terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Origem do Vinho Libanês - Parte I


Líbano está entre os mais antigos da produção de vinho no mundo
Os fenícios da sua faixa costeira foram fundamentais na divulgação de vinhos e vinhedos em todo o Mediterrâneo em tempos antigos.
Repleto de simbologia, impregnado de religiosidade e misticismo, o vinho surge desde os tempos mais remotos desempenhados um papel de relevo em quase todas as civilizações muito cedo na nossa literatura, tornando-se fonte de lendas e mitos.
Os arqueólogos aceitam acúmulo de sementes de uva como evidência da elaboração do vinho. Segundo escavações na Síria, na Turquia, no Líbano e na Jordânia revelaram sementes de uvas da Idade da Pedra, cerca de 8000 a.C.
É provável que os Fenícios em 3000 a.C. levaram videiras da região do Cáucaso para plantarem onde hoje é o Líbano e de lá comercializarem por toda Europa.
Já o Líbano, um dos países originários da Fenícia, predominantemente católico maronita, manteve a sua história na vinicultura até os dias de hoje, produzindo vinhos de excelente qualidade, totalmente naturais, plantados em vales a 3000 de altitude e protegidos por cadeias de montanhas que cercam a costa do mediterrâneo.
Certas características da forma são peculiares a uvas cultivadas, e as descobertas são do tipo de transição entre a selvagem e a cultivada.
Mesmo alguns países da Europa possuindo grande tradição na vinicultura, representatividade na produção mundial, no consumo interno e em superfície plantada, sua história inicia-se em 500 a.C como Espanha e Portugal
Primeiro e oitavo em superfície plantada respectivamente/Primórdios dessa história, sem dúvida, tem a contribuição da Ásia e dos navegadores Fenícios
Há inúmeras lendas sobre onde teria começado a produção de vinhos e a primeira delas esta no Velho Testamento, no capítulo IX do Gênesis. Diz que Noé após ter desembarcado os animais, plantou um vinhedo do qual fez vinho, bebeu e ficou bêbado.
Recentemente, o setor de vinhos tem notado um crescimento sem precedentes. O número de vinícolas passou de cinco em 1998 para mais de 30 hoje em dia.

Vitis vinifera evidência da Roma antiga mostra vinho foi cultivado e domesticado no Líbano, pelo menos dois mil anos antes de Alexandre, o Grande. Vines cresceu rapidamente na terra de Canaã, a faixa costeira do Líbano de hoje, e os vinhos de Byblos Gubla, Gebal, Jubail, Jbeil foram exportados para o Egito durante o Império Antigo (2686 AC-2134 AC).
Os vinhos de Tiro e Sidon eram famosos em todo o Mediterrâneo antigo, embora nem todas as cargas chegassem ao seu destino.
Como os primeiros grandes comerciantes de vinho 'Cherem', os fenícios parecem ter protegido da oxidação com uma camada de azeite, seguido de um selo de madeira de pinho e resina - este pode muito bem ser a origem do grego gosto pela retisna.
Vinho desempenhou um papel importante na religião fenícia, e  grego / romano deus Dionísio / Baco pode ter se originado nos rituais de vinho de Canaã. Certamente, o grande templo em Heliópolis/Baalbek.
Local em que encontra-se muitas representações de vinhas e winedrinking, a mais famosa captada por David Roberts em fotos como. 'Baalbec - ruínas do templo de Baco'
Uma vez que o Líbano se tornou parte do Califado, a produção de vinho diminuiu, embora sob o sistema de milho foi tolerada entre a população cristã para fins religiosos. A Vinificação foi revivida em 1857, quando jesuítas plantar Cinsaut vinham da Argélia no Chateau Ksara perto Zahlé na região central Beqaa Vale
Baalbeck-chamada Heliópolis, "cidade do sol", pelos gregos e romanos  /Vale Bekaa
Quando o francês François-Eugène Brun lançou a pedra fundamental do Domaine des Tourelles em Chtaura de volta em 1868, ele não poderia ter sabido que ele tinha acabado de começar a escrever a maravilhosa história do vinho do Líbano. Pioneiro, viria a se tornar um dos maiores embaixadores da terra dos Cedros, a vinícola é mais do que nunca da lista de melhores do Líbano entregando um dos vinhos mais emocionantes do Médio Oriente. 
O jovem, François-Eugène foi contratado por uma empresa Otomano responsável pela construção da estrada Beirute-Damasco precisamente a um vilarejo chamado Chtaura, no Vale do Bekaa.  Deslumbrado e cativado pela paisagem da planície que o lembrou de sua terra natal, ele decidiu se estabelecer em Chtaura, onde fundou em 1868 Domaine des Tourelles.  Tornando sua vinícola a primeira adega comercial no Líbano vinhos.

