sábado, 31 de março de 2018

Colomba Pascal. Tradição italiana da Páscoa.



Uma das muitas lendas nos remetem a origem da colomba pascal, época da rainha lombarda Teodolinda e seu encontro com o santo padre irlandês San Colombano.
Datada de cerca de 612, conta que na chegada do padre a cidade, lhe foi oferecido um suntuoso almoço, no qual os pratos principais seriam de origem carne, porem se encontrando no período da quaresma o padre não se permitiu a desfrutar do banquete ofendendo assim rainha Teodolinda. Mas o abade superou a infeliz situação com a diplomacia, afirmando que consumiriam a carne somente depois de abençoá-la. O que fez para evitar que a rainha se ofendesse, abençoando os pratos os transformou em pães brancos e com as formas típicas da pomba.
Origina-se assim a história da colomba pascal, sendo interpretadas ao longo dos séculos através de outras lendas. Mas foi  graças a uma brilhante ideia comercial, que originou seu surgimento no início do século XX. 


Inventada na Lombardia nos anos trinta, se espalhou nas mesas de todos os italianos e até mesmo além das fronteiras da Itália , tornando-se  mais difundida comercialmente tradição da Páscoa .

Em Milão anos 30, uma empresa que já era famosa pela fabricação do panetone natalino, seu diretor de publicidade Dino Villani vislumbra uma ideia em reutilizar máquinas e ingredientes que fabricavam o panetone para produzir um bolo em forma de pomba.
Esta nova combinação se tornou tradição e sucesso comercial ate os dias atuais.
Hoje existem novas variações desta sobremesa, criadas pelos melhores confeiteiros com combinações de sabores e recheios, desde de frutas cristalizadas, ao chocolate e  novas coberturas. Sucesso da sobremesa que se tornou sobremesa obrigatória no domingo de Páscoa.

Fato interessante é que A colomba assim como o panetone, está incluída na lista de produtos agroalimentares tradicionais italianos do Ministério da Agricultura, Alimentação e Políticas Florestais; é reconhecido como um produto típico da Lombardia e é regido pelo Decreto Ministerial de 22 de julho de 2005 (Decreto Ministerial 22.07.05).

Colomba Pascal está simbolicamente ligada à tradição cristã, sua  forma de ave é um animal que com frequência citado em aparições no Antigo como do Novo Testamento. 
A figura da pomba na religião é uma representação do Espírito Santo, de esperança e fé. 
Ela se tornou em conjunto como o ovos de chocolate os doces típicos da tradição de Páscoa.




Vinhos frisantes, doces com frescor de sabores delicados, que nos proporcionam aromas de frutas cristalizadas e flores são os mais indicados de uma perfeita combinação com Colomba Pascal. Como Moscato d’Asti, Late Harvest, Marsala, Vin  Santo.








Edição de texto e fotos :Leila Bumachar
Pesquisa: https://it.wikipedia.org/wiki/Colomba_pasquale
https://www.net/it_it/.../la-storia-della-colomba-pasquale
https://www.colomba-pasquale-quale-vino-



terça-feira, 13 de março de 2018

CANADÁ VINÍCOLAS




O Canadá sempre me fascinou , pela cultura, pela sua dimensão , pela recepção dos seus habitantes, exuberância de natureza e paisagens, e seus vinhos.
Vamos aqui falar um pouco sobre o  vinho canadense, que é produzido principalmente no sul Columbia Britânica e Ontário do Sul.
Existem também um número crescente de pequenos produtores de uvas e vinho no sul Quebec e Nova Escócia.
E as três maiores regiões produtoras de vinho do Canadá  encontram-se no Vale Okanagan da Colúmbia Britânica, a Península de Niágara de Ontário, e  no Condado de Essex incluindo Ilha Pelee.
Outras áreas produtoras de vinho na Colúmbia Britânica incluem Similkameen Valley, o Vale Fraser região perto de Vancouver, sul Ilha Vancouver e  Ontário incluindo  Condado de Prince Edward.
Quanto a qualquer amante do vinho que se respeita, o Canadá é acima de tudo sinônimo de gelo Icewine, que pode ser produzida de forma confiável na maioria das regiões vinícolas canadenses, Embora se originou na Europa final do século XVIII na Áustria e na Alemanha, é no Canadá que a maior produção de vinho do gelo no mundo é encontrada particularmente em Ontário. O clima é favorável uma vez que o vinho do gelo é idealmente colhido entre-8 ° c e-12 ° c além do açúcar cristaliza o efeito do frio e suco já não flui. A colheita é então entre o fim de dezembro e o fim de fevereiro, frequentemente na noite e nas redes a fim evitar perdas .


