiras da região do Cáucaso para plantarem onde hoje é o Líbano e de lá comercializarem por toda Europa.
Já o Líbano, um dos países originários da Fenícia, predominantemente católico maronita, manteve a sua história na vinicultura até os dias de hoje, produzindo vinhos de excelente qualidade, totalmente naturais, plantados em vales a 3000 de altitude e protegidos por cadeias de montanhas que cercam a costa do mediterrâneo.
Certas características da forma são peculiares a uvas cultivadas, e as descobertas são do tipo de transição entre a selvagem e a cultivada.
Mesmo alguns países da Europa possuindo grande tradição na vinicultura, representatividade na produção mundial, no consumo interno e em superfície plantada, sua história inicia-se em 500 a.C como Espanha e Portugal
Primeiro e oitavo em superfície plantada respectivamente/Primórdios dessa história, sem dúvida, tem a contribuição da Ásia e dos navegadores Fenícios
Há inúmeras lendas sobre onde teria começado a produção de vinhos e a primeira delas esta no Velho Testamento, no capítulo IX do Gênesis. Diz que Noé após ter desembarcado os animais, plantou um vinhedo do qual fez vinho, bebeu e ficou bêbado.
Recentemente, o setor de vinhos tem notado um crescimento sem precedentes. O número de vinícolas passou de cinco em 1998 para mais de 30 hoje em dia.

Vitis vinifera evidência da Roma antiga mostra vinho foi cultivado e domesticado no Líbano, pelo menos dois mil anos antes de Alexandre, o Grande. Vines cresceu rapidamente na terra de Canaã, a faixa costeira do Líbano de hoje, e os vinhos de Byblos Gubla, Gebal, Jubail, Jbeil foram exportados para o Egito durante o Império Antigo (2686 AC-2134 AC).
Os vinhos de Tiro e Sidon eram famosos em todo o Mediterrâneo antigo, embora nem todas as cargas chegassem ao seu destino.
Como os primeiros grandes comerciantes de vinho 'Cherem', os fenícios parecem ter protegido da oxidação com uma camada de azeite, seguido de um selo de madeira de pinho e resina - este pode muito bem ser a origem do grego gosto pela retisna.
Vinho desempenhou um papel importante na religião fenícia, e  grego / romano deus Dionísio / Baco pode ter se originado nos rituais de vinho de Canaã. Certamente, o grande templo em Heliópolis/Baalbek.
Local em que encontra-se muitas representações de vinhas e winedrinking, a mais famosa captada por David Roberts em fotos como. 'Baalbec - ruínas do templo de Baco'
Uma vez que o Líbano se tornou parte do Califado, a produção de vinho diminuiu, embora sob o sistema de milho foi tolerada entre a população cristã para fins religiosos. A Vinificação foi revivida em 1857, quando jesuítas plantar Cinsaut vinham da Argélia no Chateau Ksara perto Zahlé na região central Beqaa Vale
Baalbeck-chamada Heliópolis, "cidade do sol", pelos gregos e romanos  /Vale Bekaa
Quando o francês François-Eugène Brun lançou a pedra fundamental do Domaine des Tourelles em Chtaura de volta em 1868, ele não poderia ter sabido que ele tinha acabado de começar a escrever a maravilhosa história do vinho do Líbano. Pioneiro, viria a se tornar um dos maiores embaixadores da terra dos Cedros, a vinícola é mais do que nunca da lista de melhores do Líbano entregando um dos vinhos mais emocionantes do Médio Oriente. 
O jovem, François-Eugène foi contratado por uma empresa Otomano responsável pela construção da estrada Beirute-Damasco precisamente a um vilarejo chamado Chtaura, no Vale do Bekaa.  Deslumbrado e cativado pela paisagem da planície que o lembrou de sua terra natal, ele decidiu se estabelecer em Chtaura, onde fundou em 1868 Domaine des Tourelles.  Tornando sua vinícola a primeira adega comercial no Líbano vinhos.

No final da guerra civil, em 1990, os agricultores reviveram uma tradição que remonta 6000 anos - produção de vinho. 
Trouxe um novo impulso para a viticultura e pudemos acompanhar o renascimento dos vinhos libaneses para a criação de Domaine Wardy em 1997 e Massaya em 1998, que marcou o envolvimento ativo das dinastias vinho francês no Bekaa vale. 
Vinhas são bem adaptados à altitude do vale e clima. Videiras jovens são bem regadas Durante o inverno, às uvas amadurecem e facilmente durante o quente e ensolarado de verão. Há agora uma dúzia de vinícolas no Vale do Bekaa, produzindo mais de seis milhões de garrafas por ano. Dois milhões de garrafas são exportadas, principalmente para a França, e uma média de duas novas vinícolas estão se abrindo a cada ano. E, assim como outras regiões vinícolas do mundo, degustação de vinhos tornou-se uma importante atividade turística no vale. (dados de 2006)
Castas
Enólogos libaneses têm favorecido uvas francesas, particularmente Cabernet Sauvignon, Merlot e varietais Rhone como Cinsaut, Carignan e Grenache.
No entanto, o Líbano tem uma rica herança de uvas que estão atraindo mais atenção: Musar branco é feito de uma mistura de Obeideh e Merwah; Domaine Wardy 's Clos Blanc é uma mistura de Chardonnay, Sauvignon Blanc, Viognier, Muscat, e icônico indígena Obeideh. 



Edição de texto e fotos 
Leila Bumachar
Fontes e fotos:
http://pt.wikipedia.org

http://www.chateaumusar.com.lb

http://www.domainedestourelles.com