No final da guerra civil, em 1990, os agricultores reviveram uma tradição que remonta 6000 anos - produção de vinho. 
Trouxe um novo impulso para a viticultura e pudemos acompanhar o renascimento dos vinhos libaneses para a criação de Domaine Wardy em 1997 e Massaya em 1998, que marcou o envolvimento ativo das dinastias vinho francês no Bekaa vale. 
Vinhas são bem adaptados à altitude do vale e clima. Videiras jovens são bem regadas Durante o inverno, às uvas amadurecem e facilmente durante o quente e ensolarado de verão. Há agora uma dúzia de vinícolas no Vale do Bekaa, produzindo mais de seis milhões de garrafas por ano. Dois milhões de garrafas são exportadas, principalmente para a França, e uma média de duas novas vinícolas estão se abrindo a cada ano. E, assim como outras regiões vinícolas do mundo, degustação de vinhos tornou-se uma importante atividade turística no vale. (dados de 2006)
Castas
Enólogos libaneses têm favorecido uvas francesas, particularmente Cabernet Sauvignon, Merlot e varietais Rhone como Cinsaut, Carignan e Grenache.
No entanto, o Líbano tem uma rica herança de uvas que estão atraindo mais atenção: Musar branco é feito de uma mistura de Obeideh e Merwah; Domaine Wardy 's Clos Blanc é uma mistura de Chardonnay, Sauvignon Blanc, Viognier, Muscat, e icônico indígena Obeideh. 



Edição de texto e fotos 
Leila Bumachar
Fontes e fotos:
http://pt.wikipedia.org

http://www.chateaumusar.com.lb

http://www.domainedestourelles.com

domingo, 8 de dezembro de 2013

Sud de France parte I



SUD DE FRANCE 

Situadas na região sul, na costa mediterrânea, estas duas AOC são praticamente continuas.
O Languedoc está mais a leste e faz limite com o extremo oeste da Provence, enquanto o Roussillon está mais a sudoeste, estendendo-se até os Pirineus, quase na fronteira com a Espanha. 
As cidades de maior destaque do Languedoc são Nîmes, Montpellier, Sète e Bézier e as do Roussillon são Narbonne, Carcassone, Minervois, Saint-Hilaire e Limoux. 
Essas duas regiões produzem principalmente vinhos tintos, seguidos dos brancos espumantes, brancos doces, brancos tranquilos secos e rosés.
A região do Languedoc-Roussillon produz também muitos Vin de Pays, geralmente varietais, produzidos com algumas uvas típicas da região e também Cabernet Sauvignon, Merlot, Viognier, Chardonnay.
Languedoc – Roussillon é o maior vinhedo do mundo. Do Rhone até a fronteira espanhola, é cinco vezes maior do que o vinhedo da Austrália. Sua diversidade geológica e geográfica confere-lhe terrois únicos e inesperados.

Os vinhos tintos imperam na região, quase todos são feitos de um blend de cinco uvas sulistas clássicas, cuja mistura é regulamentada pela AOC. A Syrah, famosa na região vizinha do Vale do Rhone,é cada vez mais popular; as catalãs Mourvèdre e Carignan, fazem vinhos escuros, tânicos e condimentados. A Grenache e Cinsaut, muito cultivada são frutadas e fáceis.


Apelações (entre as mais importantes e conhecidas no Brasil) 
        Languedoc
  • Blanquette-de-limoux
  • Cabardès
  • Corbières
  • Faugères
  • Fitou
  • Languedoc
  • Limoux
  • Malepère
  • Minervois
  • Muscat-de-lunel
  • Muscat-de-mereval
  • Saint-chinian
         Roussillon

  • Banyuls
  • Collioure
  • Côtes-du-Roussillon
  • Maury
  • Muscat-de-rivesaltes
  • Rivesaltes

II Salão de Vinhos Sud de France 1 de outubro em Rio Hotel Othon Palace 

1/10/2013.




