sábado, 13 de dezembro de 2014
segunda-feira, 24 de novembro de 2014
Tops 10 pela Wine Spectator 2014
A cada ano, desde 1988, Wine Spectator ,prestigiada revista norte-americana especializada em vinhos,editam sua lista Top 100. A seleção prioriza a qualidade, com base em pontuação, valor com base no preço e disponibilidade com base no volume de fabricado ou importado. Estes critérios foram aplicados para determinar o Top 100 entre os mais de 5.400 vinhos analisados.
Aqui
a lista dos Tops 10 pela Wine Spectator! do primeiro ao decimo!
Dow's
Vintage Port 2011
Região Portugal
A
vila de Pinhão no Vale do Douro, Portugal é um bairro tranqüilo em um cenário
deslumbrante. De margens de o rio subir alguns dos vinhedos mais belos de
Portugal, subindo as encostas íngremes em uma série de terraços rochosos. Esta
é a terra natal do Porto, o vinho de sobremesa fortificado que durante séculos
foi classificada como um dos maiores tintos-os do mundo doce.
Em
2011, o Porto subiu às alturas notáveis de
qualidade, com alguns viticultores declarando-o o melhor do vintage em 50 anos.
Vinte e cinco Portos Vintage 2011 marcou 95 pontos ou mais na escala de 100
pontos Wine Spectator 's.
O
vinho vem da família Symington, que faz Porto desde 1882 e é o maior
proprietário de terras do Douro, com cerca de 2.400 hectares ,
distribuídos por 26 quintas.
Mollydooker
Shiraz McLaren Vale Carnival of Love 2012
Região: McLaren Vale, Austrália
Fundadores
Sparky e Sarah Marquis tem um estilo de produção de agradar a multidão que
enfatiza sabores ousados. Este vinho tinto é composto por uma seleção barril de
alguns dos tops Shiraz da Gateway Vineyard e termina sua fermentação em 100 por
cento barricas novas de carvalho americano.
A
família Marquis, enólogos de longa data respeitado na Austrália, sobreviveu
perto da ruína financeira para construir Mollydooker, uma das marcas mais
populares da Austrália em os EUA .
Douro Chryseia 2011
Região: Douro Portugal
O
projeto Chryseia começou em 1998, quando a família Symington parceria com o
ex-proprietário Château Cos-d'Estournel de Bruno Prats produzir uma alta
qualidade de vinhos de mesa do Douro.O
2011 Chryseia é a sua versão maior pontuação ainda, equilibrando elegância e
poder no melhor do vintage em uma geração para esta região. O vinho é uma
mistura de duas variedades indígenas, Touriga Nacional e Touriga Franca,
provenientes das vinhas da Quinta de Roriz e Quinta da Perdiz, e é envelhecido
em 100 por cento barricas novas de carvalho francês.
Quinta Do Vale Meão
Douro 2011
Região: Douro Portugal
Localizado
na região superior Douro de Portugal, Quinta do Vale Meão está produzindo
vinhos elegantes. Sua 2011 Douro é uma mistura de uvas portuguesas nativas
Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Barroca e Tinta Roriz, todos
provenientes de vinhas single-variedades.
Leeuwin
Chardonnay Margaret River Art Series 2011
Região: Western Austrália
Icônica
Art Series Chardonnay da Leeuwin registra de maneira consistente na faixa
clássica. , Sabores complexos maduros são suas marcas graças à vinha em
Margaret River, na costa oeste do país, que média de 39 anos de idade. Leeuwin
foi fundada em 1974 pela família Horgan, e lançou sua primeira safra comercial
em 1979.
Castello di Ama
Chianti Classico San Lorenzo Gran Selezione 2010
Região: Toscana, Itália
Enólogo
Marco Pallanti cultivou esta propriedade um Chianti Clássico desde 1982, as
suas vinhas, produzindo aclamados vinhos de um único vinhedo. San
Lorenzo é um pequeno vale, com 50 hectares de vinhas plantadas em uma mistura
de calcário e argila a uma altitude de 1.650 pés . O 2010 é de 80
por cento Sangiovese, Malvasia Nera e com Merlot.