O Canadá  vem provando que seu potencial de vinhos é enorme. Mesmo com uma produção pequena ele  se encontra entre só 10 melhores países consumidores de vinho do mundo. Vinhos com aromas deliciosos equilibrados, alguns com alto níveis de açúcar e grande acidez, mas os todos os vinhos produzidos pelo Canadá, cujo o e reconhecimento das adegas canadenses é muito recente, vem se equiparando a seus mais acirrados competidores de alguns países de grande e premiada produção de vinhos França, Portugal, Itália, chile.
Vamos aqui numa pequena viagem exploradora através de umas regiões vinícolas do Canadá, com suas paisagens pitorescas destas que são algumas das melhores vinícolas para visitar, estar em contato com a paisagem e natureza local e degustar seus belos vinhos.



Nichol Vineyard, Naramata Bench, / British Columbia
"fiel às suas raízes" como seu slogan diz, esta vinícola plantou suas primeiras videiras em 1989, estabelecida e gerenciada por familiares, foi uma das primeiras três vinícolas da região. Uma das  pioeiras a produzir um Syrah na região. Nichol Vineyard ainda se mantem no patamar das  melhores.  Www.nicholvineyard.com


Mission Hill Family Estate, West Kelowna/ British Columbia
Situada numa colina com vista para o Vale Okanagan e montanhas espetaculares, Mission Hill é uma adega com  diversos prêmios internacionais, classificada por suas instalações como uma das melhores adegas do Canadá . Seu  A caverna subterrânea tem algumas das melhores temperaturas do Canadá, localmente chamado "Kelownafornia" .  Www.missionhillwinery.com


Sandbanks Estate Winery, Prince Edward County/ Ontário.
A pequena comunidade sul de Belleville, Ontário e cerca de 3 horas ao nordeste de Toronto, proporciona uma experiência de degustação de vinhos mais leves, menos pretensioso, originária de uma completa transformação no crescimento de uma agricultura familiar.  Www.sandbankswinery.com


Sprucewood Shores Estate Winery, Amherstburg/ Ontario
Localizada na região do Lago Erie do Norte, é mais uma empresa familiar no mundo do vinho canadenses. Sprucewood produziu muitas safras premiadas. O clima local possui a mais longa estação de crescimento que permitem vinhos encorpados.  Www.sprucewoodshores.com



Vignoble de la Bauge, Brigham/ Quebec City
Vignoble de la Bauge empresa familiar que plantou suas raízes em 1986, tornando-o um dos mais antigos na província. Localizada em Quebec, menos de 100 quilômetros ao sul de Montreal, na região leste esta área tornou-se a principal produção  com o foco em vinhos espetaculares de gelo e brancos de clima frio, bem como cidras e vinhos de fruta. O Canadá é um dos poucos países no mundo que tem o clima para produzir o  Ice Wine, vinho de gelo extremamente doce  que envolve a colheita das uvas depois de terem congelado nas videiras.   Www.labauge.com


Jost Vineyards, Malagesh Peninsula, Annapolis / Nova Scotia
Outra vinícola familiar pioneira na área, e talvez a mais antiga em produção na costa atlântica do Canadá. Com colheita/eventos como uva-stomping, que ocorre no final de setembro, vem sendo um diferencial na comunidade. www.jostwine.com