Premiére Bulle

Em 1531, um século antes de Dom Perignon inventar a champagne, os monges Beneditinos da Abada de St Hilaire, na região de Limoux, no sul da França, produziram o primeiro espumante do mundo.


O senhor da região, o Sieur d ́Arques, costumava comemorar suas vitórias com esse elixir. Assim nasceu a blanquette de Limoux, hoje um dos espumantes mais apreciados na França e no mundo! 
Esta história toda está presente em cada uma das garrafas dos vinhos do Bulle de Blanquette Brut Nº1,conhecido e admirado por todo “Bulle” significa “borbulha” ou “bolha”e “Nº1” vem da perspectiva histórica (“a primeira bolha do mundo”)






BIB`ART   Puech-Haut





O produtor do Château Puech-Haut, da região do Languedoc, Gérard Bru,com a ideia de personalizar os barris de carvalho reais, convidou uma gama de artistas dando carta branca para expressarem sua criatividade.
Apos 3 anos de uso de suas barricas utilizadas nas vinícolas, estas mesmas são cedida a estes artistas e assim a criação toma sua forma na história da arte.
A atual coleção se aproxima ao número de 140 barricas, as quais podem ser apreciadas e visitadas na sede da vinícola e são denominadas de BIB`ART. 


Art & WineTour
A coleção, iniciada em 2000, agora com mais de uma centena de peças, é exibida no "Art & Wine Tour."  em lugares como ,Montpellier, Bruxelas, Londres, Xangai, Copenhague.
Nesta rodada pelo mundo ", Wine & Art Tour" é uma grande vitrine para esses artistas que se encontram unidos não somente na criação desta coleção, mas também  como um cartão de prestígio para Languedoc-Roussillon  aonde os vinhos cujo domínio Puech-Haut é um dos representantes mais dignos.







Edicáo de texto e fotos
Leila Bumachar
Fontes: (wikipedia.org/)/ww.puech-haut.com
Fotos: L. Bumachar Consultoria 

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Tour Natalino! Árvore de Natal pelas cidades do mundo e sua origem/ ano 2013

Mosaico de Jesus como Christo Sole (Cristo, o Sol) no Mausoléu M na necrópole do século 4 sob a Basílica de São Pedro, em Roma.

A árvore de Natal é considerada por alguns como uma "cristianização" da tradição e rituais pagãos em torno do Solstício de Inverno, que incluía o uso de ramos verdes, além de ser uma adaptação de adoração pagã das árvores.
Civilizações antigas que habitaram os continentes europeu e asiático no terceiro milênio antes de Cristo já consideravam as árvores como um símbolo divino. Eles as cultuavam e realizavam festivais em seu favor.
Essas crenças ligavam as árvores a entidades mitológicas. Sua projeção vertical desde as raízes fincadas no solo marcava a simbólica aliança entre os céus e a mãe terra.
Na Assíria a deusa Semiramis havia feito uma promessa aos assírios, de que quem montasse uma árvore com enfeites e presentes em casa no dia do nascimento dela, ela iria abençoar aquela casa para sempre.
Entre os egípcios, o cedro se associava a Osíris. Os gregos ligavam o loureiro a Apolo, o abeto a Átis, a azinheira a Zeus. Os germânicos colocavam presente para as crianças sob o carvalho sagrado de Odin.
Nas vésperas do solstício de inverno, os povos pagãos da região dos países bálticos cortavam pinheiros, levavam para seus lares e os enfeitavam de forma muito semelhante ao que faz nas atuais árvores de Natal. Essa tradição passou aos povos Germânicos. A primeira árvore de Natal foi decorada em Riga, na Letônia, em 1510.

Príncipe Alberto e família junto à Árvore de Natal no palácio real britânico - (Natal de 1846)