Chianti
Clássico tem sido um bem conhecido e popular vinho da Toscana, mas a sua
reputação de qualidade defasada há anos. Um dedicado grupo de viticultores liderado
pela Castello di Ama Marco Pallanti e Lorenza Sebasti Pallanti trouxeram novo
prestígio à região com o objetivo de fazer Sangioveses de alta qualidade
expressivas do terroir de Chianti Clássico.
Clos des Papes,
Châteauneuf-du-Pape 2012
Região: Sul do Vale do Ródano, França
Clos
des Papes tem uma longa história de realização, no entanto, atual proprietário
Vincent Avril levou para alturas ainda maiores. Ele trabalha organicamente
tanto quanto possível resultando em vinhos elegantes. Grenache domina seguido por Mourvèdre e Syrah.
De
Châteauneuf-du-Pape Vincent Avril adere a uma fórmula simples para o Clos des Papes: Com o 2012 do vintage ele
mais uma vez definir o ritmo no Vale do Ródano do Sul.
Brewer-Clifton
Pinot Noir Sta. Rita Hills 2012
Região: Santa Barbara, Califórnia
Greg
Brewer e Steve Clifton têm mantido um estilo consistente em quase 20 anos de
vinificação. Pinot Noir mostra o frescor da fruta e
destaca ainda mais a Sta. Denominação Rita Hills, que é particularmente frio e
ventoso ajudam a dar este 2012 grande densidade de cores e sabores
concentrados.
Estação
de crescimento de 2012 para Califórnia Pinot Noir foi excelente, embora as
chuvas colheita resultassem em qualidade variável. Esses viticultores que
escolheram as suas uvas apenas no momento certo, no entanto, fez maduros,
vinhos complexos.
Concha y Toro
Cabernet Sauvignon Puente Alto Don Melchor 2010
Região: Maipo, Chile
Em
2010, Puente Alto, viu uma temporada um pouco mais fria do que o normal.
Enólogo
Enrique Tirado usando o tempo a seu favor, permitiu que as uvas Cabernet
Sauvignon, cultivadas em solos aluviais, para durar nas vinhas mais longas
do que o habitual. Resultou no elegante do
carro-chefe Don Melchor. Misturado com 3 por cento Cabernet Franc, o vinho
estagiou em barricas de carvalho francês durante 15 meses. Concha y Toro, de
propriedade da família Guilisasti, é a maior empresa de vinhos do Chile.
Château Léoville Las Cases
St. Julien 2011
Este
Bordeaux Cabernet Sauvignon, que representa a maior parte da herança de quase 240 hectares , de um excelente padrões rigorosos de viticultura pelo proprietário Jean-Hubert Delon.
A
mistura é de 76 por cento Cabernet Sauvignon, Merlot 12 por cento e 12 por
cento Cabernet Franc, este último um percentual bastante elevado para o Médoc,
mas diretor técnico Michael Georges acredita que empresta elegância ao Cabernet
Sauvignon e acrescenta profundidade ao Merlot.
Edição do Texto
Leila Bumachar
Leila Bumachar
Fonte de Dados e Fotos
http://2014.top100.winespectator.com
domingo, 16 de novembro de 2014
Chef Roland Villard Historia e Gastronomia criando menus inovadores!
"A fome só se satisfaz com a
comida e a fome de imortalidade da alma com a própria imortalidade. Ambas são
verdadeiros instintos”. Fernando Pessoa.
O Chef Francês, que há 18 anos mora na cidade do Rio de Janeiro,
Roland Villard tem a sua paixão na criação de menus com uma relação estreita
da história, cultura, associada com a técnica francesa de gastronomia.
Em 2009 criou o emblemático menu Amazônia, descobrimento da
riqueza dos produtos da Amazônia, que quando foi elaborado, há cinco anos, foi uma
inovação na gastronomia, especialmente no Rio de Janeiro, que desconhecia a
maioria dos ingredientes originários da Amazônia, e também muito pouco deles
eram naquela época encontrados nas feiras livres da cidade.
Outra inovação, ao escolher o menu, mais uma originalidade
surpreendia o cliente: ele recebia um livreto explicativo, nas versões em
português, francês, inglês, e espanhol com um pouco das histórias, cultura,
descrição dos pratos e alguns termos da língua Tupi, que são básicos
ingredientes das receitas.