Fielding Estate, Beamsville/ Ontario
Nomeada um dos 10 melhores vinícolas do Canadá, já que três quartos das uvas do Canadá são produzidos nesta região. Como uma das regiões mais temperadas em Ontário, a adega é capaz de produzir grandes Cabernet Sauvignon, que normalmente se encontram mais nas regiões da costa oeste sul. É melhor para visitar a região de Beamsville em setembro e outubro. Www.fieldingwines.com

Norman Hardie, Wellington/ Ontario
Trajetória de Hardie é um ex-sommelier da rede Four Seasons, que trabalhou em algumas das maiores regiões vinícolas do mundo como África do Sul, Califórnia, Nova Zelândia que tornou a região de Wellington, Ontario terra como seu desafio pessoal . Na região mais fria do vinho no Canadá, um trabalho minucioso para que  as vinhas tenham vida após o rigoroso inverno,  consiste em após cada colheita, funcionários enterrarem cuidadosamente as videiras sob o solo para proteção contra geadas, apenas para retira-as  cuidadosamente novamente com a mão na primavera. Esta técnica tem dado resultados bem favoráveis como as premiações com alguns dos melhores Pinot Noir e Chardonnay. Www.normanhardie.com


Jackson-Triggs Winery, Niagara-on-the-Lake/ Ontario
Apenas uma hora ao sul de Toronto,situa-se a singular Niagara-on-the-Lake. 
Com uma comunidade centrada em torno de produção de vinho, a Jackson-Triggs foi nomeado a melhor adega no Canadá por três vezes.  Www.jacksontriggswinery.com 



L'Acadie Vineyards, Wolfville/ Nova Scotia
Esta vinícola com certificação orgânica em Gaspereau Valley, um sub-vale do Annapolis duas horas de Halifax. Área de excelência de vinhos em produção de brancos de clima frio, o que realmente significa apenas uvas que amadurecem em níveis de açúcar moderados. L'Acadie  produz em totalidade brancos espumantes, elaborados no "método tradicional", estes vinhos que são fermentados e produzidos em certas garrafas-da mesma maneira Champagne, por isto a denominação de "o futuro do vinho espumante.".  www.lacadievineyards.ca







Edição de texto e fotos : Leila Bumachar
Pesquisa:Canadian_wine




sábado, 20 de janeiro de 2018

Vinhos do Peru / Historia e curiosidades.



A vinificação no Peru se inicia na colonização espanhola deste país no século XVI.
Os colonizadores espanhóis começam a plantar suas primeiras vinhas em meados de 1500, marco da história do Peru como produtor de vinho.
Após a conquista do Império Inca anos sob o comando de Francisco Pizarro, começam a surgir os primeiros vinhedos introduzidos pelo espanhol Francesco de Carabantes e Bartolomé de Terrazas. Os registros históricos observam que a primeira vinificação na América do Sul ocorreu na fazenda Marcahuasi do Cuzco, do império Inca mais conhecido por Machu Picchu, onde foram plantadas as videiras na década de 1540.

Marquês Francisco de Caravantes foi responsável pela importação das primeiras videiras, ícone na América do Sul na sistematização da vinicultura desde primeiros tempos, nota-se que 1560 já existiam cerca de 40.000 hectares de área de cultivo. Porém pela localização geográfica e o fato das colinas serem de alta altitude, logo se tornaram um local de difícil acesso para o cultivo pelos espanhóis, um povo acostumado habitarem perto do mar.
As vinhas foram movidas para baixo em direção à costa na região do Ica, que atualmente é a capital de vinho do país. Porem as maiores vinhas foram mesmo plantadas nos séculos XVI e XVII no Vale Ica do centro-sul do Peru.

Muitos fatores, como pragas e terremotos em cidades como a Villa sede Pisco e Ica, foram atingidas, destruindo os recipientes de barro que eram utilizados para o armazenamento e suas caves, Isto foi marco para o fim do boom peruano, que foi reacendido nos anos 70.

