sábado, 13 de novembro de 2010

50 Melhores Vinhos de Portugal - Viniportugal



Viniportugal realizou no Rio de Janeiro no dia 10 de novembro a degustação dos “ 50 Melhores Vinhos Portugueses para o Brasil”, 2010.
Para esta primeira edição no mercado brasileiro foram convidados como jurados Marcelo Copello, e Charles Metcalfe.
Pecorreram as regiões do Algarve, Lisboa, Península de Setúbal, Tejo e Alentejo ,as regiões de Vinho Verde, Douro e Beiras
Com o critério da ViniPortugal, a seleção foi um total de 50 vinhos,
Nos quais 40 irão fazer parte do TOP 40 os restantes do TOP 10 Best value.
Ocorreram 3 degustações as cegas com 7-6 vinhos em cada uma
Foram DOURO VERSUS ALENTEJO TINTOS.
Quinta do Castro Vinha Maria Tereza- Douro - 2007
Pera Manca- Alentejo - 2007
Rótulo Dourado - Alentejo - 2007
Pintas Douro - 2008
Abandonado - Douro- 2007
Mouchão Tonel 3-4 - Alentejo- 2005
Brancos
Quinta dos Carvalhais Enruzado - Dão 2008
Four C - Dão
Redoma Reserva - Douro - 2008
VZ- Douro - 2008
Quinta de Foz de Arouce- Beiras - 2009
Quinta das Bageiras Garrafeira- Bairrada - 2004
Vale d'Algares D' Alvarinho - Tejo 2008
Novidades
Afros Vinhão - VV- 2009
Senhor d'Adraga- Lisboa - 2007
Tributo - Tejo 2008
Garrafeira - Bairrada 2005
PV - Douro - 2007
Referencia- Douro - 2008
Secret Spot Moscatel - Douro 2007

Fotos Marco Rodrigues e Oscar Daut


 




domingo, 5 de setembro de 2010

Filandia - Helsinque


O prato típico da Finlândia é a famosa mesa de entradas nórdicas, Smörgasbord a qual apresenta dúzias de variedades de peixe, carne e fatos assim, como de saladas (embora também podem encontrar-se sopas e pratos de cozimento lento).
Em um país de água e de pesca precisa experimentar os diferentes pratos a base de peixes, como o arenque do Báltico à marinheira, assado ou ao forno, lucio, tímalo, farra ou lota ao molho, ao forno, empanados ou defumados, sem esquecer o salmão fresco defumado ou em salazão. As ovas de lota, escassas demais para serem exportadas, são um manjar servidas com cebola e creme agra, tudo isso rociado com a célebre vodka finlandesa.
No outono aparecem nos bosques os cogumelos, das que há centenas de espécies comestíveis, com outras venenosas, pelo que recomenda-se comprá-los no mercado ou degusta-los em restaurantes. Também cabe destacar o alce, cuja carne guisada resulta maravilhosa. Entre as comidas regionais há que experimentar as empadinhas de Karelia, recheadas de batata ou arroz, os pães recheados de peixe, o queijo de pão e os frutos selvagens dos bosques, que são algumas das maravilhas da gastronomia finlandesa.
Helsinki é famosa pela comida russa mas seus altos preços também são. Em geral comer nos restaurantes da Finlândia, pode resultar algo caro mas existem cardápios do dia, servidos entre as 11.00 e as 14.00 horas, que incluem salada, pão, leite ou café por um bom preço. Não esqueça que, mais que a variedade, o que carcteriza à comida finlandesa é sua frescura.
Bebidas
Os finlandeses bebem nas comidas água, leite ou cerveja. É possível, também, encontrar uma grande variedade de excelentes vinhos de importação.
A Catedral de Uspenski, é uma construção quase minimalista se compararmos às catedrais católicas contemporâneas dela, ou mesmo à Catedral Ortodoxa de Helsinque.
O órgão de tubos é impressionante.
Em toda cidade a nao todo encontra-se lojas com artigo natalinos!! segundo a lenda!!
A carne de Rena servida em restaurantes tipicos filandeses e deliciosa...
Em cada canto da velha cidade no final do dia nos meses de verão julho e agosto concerto com jovens violinistas....









Edição de texto e fotos
Leila Bumachar

terça-feira, 3 de agosto de 2010

IL BEL PAESE


Il Bel Paese



Foi uma noite maravilhosa o encontro de amigos, memorável menu perfeito com a harmonização dos vinhos italianos em breve viagem por Emilia-Romagna, Puglia e Veneto
Local  Osteria dell’Angolo  em Ipanema!
Tenho certeza que todos saíram, agradecendo arte da gastronomia italiana e ao deus Baco!
Na mitologia romana, Baco era o deus do vinho, das festas, do lazer, do prazer e da folia. Filho do deus Júpiter (deus do dia) com a mortal Sêmele, Baco era considerado pelos romanos como um amante da paz e promotor da civilização.
Com a presença da enóloga francesa Jeanne Marioton  e seus valiosos comentários .