No início do século XVIII, o monge beneditino São Bonifácio tentou acabar com essa crença pagã que havia na Turíngia, para onde fora como missionário. Com um machado cortou um pinheiro sagrado que os locais adoravam no alto de um monte. Como teve insucesso na erradicação da crença, decidiu associar o formato triangular do pinheiro à Santíssima Trindade e suas folhas resistentes e perenes à eternidade de Jesus. Nascia aí a Árvore de Natal
Sobre a procedência da árvore de Natal, a maioria delas indicando a Alemanha como país de origem, uma das mais populares atribui a novidade ao padre Martinho Lutero (1483-1546), autor da Reforma Protestante do século XVI. ““ Olhando para o céu através de uns pinheiros que cercavam a trilha, viu-o intensamente estrelado parecendo-lhe um colar de diamantes encimando a copa das árvores. Tomado pela beleza daquilo, decidiu arrancar um galho para levar para casa. Lá chegando, entusiasmado, colocou o pequeno pinheiro num vaso com terra e, chamando a esposa e os filhos, decorou-o com pequenas velas acesas afincadas nas pontas dos ramos. Arrumou em seguida papéis coloridos para enfeitá-lo mais um tanto. Era o que ele vira lá fora. Afastando-se, todos ficaram pasmos ao verem aquela árvore iluminada a quem parecia terem dado vida. “”
Há outras versões, porém, a moderna árvore de natal teria realmente surgido na Alemanha entre os séculos XVI e XVIII.
Não se sabe exatamente em qual cidade ela tenha surgido. Durante o século XIX a prática foi levada para outros países europeus e para os Estados Unidos. Apenas no século XX essa tradição chegou à América Latina.
Atualmente essa tradição é comum a católicos, protestantes e ortodoxos

Nascia assim  árvore de natal

O dia de montar as decorações natalinas varia em cada país. No Brasil, o dia certo para montar a Árvore de Natal é no Domingo mais próximo do dia 30 de Novembro, dia que marca o início do Advento.
Em Portugal, é costume montar a Árvore de Natal no dia 8 de Dezembro, dia de Nossa Senhora da Conceição, padroeira do país.
No dia 6 de Janeiro, comemora-se o Dia de Reis, data que assinala a chegada dos Três Reis Magos à Belém, encerrando a magia do Natal, quando a árvore de natal e demais decorações natalinas são desfeitas. 
árvore de Natal , nos dias de hoje na época natalina está em quase todas as capitais do mundo,  simbolizando paz, alegria , esperança e Vida.


Um Giro de algumas belas árvores de natal pelo mundo! 


Itália em Gubbio, no Monte Ingino, 500 lâmpadas são ligadas a cabos para projetar luzes neon de diferentes cores.

No centro histórico de Salerno, na Piazza Portanova 

Em  2009 Cidade do México, o “Paseo de la Reforma” 

Estocolmo, na Suécia.

Lisboa, Portugal


Porto, Portugal

Rovaniemi , Finlândia.

 Estrasburgo, França

 Trafalgar Square, Londres,UK

Tóquio . Japão. Árvore foi feita de 40 quilos de ouro puro, mede cerca de 2,4 metros de altura e 1,2 metro de diâmetro. Ela é decorada com silhuetas recortadas em ouro puro de 50 personagens populares da Disney. 

Madrid, Espanha


Nova York, USA, Rockefeller Center e sua tradicional Christmas Tree Lighting Ceremony"  


The Grove Christmas Tree Lighting, em Los Angeles, USA



 Galeries Lafayette, Paris, França



Pequim ,China



 Parque  Ibirapuera, São Paulo, Brasil


Rio de Janeiro, Brasil. Árvore de Natal da Lagoa, consideradas pelo Guinness Book of Records a maior árvore de Natal flutuante do mundo, com 85 metros de altura.


Ano 2014 - Rio de Janeiro Brasil.




Ediçoa de texto e fotos Leila Bumachar

Fotos. Getty Images,Kazuhiro Nogi/AFP/,inauguracao-arvore-de-natal-da-bradesco-seguros

Pesquisa wikepedia , http://pt.wikipedia.org/wiki/Natal

sábado, 23 de novembro de 2013

Le Beaujolais Nouveaux est arrivée!





Le Beaujolais Nouveaux est arrivée!



Um Pouco da História...

“ O beaujolais é um vinho de prazer, de amigos, de café, de pão quebrado com as mãos, de petiscos sobre o guardanapo de papel, para ser bebido sem modos.”
Bernard Pivot, jornalista e critico literário francês 


Os romanos foram os primeiros a plantar  as uvas nesta região, seguido pelos monges Benadictine na Idade Média.
Os duques de Beaujeu,  de quem a região é chamada, fez os vinhos da moda.

Quando as ferrovias foram construídas no século 19,  a popularidade  do Beaujolais  tomou fronteiras, especialmente para Paris, quando a mania de "Nouveau" ou "en primeur" começou.  