A intenção do chef sempre foi e será apresentar a Gastronomia
versus Cultura.
Novamente em 2011, criou outro menu inovado: Feijão Brasil, uma combinação
da mesa de todos os brasileiros no dia a dia, o famoso arroz com feijão,
alimento cultural popular, num país onde se encontra cultivado mais de 25 tipos
de feijão.
Ano de 2013! Menu Inverso, para Roland a Gastronomia tem o sabor
de lembrança, de memória, de fatos marcantes na vida dos que a saboreiam.
Menu Villegagnon!
2014 um novo desafio. Surge então uma parte da historia da cidade
do Rio de janeiro junto com a historia da colonização do Brasil. E as famosas
expedições francesas.
1551 aportam, na costa da baia de Guanabara, o vice-almirante Nicolas
Durand de Villegagnon enviado pelo rei da França Henry II, para dar início a
uma comunidade protestante. Inicia-se assim a cidade Henry Ville, onde se
encontra localizada hoje a Escola A chegada de Villegagnon ao que hoje é a atual cidade do Rio de
Janeiro ocorreu antes mesmo da do fundador da cidade, Estácio de Sá.
Na percepção de Roland, a criação deste menu lembrou um fato
histórico importante: todo vice-almirante trazia na sua fragata um cozinheiro, por
tradição, a marinha francesa sempre teve os melhores homens neste posto em
relação às outras forças armadas. Na ocasião, este chef teve que se adaptar
aos produtos nativos do Brasil.
Pronto este foi o ponto crucial para o menu.
459 anos após a chegada da famosa expedição francesa às terras brasileiras,
no ano de 2014, aporta um chef francês no Rio de Janeiro, no século XXI, com
sua cultura da gastronomia, se adaptando aos produtos nativos, valorizando
desta forma a tecnologia francesa, ao mesmo tempo acompanhando as tendências da
gastronomia contemporânea.
“Me inspirei na história dessa França Antártica fundada por
Villegagnon para criar esse menu. É o passado ajudando a criar o futuro.
Imaginei o que eu teria cozinhado para o banquete da inauguração do Forte
Coligny com os ingredientes dessa terra e as técnicas da Haute Cuisine
Française.
Quatrocentos e cinqüenta e nove anos depois, esse menu contemporâneo é uma homenagem à história comum da França e do Brasil”, explica Roland Villard, chef do Le Pré Catelan.
Quatrocentos e cinqüenta e nove anos depois, esse menu contemporâneo é uma homenagem à história comum da França e do Brasil”, explica Roland Villard, chef do Le Pré Catelan.
Os pratos combinavam os ingredientes nativos do Brasil como o
caju, a graviola e a banana às castanhas, ao feijão de corda, selecionando
também a mandioquinha, taioba, mandioca, pimenta, o urucum, óleo de pequi e o
tradicional feijão de corda. Outro destaque do menu Villegagnon é o uso
da semente aromática fava de tonka, originária do Brasil, que é um ingrediente
raro na gastronomia e proporciona um sabor adocicado, semelhante à baunilha,
com um toque amadeirado.
Durante séculos um país eminentemente agrícola, a França trata sua
cozinha como questão de Estado. Ao lado de uma variedade extraordinária de
produtos regionais, floresceu um saber, popular e acadêmico, de como tratar e
combinar os alimentos.
O pai da culinária francesa foi Marie-Antoine Carême, cozinheiro de Charles-Maurice de Talleyrand (1754-1838), o político e diplomata
que passou à história por sua capacidade de sobrevivência – serviu aos
revolucionários franceses, a Napoleão, aos Bourbon, quando eles retomaram o
trono, chegando ainda com algum poder ao reinado de Luís Felipe. Talleyrand fez
da boa mesa o ambiente ideal para suas conversas diplomáticas.
Carême estruturou e deu lógica à cozinha. Pratos em formas
arquitetônicas les pièces montées – o bolo de noiva, por exemplo,
compatíveis entre si e equilibrados pela cor, textura e sabor. Houve grande
progresso quando os franceses importaram uma concepção russa: em vez de servir
todos os pratos ao mesmo tempo como nos banquetes medievais, as refeições foram
divididas em etapas e servidas em porções individuais.