Um fator marcante foi a onda de ciúmes da coroa espanhola, que proibiu produção de vinho em favor da importação de seu próprio vinho da Espanha, para burlar esta crise muitos produtores negociaram um acordo com a coroa utilizando sua plantação das videiras para criar uma aguardente local. Assim nasce o conhaque nacional, Pisco um produto feita de uvas que passou a representar 90% das bebidas de uva preparadas no Peru em 1764.



A partir dos anos 70, com a utilização de vinhas importadas, as atividades entram novamente em crescimento e são introduzidas as castas: Albillo, Alicante Bouschet, Barbera, Cabernet Sauvignon, Grenache, Malbec, Moscatel, Sauvignon Blanc, Torontel.

A província de Ica é um lugar ideal para cultivar variedades de vinho, as melhores vinícolas do Peru estão localizadas nesta região, muitas das vinícolas peruanas seguem muitas das velhas tradições de vinificação, incluindo uma tradição milenar e artesanal de pisa a pé. O método consiste em prensar as uvas com os pés para extrair o mosto (suco), que posteriormente irá fermentar e se transformar em vinho.

Foto Campanário de La Viña Tacama construído em 1822.
Existem cinco regiões vitivinícolas diferentes no Peru: a Costa Norte, a Costa Central, a Costa Sul, a Serra Andina e a Selva.
As áreas vinícolas mais importantes estão na costa central e ao  sul onde são produzidos os vinhos mais conhecidos, como Tacama, Vista Alegre e Ocucaje.


O Peru tem a mesma altitude e influência do oceano como o Chile.Apesar do clima não tão favorável mas bem parecido como o do Chile, em algumas regiões tem invernos tão quentes que os vinhedos produzem duas safras de ao ano.
O Peru não tem praticamente nenhuma geada e em muitas partes é deserto e seco, como no norte do Chile
A maior parte das uvas, predominantemente o Moscatel, serve à produção de vinho Pisco, de alto teor alcoólico.

O vinho peruano é de fato uma indústria em crescimento cerca de cinco a dez por cento ao ano. Muito desta recuperação deve-se ao fato de um grande investimento do governo na indústria do Pisco, com esta iniciativa em colocar produto/PISCO, como representante do espírito nacional em todo mundo, deu aos seus produtores em bom fôlego para que o lucro obtido retornasse aos seus investimentos na produção de vinho.

Peru, juntamente com o México, foi um dos primeiros países latino-americanos a produzir vinhos com as uvas introduzidas pelos conquistadores espanhóis.
A vinícola mais conhecida pertence à família Olaechea, de Viña Tacama em Ica, local aonde são produzidos excelentes vinhos de Cabernet Sauvignon e Sauvignon Blanc, assim como espumantes. Recentemente em 2015, Tacama tem se dedicado também ao enoturismo e a difusão do vinho, pisco y espumosos. Ao longo dos anos Tacama sido honrados com prestígios prêmios internacionais, inestimáveis ​​com reconhecida qualidade, fruto do conhecimento, a experiência e a tecnologia.
Principais Regiões produtoras: Ica, Tacama, Ocucaje.
Principais variedades cultivadas:
Tintas: Tannat, Petit Verdot, Malbec, Cabernet Sauvignon.
Brancas: Sauvignon Blanc, Sémillon, Albillo









Peru é um país atual e moderno, onde podemos desfrutar da mais premiada gastronomia na América do Sul harmonizando com seus vinhos que tem uma ligação direta com historia de sua civilização.











Edição do texto e fotos : Leila Bumachar 
Pesquisa : https://en.wikipedia.org/wiki/Peruvian_wine
www.winemag.com/region/peru/






terça-feira, 9 de janeiro de 2018

VIAGEM AO CHILE - GRUPO ENOTURISMO 2018 .