Beaujolais produzia sempre um vinho de l’année, em comemoração a fim da colheita, porem até a época da Segunda Guerra Mundial este vinho era somente destinado ao consumo local.
Beaujolais AOC foi fundando em 1937, nas regras da AOC ,significava que o vinho Beaujolais só poderia ser vendido oficialmente depois de 15 de dezembro do ano da colheita.
Regras que foram modificadas em 13 de novembro de 1957 pela União Interprofessionnelle des Vins du Beaujolais (UIVB) que formalmente estabeleceu e definiu a data de 15 de novembro como a data de lançamento, que se tornaria a ser conhecida como Beaujolais Nouveau.

Beaujolais nouveau um vinho feito de uvas  Gamay, num processo conhecido como maceração carbônica, onde as uvas fermentam em cubas por esmagamento e a pele da uva é estourada na fermentação.
É uma casta francesa típica da região de Beaujolais (Borgonha), sua cor púrpura –rosa, carateriza sua juventude, sendo engarrafado apenas de 6 -8 semanas após a colheita, faz com que seja um vinho com pouco tanino, frutado, leve com a dominação de sabores como banana, uva, morango, figo e pera. 
Deve ser servido a 13 ° C (55 ° F), devendo ter seu consumo até seis meses da data da fabricação.
Localizado no coração da região de Rhone-Alpes do leste do centro da França, o Beaujolais região vinícola produz doze tipos oficialmente designado de Beaujolais conhecido como DOC.
São estes 12 que estão incluídos alguns dos melhores e de maior valor grand crus, incluindo Fleurie e de Cote Brouilly.
Os dois mais comuns são os Beaujolais e Beaujolais-Villages, o primeiro dos quais respondem por metade da produção anual da região, e são usados ​​para fazer Beaujolais Nouveau





foto Wine Folly
A chegada do beaujolais nouveau é celebrada pelos franceses, na terceira quinta-feira do mês de novembro anunciada coma a famosa e celebre frase Le Beaujolais Nouveaux est arrivée!
Este "Dia Beaujolais Nouveau", o marketing é fortemente utilizado, há uma corrida para obter as primeiras garrafas nos mercados ao redor do globo.


Além de estar presente em dezenas de países do mundo todo, o beaujolais rompeu mais um barreira este ano: chegou, com festa e tudo, à Coréia do Sul.



 resort spa Hakone Yunessun.<A estância termal Hakone Yunessun é famosa por suas temáticas-spas estranhas que incluem o vinho tinto, chá verde, saquê japonês>


 Da Europa para o mundo, partiram para este 16 de novembro 7.000 toneladas de beaujolais nouveau. 
As caixas e garrafas encararam horas de viagem em caminhões, tratores, furgões, aviões e até helicópteros.(dados da Folha de São Paulo)


 CELEBRAÇÃO...

Há cerca de 120 Beaujolais Nouveau festivais realizados na região de Beaujolais. 
O mais famoso é p de Les-Sarmentelles na cidade de Beaujeu, a capital da região de Beaujolais. 
O pontapé inicial  no início da noite do dia anterior Beaujolais Nouveau, o festival apresenta degustação de vinhos de cinco dias, música ao vivo e dança. 
Durante a tarde, no dia de Beaujolais Nouveau, uma tenda aquecida oferece vinho e uma variedade de alimentos locais para os visitantes de amostra. 
Existe também um concurso de degustação com todos os doze tipos de Beaujolais.
À noite, uma tocha acesa  em honras  ao desfile dos agricultores que fizeram o vinho. 
Fogos de artifício à meia-noite marcará o lançamento do novo vinho. 
Atualmente o envio do vinho  está sendo realizado antes da terceira quinta feira de novembro para liberar a venda nos mercados as às 12h01min da manhã de quinta -feira no  horário local.


CURIOSIDADE

Nos Estados Unidos,  este vinho tornou-se popular como uma bebida no dia do Thanksgiving o dia de Ação der Graças, que cai de uma semana depois que o vinho é liberado. 
Por qualquer razão, Dia Beaujolais se tornou extremamente popular na cidade de Swansea (no País de Gales, Reino Unido), onde mais de 15 mil pessoas saem para comemorar o evento. 
Todos tradicionalmente usam roupas formais, ternos com camisas e gravatas para os homens e vestidos para senhoras. A data é visto por muitos como o início das festividades de Natal. Muitas mesas de restaurante no centro da cidade é reservada com antecedência (às vezes um ano antes) e há longas filas para os bares e clubes mais populares.