Menu elaborado  pelo chef veneziano Alessandro Cucco.
Antepasti
Especialidades da região • Tábua de queijos e frios

Lambrusco dell’Emilia La Foiéta • Fratelli 2008 - Uma bela surpresa!

Primeiro Prato
Maccheroni al ferro com camarão • massa fresca e artesanal

Capoposto “Negro Amaro” • Alberto Longo 2006

Segundo Prato
Faraona ai funghi com sua deliciosa polenta bianca tartufata

Valpolicella Super Ripasso • Corte Rugolin 2006
&
Amarone Clássico • Corte Rugolin 2003

Sobremesa
Sorbetto de limão com abacaxi

IDEALIZAÇÃO&COORDENAÇÃO
L.Bumachar Consultoria Empresarial
Fotos L. Bumachar Consultoria





















José Maria da Fonseca. Um pioneiro na vitivinicultura portuguesa.







A casa José Maria da Fonseca tem o nome do seu fundador, nascido em 1804 na aldeia de Vilar Seco, concelho de Nelas, em plena região do Dão. Fundada em 1834 em Vila Nogueira de Azeitão, é a mais antiga produtora de Vinhos de Mesa e Moscatel de Setúbal, mantendo-se até hoje na posse dos seus descendentes.
Homem de grande visão, José Maria da Fonseca foi um pioneiro na vitivinicultura portuguesa. A substituição do trabalho braçal pelo arado e o alargamento do compasso entre as cepas para melhor exposição solar foram duas inovações amplamente elogiadas na sua época. A ele se deve também a introdução de novas castas na região, como o Castelão Francês, que trouxe da Estremadura, bem como a substanciais melhorias no Moscatel de Setúbal.
Em 1857, D. Pedro V confere a José Maria da Fonseca a Ordem da Torre e Espada de Valor, Lealdade e Mérito. À data de sua morte, em 1887, a empresa possui marcas de prestígio reconhecidas nacional e internacionalmente, sendo os seus produtos exportados para todos os continentes.
A Antônio Porto Soares Franco, representante da quinta geração da família e enólogo diplomado em Montpellier, se deve o surgimento de dois vinhos rosés que representam duas grandes marcas produzidas pela José Maria da Fonseca: Faísca e Lancers. Este último, lançado nos Estados Unidos em 1944, mantém-se ainda hoje líder destacado dos vinhos portugueses importados e consumidos naquele país.
A introdução do primeiro vinho branco de grande sucesso no mercado nacional surge em 1945 com o Branco Seco Especial (BSE) e, uma década mais tarde, em 1959, é lançada a marca Terras Altas com vinhos do Dão. Os vinhos Pasmados, inicialmente conhecidos como Branco Velho e Tinto Velho, adquirem a sua identidade própria em 1959.

A marca Palmela Superior dá origem, a partir de 1969, aos vinhos Camarate Clarete, Camarate e, a partir de 1985, Quinta de Camarate. Finalmente, em 1945 começa a produção dos vinhos de garrafeira identificados por secretivas siglas que os tornam autênticos objetos de coleção: P, DA, AE, CB, EV, são os primeiros de uma longa série de mais de vinte garrafeiras de diferentes origens que conferem à José Maria da Fonseca uma reputação assinalável na produção deste tipo de vinhos.

A compra em 1986 da Casa Agrícola José de Sousa Rosado Fernandes, em Reguengos, alarga a oferta de Vinhos de Quinta da José Maria da Fonseca, sendo atualmente o José de Sousa o único vinho português produzido em talhas de barro.
O crescimento das vendas de Periquita, com uma fortíssima presença nos mercados externos, do BSE e do Moscatel de Setúbal e, a nível de pequenas produções, o sucesso do José de Sousa, do D'Avillez, e dos três vinhos de garrafeira CO, TE e RA, confirmam a aposta da José Maria da Fonseca no desenvolvimento de um portfolio de produtos de qualidade.
A partir de 1995, novos vinhos como o Periquita Clássico, os Primum e a Coleção Privada, conferem à José Maria da Fonseca uma certa harmonia entre a força da tradição e a criatividade à volta de novos vinhos apetecíveis às novas tendências de consumo.

A José Maria da Fonseca encontra-se atualmente na posse da sexta geração dos seus descendentes diretos, desde que Antônio Soares Franco assumiu a presidência em 1986 e o seu irmão Domingos, diplomado em Enologia pela Universidade de Davis, na Califórnia, assegura a vitivinicultura e cria um estilo muito próprio e personalizado dos vinhos que caracterizam a casa.