Roteiro diferenciado e idealizado para aqueles que querem conhecer um pouco mais sobre os vinhos chilenos e para os que já apreciam e querem se aprofundar na arte de degustar. 
Visitando cidades e vales especialmente um dos mais belos pontos do país,  o Vale do Colchagua, onde encontraremos vinícolas premiadas, tour fechado com degustação, desfrutando também da gastronomia local, harmonização e passeios turísticos. 
Serão dias inesquecíveis! Lugares Limitados!!!
Roteiro realizado com consultoria de Leila Bumachar editora do Blog Gastro Wine Tour .

Clique no link para visualizar todo o programa e condições de pagamento.

Informações do programa, condições de pagamento e reservas:
Marcia Medeiros e-mail: mmedeiros@newit.com.br
Viviane Pimenta e-mail: viviane@newit.com.br
NEWIT – Profissionais em Turismo
Rua Sete de Setembro 99 - 8º andar - Centro
Telefone: (21) 3077-0200 - Fax: (21) 3852-0199



quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Vinícola Mionetto amor e paixão pelo Prosecco!.


No dia 10 de outubro convite da importadora World Wine (www.worldwine.com.br), foi oferecido um almoço com a presença do Marc Woerner. Brand Developement para América Latina do Grupo Henkell & CO. Global, para apresentação e degustação do novo e Prosecco DOC Treviso Brut da vinícola Mionetto e toda linha disponível no mercado brasileiro e importado pela World Wine. 
Em prova de todos da linha apresentada pode-se constatar o sabor especial de um vinho, que vem provar a elaboração das suas origens num vinho produzido habilmente para melhorar as características das variedades de uva nativas de uma área única, ao pé dos Pre-alpes do Vêneto, local onde a Mionetto baseou-se desde 1887.
A Mionetto produz vinhos excepcionais com aclamação nacional e internacional.


Marc Woerner em ação na degustação

Espumante homenageia as tradições da região vitivinícola do Veneto e a longa história da família Mionetto. O vinicultor mestre contemporâneo Sergio Mionetto produz este vinho com base em uma fórmula transmitida por Francesco Mionetto, que fundou a adega em 1887. Trata-se como seu próprio site da vinícola coloca uma historia de amor e paixão pelo vinho. 


Em 1887, do amor e paixão do mestre do vinicultor Francesco Mionetto pela terra levou-o a abrir esta adega em meio às colinas suaves de Valdobbiadene, no coração da área de Prosecco.
Em seus cem anos de história, Mionetto é um exemplo brilhante da produção da Prosecco no cenário internacional.
Paixão, tradição, pesquisa são os valores fundamentais desta vinícola de marca única, com seu estilo inconfundível.
Em 2008 aquisição completa da vinícola pela Henkell International GmbH, um grupo alemão com sede em Wiesbaden e um dos principais produtores europeus de vinhos espumantes levaram a novas oportunidades de crescimento nos mercados italiano e internacional, mantendo a continuidade do estilo de gestão e laços culturais com o território de origem da adega.
Desde o início, Mionetto sempre foi uma empresa moderna e inovadora capaz de antecipar moda e tendências, ao mesmo tempo em que mantém um forte vínculo com as tradições de sua pátria, característica que ainda hoje separa de outros produtores de vinhos espumantes, que mantém seu próprio estilo único e inconfundível.


Em 1982, a família Mionetto introduziu a fermentação em autoclave através do método Charmat, que permite uma melhor preservação dos aromas e aromas da Prosecco. Esta fermentação controlada por temperatura adicional é recomendada para o Prosecco, a fim de ajudar a manter a frescura e aroma típico da uva na fase de engarrafamento. Portanto, o trabalho dos vinicultores no Mionetto não envolve apenas a produção de vinhos de alta qualidade, mas também implica a manutenção de uma parceria efetiva com produtores locais que, historicamente, forneceram uvas há gerações.
O DNA de Mionetto é uma integração de patrimônio, qualidade Premium, gosto e estilo se juntam como uma única emoção.
Degustação
- Mionetto Vivo Cuvée Oro Extra Dry
- Sergio Cuvée 1887 Rosé Extra Dry
-Mionetto Vivo Rose Extra Dry
- Prosecco Valdobbiadene Superiore DOCG
- Sergio Cuvée 1887 Extra Dry
- Prosecco DOC Treviso Brut