COZINHA
Beaujolais nouveau pode ser usado para cozinhar, como um substituto para outros vinhos tintos.
Os sabores geralmente será mais leve, mais brilhante e mais simples, e as cores transmitidos para a comida será mais roxo-rosa, e menos de um vermelho rico e escuro. 
Uma receita que pode se beneficiar do Beaujolais nouveau é o  Coq au Vin , onde a galinha assume um roxo (violeta) matiz

 Crus do Beaujolais

  • Saint-Amour AOC
  • Juliénas AOC
  • Chénas AOC
  • Moulin-à-Vent AOC
  • Fleurie AOC
  • Chiroubles AOC
  • Morgon AOC
  • Régnié AOC
  • Côte de Brouilly
  • Brouilly AOC

38 Beaujolais Villages oficiais

  • Les Ardillats
  • Beaujeu
  • Blace
  • Cercie
  • Charentay
  • Chenas
  • Chiroubles
  • Denice
  • Emeringes
  • Fleurie
  • Julienas
  • Jullie
  • Lancie
  • Lantignie
  • Marchampt
  • Montmelas-Saint-Sorlin
  • Odenas
  • Le Perreon
  • Pruzilly
  • Romaneche-Thorins
  • Quincie-en-Beaujolais
  • Regnie-Durette
  • Rivolet
  • St-Amour-Bellevue
  • St-Didier-sur-Beaujeu
  • St-Etienne-des-Oullieres
  • St-Etienne-la-Varenne
  • St-Symphorien-d'Ancelles
  • St-Verand
  • St-Julien 
  • St-Lager
  • Salles-Arbuissonnas-en-Beaujolais
  • Vaux-en-Beaujolais
  • Vauxrenard
  • Villie-Morgon
  • Chanes
  • La Chapelle-de-Guinchay
  • Leynes

A Uva Gamay no Brasil
REFERENCIA enófilo Carlos Ernesto Cabral de Mello

Desde o inicio da década de 1970, o Brasil deu início a produção deste tipo de vinho com esta cepa. Foi em Viamão, próximo a Porto Alegre, que o vitivinicultor Oscar Guglielmone produziu o primeiro Gamay brasileiro.

Hoje, a prestigiada Casa Miolo também produz o seu Gamay, que é lançado entre nós no inicio de maio, ou seja, três meses após o fim das vindimas no Rio Grande do Sul.

Na França, existem diversas castas com este nome, mas a famosa é o Gamay Noir à Jus Blanc, ou seja, a cepa que tem uma extraordinária polpa branca. Esta casta tem uma vida idêntica a uva Tempranillo da Espanha, pois é a primeira a desabrolhar, florescer e amadurecer, daí sua colheita ser rápida e o seu vinho ser o primeiro a ir para o mercado.


O Vinho Beaujolais deve a sua fama mundial á um produtor que acreditou neste tipo de vinho jovem e que o mercado aceitaria bem um vinho que estivesse pronto a beber e que fosse degustado no mesmo ano de sua produção, é George Duboeuf o responsável por isso tudo, que desde 1964, ano em que fundou sua Casa Vinícola, vem colhendo sucessos seguidos. Hoje Duboeuf produz anualmente 30 milhões de garrafas de vinho.



 Rues des Beaujolais


Todos os anos a associação, Rues des Beaujolais, promove simultaneamente em todos os continentes, no mesmo dia e horário, o Beaujolais Nouveau, que é o início de toda safra francesa.  Esse ano de 2013 o Rio de Janeiro fez parte da comemoração com a chegada do Beaujolais Noveau   no horário brasil ás 21.00 horas do dia 20 de novembro, horário de Lyon  00.00 horas ,numa confraternização de vinhos , gastronomia e musica. 














Refererencias.

  1. Jump up  Karen MacNeil, The Wine Bible Workman Publishing Company,, Jump up to: a b c "It's Beaujolais Nouveau Time!" (Flash). Union Interprofessionnelle des Vins du Beaujolais. Archived from the original on 12 October 2007. Retrieved 2007-10-14. Warning - plays music by default,3.Arte: Cartaz oficial da chegada do beujolais nouveau, de Ben Vautier.,4 fotos interaçao comunicação,Folha de São Paulo, Enófilo Carlos Cabral,