Em Abril de 1996 a J.M. da Fonseca Internacional Vinhos e a marca Lancers são adquiridas ao grupo britânico IDV, tornando a José Maria da Fonseca a maior empresa do sector detida por capitais exclusivamente portugueses.

Neste mesmo ano, a empresa obtém o reconhecimento, pelo IPQ, da qualidade do seu processo de produção e engarrafamento segundo a norma ISO 9002, sendo o primeiro produtor de vinhos de mesa a receber tal distinção.

A estratégia de crescimento passa também pelo aumento significativo da área de vinha, e consequentemente pelo aumento da produção própria no conjunto total das vendas. A José Maria da Fonseca detém, neste final de século, 600 hectares de vinha, 500 dos quais na Península de Setúbal e os restantes no Alentejo. A estes devem juntar-se 150 hectares de gestão por conta de terceiros.





Visita/Degustação Guiada em ano 2010.























Fotos/ fonte de dados e edição do texto:

Leila Bumachar
Informaçoes:
http://www.jmf.pt
www.azeitao.net
vinhos/pt/historia.html



terça-feira, 22 de junho de 2010

Un Giro per la Toscana

Un Giro per la Toscana




Uma pequena viagem desgustativa, em torno de uma das mais belas regiões da Itália TOSCANA, e de seus maravilhosos vinhos, com orientação da enóloga francesa Jeanne Marioton em uma apresentação descontraída, cheia de curiosidades e informações.
Um tour pela gastronomia da região, provando saborosas iguarias assinadas pelo chef italiano Roberto Dalla Corte do ENOSFERA.

VINHOS DEGUSTADOS
 Bianco Toscano Floris
Produtor: Rossetti
Safra: 2008

Rosso Toscano
Produtor: Bártoli Giusti

Safra: 2008

Apelação: Chianti DOCG
Chianti Velio
Produtor: Rossetti

Safra: 2007

Apelação: Rosso di Montalcino DOC
Rosso di Montalcino
Produtor: Bartoli Giusti

Safra: 2007

Apelação: Brunello di Montalcino DOCG
Brunello di Montalcino
Produtor: Bartoli Giusti

Safra: 2007

Idealizaçoa, Coordenação e Fotos L. Bumachar Consultoria Empresarial

IMPORTADORA: ENOSFERA http://www.enosfera.com.br/
Enologa Jeanne Marioton, vinho e Mesa


OS ANIMADOS PARTICIPANTES!

A SORTUDA DA NOITE !!






 ENÓLOGA EM AÇÃO!




Idealizaçoa, Coordenação e Fotos L. Bumachar Consultoria Empresarial
Texto Leila Bumachar
IMPORTADORA: ENOSFERA http://www.enosfera.com.br
Enologa Jeanne Marioton, vinho e Mesa

domingo, 9 de maio de 2010

Uma volta por Istambul em 3 dias

Em Istambul segui um pouco este belo  roteiro de 36 horas em Istambul by Jennifer C0nlin do New York Times Syndicate. 
As dicas foram preciosas para elaborar meu roteiro na volta a Istambul depois de 10 dias rodando outras cidades da Turquia.



Do perfil da cidade, contendo tanto minaretes quanto torres de igrejas, ao chamado à oração competindo com música lounge em um café badalado, Istambul é a única grande cidade presente em dois continentes. Apesar de ser conhecida por vistas que datam de milhares de anos, ela também conta com uma cena contemporânea fascinante, e frequentemente ignorada, que está finalmente recebendo atenção internacional. Como uma Capital da Cultura Europeia de 2010, a cidade está exibindo artistas locais tanto em áreas históricas quanto nos novos museus, em outro exemplo de como Istambul está entre as cidades visualmente mais estimulantes do mundo.