Edição de Texto e Fotos
Leila Bumachar

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Wines of Chile / Vinhos chilenos na RWFF 2017



Wines of Chile 2017 no Rio de Janeiro, este ano integrou a programação oficial da 5ª edição do Rio Wine and Food Festival/ RWFF,  
Em 23 de agosto no hotel Gran Meliá Nacional Hotel, Chile se fez presente em mais uma experiência numa degustação de prova livre, com cerca de 150 vinhos escolhidos das treze melhores vinícolas. Casa Silva, Viña Montes, Siegel Family Wines, Perez Cruz, Alto Quilipin, Apaltagua, Cono Sur, Bisquertt, Donoso Group, Carmen, Santa Carolina, Requingua e Cousiño Macul

Produtores e Enólogos Chilenos 
Chile lidera mercado de vinhos importados no Brasil, este país que exporta para 148 países, sendo que o Brasil é o quarto no ranking em termos de volume. Só no ano passado foram 4.8 milhões de caixas de vinho que aqui chegaram. O vinho chileno, inclusive, é o verdadeiro “embaixador” do país e seu maior cartão de visita. Os vinhos chilenos têm conseguido projetar seus rótulos mundialmente, bem como ganhar importantes prêmios nos mais variados concursos mundo afora. (dados WOC)
No Brasil o consumo de vinhos chilenos desde 2016 teve um expressivo aumento e mais uma vez o Chile fechou o ano liderando com folga o ranking de vinhos importados no Brasil. (pesquisa recente da International Consulting).
Wines of Chile é uma associação que representa a indústria chilena de vinhos, atua no Brasil com participações em alguns dos principais eventos de vinhos. “As atividades realizadas pela Wines of Chile no Brasil têm como principal objetivo apresentar a diversidade de terroirs, vales, uvas e técnicas da indústria do vinho no Chile. A altíssima qualidade e a variedade de nossos rótulos são validadas pelo consumidor brasileiro, que ano a ano tem apreciado cada vez mais os vinhos chilenos”, resume Angelica Valenzuela, diretora comercial da Wines of Chile
A Feira de Vinhos do Chile que foi inserida no Festival de Vinho e Gastronomia do Rio de Janeiro – o RWFF -, que é hoje uma das maiores e mais prestigiada iniciativas envolvendo o mundo do vinho, gastronomia e cultura existente no Brasil, sendo referência também fora do país. (dados RWFF)
Indústria do vinho chileno, que é o maior importador de vinho do Brasil, com uma participação de 40% neste mercado valioso.  Os vinhos do Chile brilharam na última apresentação no Rio de Janeiro. Grande potencial na produção e elaboração dos seus vinhos o Chile vem provando  ser hoje uma referencia mundial no mundo de vinhos.


Adicionar legenda



Blog agradece convite da Wines of Chile e RWFF 2017 



Edição  de texto e fotos: Leila Bumachar

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Tannat Tour RJ 2017


Tannat Tour 2017 no Rio de Janeiro foi realizado dentro da programação oficial do RWFF/  Rio Wine and Food Festival 2017.
Uruguai um país que o mundo está descobrindo segundo os maiores jornais de turismo: Best Trips, Country of the Year, Best in travel, New York Times (dados da INAVI)

Nos últimos 20 anos os vinhos do Uruguai têm conquistados aproximadamente 1000 medalhas em concursos mundo afora, com 190 bodegas, 24.5 litros consumidos per capita, este belo país vizinho ao Brasil, vem tendo um crescimento enorme na economia nos últimos anos, com o foco expressivo na viticultura. A localização privilegiada do Uruguai com a mesma latitude da região de Bordeaux, Mendoza, África do Sul, Chile e Nova Zelândia, vem provando ser ótimo para os vinhedos.
 