Primeiro dia:
Caminhada no início da noite pela avenida mais famosa de Istambul, Istiklal Caddesi, uma via de pedestres no distrito Beyoglu, repleta de butiques, restaurantes, patisseries e galerias.
 Parada no  Ada Cafe & Bistro , um café moderno que também serve como livraria e loja de música, e belo café turco.
Mesmo com tempo curto sentar no  terraço e observar a diversidade de Istambul, desde as mulheres muçulmanas conservadoras usando lenços de cabeça até adolescentes vestindo o mais recente Versace.
Happy Hour
No topo do edifício Misir Apartments fica o 360 Istanbul um bar e restaurante de cobertura com uma vista que faz jus ao seu nome. 
Com uma taça de belo vinho de origem Turca, aprecie  a vista do  Bósforo, Hagia Sophia, até mesmo o Mar de Mármara. Desfrute também da vista interna, já que este bar da moda, em aço e vidro, é um dos locais mais altos para ver e ser visto tanto pelo jet set quanto pelos cidadãos mais glamourosos de Istambul.
Jantar
Prepare-se para caminhar por ladeiras íngremes ao andar em Cihangir, um bairro dentro de Beyoglu conhecido por sua arquitetura e comunidade criativa de artistas, escritores e tipos de mídia. Com uma mesa no badalado  Meyra Cafe and Restaurant , que oferece a atmosfera distinta do bairro. Para começar, experimente a patlican (berinjela) assada com mussarela e molho de tomate, e o boregi – massas recheadas com ricota e filé mignon servido com coalhada, alho e hortelã. Tudo com outro excelnte vinho turco harmonizando.
Ultimo drink da noite, música do Gueto 
Música contemporânea em um ambiente da moda, um music lounge aberto em 2007 e que se tornou um dos pontos mais falados da cidade. Situado em uma ex-padaria com teto abobadado e afrescos, o Ghetto parece quase uma igreja em sua dedicação a novos artistas que tocam world music, progressivo e jazz. Os shows começam às 22h nas quintas, 22h30 nas sextas e sábados

Segundo dia 
Café da manha e almoço com arte.
Aberto em 2005 em um depósito no Bósforo, o Istanbul Modern  conta não apenas com dois andares de obras de arte contemporâneas de artistas locais, mas também com um jardim de esculturas, biblioteca e restaurante.
Almoço no terraço cheio de estilo com vista para o Bósforo, onde a vista rivaliza com a arte. Incrivelmente, a comida, uma mistura de pratos turcos e europeus, também é ótima. 
Fizemos a reserva para uma  mesa ao ar livre.
Tarde
Passeio no Estreitode Bósforo.
Novamente de volta ao Bosforo seguimos para empresa TurYol uma empresa que opera embarcações menores e mais velozes tanto para moradores locais quanto turistas.
Ela oferece um passeio de 90 minutos com saída do porto de balsa Eminonu, no pé da Ponte Galata, ao lado do Chifre de Ouro, indo até Rumelihisari, local de um forte otomano no trecho mais estreito do Bósforo, antes de retornar para Eminonu
O capitão tenta permanecer o mais próximo possível da costa, para que você possa conferir as encantadoras velhas casas de madeira otomanas, as novas residências de luxo e muitos restaurantes finos, clubes e hotéis elegantes que margeiam ambos os lados do estreito.
Obs Este passei é imperdível .
Final da tarde Galerias e +Arte+Politica
O Misir Apartments pode parecer como qualquer outro edifício belamente restaurado do século 19 em Istambul, mas ele na verdade abriga algumas das galerias de arte mais bacanas da cidade. Visitaa Galerist e Galeri Nev .Ambas exibem obras de artistas locais que recentemente chamaram a atenção de marchands internacionais. Grande parte das exposições não são apenas provocantes, mas também controversas, lidando com uma série de temas políticos e sociais que marcam a Turquia moderna.
Jantar
Mikla, no Marmara Pera Hotel, por suas vistas espetaculares assim como pela sua decoração elegante, moderna. Projetado como um espaço de living multidimensional ao ar livre, você pode facilmente se sentir parte da silhueta da cidade. O cardápio mediterrâneo-escandinavo pode soar estranho no início funciona. 
Obs.Meu hotel em Istambul excelente serviço e localização ,,, Marmara!
Ultimo drink umpaseio
Andamos apos o jantar para a Fransiz Sokagi ,Rua Francesa, onde um projeto de reforma de dois anos, que teve início em 2004, presta homenagem aos muitos franceses que viveram em Beyoglu no século 19.
Curiosidade que encontrei "as as pedras na rua foram arranjadas por arquitetos de Paris e os postes de luz a gás de carvão com 100 anos vieram de Paris".
Com varios cafés ao ar livre ao longo das ruas , ao longo da noite ficam umpouco barulhentos e cheios. Aproveitei a dica de um local a cobertura do Artiste Terasse , com mais uma vista espetacular de Istambul.

Terceiro Dia 
Café da manha no Four Seasons at the Bosporus . com um farto bufe e  seu amplo terraço de mármore à beira-mar, com grandes vistas do Bósforo e da margem asiática.
Um café da manhã à beira-mar, onde o tema vermelho e branco se espalha dos guarda-sóis das mesas aos gerânios e almofadas das cadeiras.Da doca privada, é possível ver os hóspedes chegando em seus próprios barcos. Relaxando para despedida.
Os táxis  em torno da área principal da cidade são abundantes. Mas o transito é caótico


Hotel Mamara Taskin








Texto e Foto
Leila Bumachar