O time de enólogos e produtores na master class.

Tannat uva que se destaca no Uruguai e em concursos internacionais, também conhecida pelo nome de harriague
Ano 1870 imigrante de origem basca Dom Pascal Harriague, inicia a introdução de castas no solo uruguaio com o plantio e cultivo , a que que melhor se adaptou foi o Tannat.  Daí origem do nome da casta  no Uruguai.
Mas somente 100 anos por volta de 1970 novas técnicas de plantio e vinificação surgiram no país, hoje nem só de Tannat se destaca a introdução da outras castas como: Tintas: cabernet franc, cabernet sauvignon, merlot, pinot noir e syrah.
Brancas: chardonnay, sauvignon blanc, sémillon e viognier.

Brasil continua a ser o principal mercado para o qual as exportações nacionais de vinho são lideradas.
“O Tannat Tasting Tour 2017 oferece a possibilidade de encontrar mais de 125 rótulos uruguaios, e ter contato direito com diretores, enólogos e export managers das vinícolas. No total, os participantes terão a oportunidade de apreciar os destaques de 29 vinícolas uruguaias, recorde de participação na história dos Tannat Tours, o que indica que o interesse do Brasil pelos vinhos uruguaios é bem importante”, comenta José María Lez, Enólogo e Presidente do Instituto Nacional de Vitivinicultura (INAVI), órgão que representa oficialmente os vinhos do Uruguai. María Lez, Enólogo e Presidente do Instituto Nacional de Vitivinicultura (INAVI), órgão que representa oficialmente os vinhos do Uruguai.


Tannat Tour 2017
A beira da Lagoa Rodrigo de Freitas, um dos cartões postais do Rio de Janeiro, no clube Naval Piraquê, aconteceu a master class para imprensa e convidados.
O Melhor do Uruguai. 14 rótulos tops, com a presença de se seus produtores enólogos, falando de todos os vinhos desde terroir, casta e processo de elaboração.

Antigua Bodega - Prima Donna Tannat 2013,   Bouza - Monte Vide Eu 2015,       Casa Grande – Super Blend 2015,   Castillo Viejo – Catamayor Pinot Noir 2015,   Familia Traversa – Viña Salort Syrah Tannat 2015, Favretto Dragone - Espumoso Natural Felicia 2016, Finca Narbona – Luz de Luna Tannat 2013,       Giménez Mendez - Alta Reserva Tannat 2015, Montes Toscanini – Gran Tannat 2013,  Nabune – Corte Barrica 2016,  Pizzorno - Don Prospero Maceración Carbónica 2017, Rodríguez Bidegain – Licor de Tannat Roble 2011,   Varela Zarranz – Tannat Crianza 2015,  Viña Edén – Tannat Reserva 2015


Ao termino um almoço foi servido a moda uruguaia churrasco de cordeiro.



Inciamos a tarde com  nova degustação das 29 vinícolas presentes com mais de 125 rótulos de vinhos. Aqui cito alguns entre os tantos presentes: Alto de la Ballena, Antigua Bodega, Ariano, Bracco Bosca, Carrau, Casa Grande, Castillo Viejo, De Lucca, El Capricho, Establecimiento Juanicó, Familia Dardanelli, Familia Traversa, Favretto y Dragone, Finca Narbona, Garzón, Gimenez Mendez, H. Stagnari, Marichal, Montes Toscanini, Pisano, Pizzorno, Rodríguez Bidegain, Varela Zarranz, Viña Edén, Viña Progreso, Viñedo de los Vientos


O blog agradece a Martin Lopéz  da INAVI convite para master class e  feira de vinhos uruguaios , e   RWFF e grupo Baco.



Edição de texto e fotos Leila Bumachar.