Escoffier foi o pai da moderna cozinha francesa e é universalmente
reconhecido como o melhor chef do século 20. No decorrer de sua vida ele que
sempre foi solicitado pela realeza, estabeleceu usar sabedoria e engenharia
gastronômica em hotéis universalmente 5 estrelas como o Savoy, Grand Hotel de
Monte Carlo, o Hotel Ritz de Paris, o Grand Hotel Rome e outros mais.
Entre as muitas contribuições de Escoffier para o mundo da
culinária incluem a La Carte menu, seu sistema de classificação para os
"molhos mãe" e uma partida geral das tradições culinárias ostentação
da cozinha francesa. Ele também simplificou cozinhas profissionais em um
sistema de brigada baseada estação, ainda hoje utilizada.
Georges-Auguste
Escoffier codificou a gastronomia no início do século passado dando às receitas
a perenidade dos clássicos. As sopas foram classificadas em consumes (claras),
potages (densas), crèmes (cremosas) e velutés (aveludadas com creme de
leite e manteiga). Cada categoria tem subdivisões dependendo do agente de
densificação, guarnição, ervas tempero e tipo de álcool
Ele serviu sua vocação culinária por 62 anos, fazendo sua a mais
longa carreira de chef profissional. De acordo com a Larousse Gastronomique, "rei
dos chefs, o chef dos reis".
César Ritz
Hoteleiro suíço e fundador de vários hotéis famosos ao longo dos
anos como Hotel Ritz, em Paris, e, The Ritz Hotel, em Londres. Seu apelido era
"rei dos hoteleiros e hoteleiro de reis", e que é de seu nome e de
seus hotéis que o termo pomposo deriva.
A parceria Ritz X Esocifer se inicia em 1884, mudou-se para Monte
Carlo para trabalhar lá no Grand Hotel, recém-inaugurado por César Ritz. Seu
título era "Directeur de Cuisine". Em 1890, ele seguiu Ritz de
Londres, para ajudar no Savoy Hotel como Chefe de Restaurante Serviço. Ele e
sua equipe foram para Roma, onde supervisionou a abertura do "Grand
Hotel"
Couvert
Creme
de mandioca trufado com crocante de couve
Peixe
marinado com pimenta de cheiro e batata doce
Entrada
Salada
de feijão manteiguinha com óleo de pequi e folha de taioba e tartare de atum
Crustáceo
Camarão
grelhado com batata baroa defumado e folha de taioba, emulsão de crustáceos com
urucum
Peixe
Filet
de robalo com palmito caramelizado e banana da terra com caldo de tucupi
Granité
Sorvete
de graviola com champagne
Carne
de caça
Capivara,
javali ou leitão confitado em crosta de caju e ragu de feijão de corda
Carne
Fatias
de contra filet com vinho tinto e açaí, farofa e croquete de cará com queijo
Sobremesa
Mil
folhas de mousse de cupuaçu, fondant de chocolate e sorvete de fava de tonka
com calda de maracujá
“Esse menu contemporâneo,
servido em 8 etapas, é uma homenagem a historia comum da França e do Brasil” Chef Roland Villard.
Le Pré Catelan
Hotel Sofitel Rio de Janeiro Copacabana
Avenida Atlântica, 4240, Nível E
Copacabana – Rio de Janeiro
www.sofitel.com.br
Edição de Texto e Ftos
Leila Bumachar
Leila Bumachar
L.Bumachar Consultoria
Fonte de dados
http://pt.wikipedia.org
Fonte de dados
http://pt.wikipedia.org
Fotos
www.google.search.com
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
Origem do Azeite Parte I
O
uso do azeite é milenar, entretanto não se sabe com exatidão a sua origem.
O período de maturidade e plena produção da oliveira situam-se entre os 35 e os 150 anos, conhecendo-se espécimes com 2000 anos. Em média, uma oliveira dá20 Kg de azeitonas, sendo necessárias cerca de 5 a 6 Kg para produzir 1 litro de azeite.
A
Oliveira foi uma das primeiras arvores a ser cultivada há mais de 6.000 anos no Mediterrâneo Oriental
e Ásia Menor. Considerada através dos séculos uma arvore milagrosa, considerada
símbolo de sabedoria, paz, abundância e glória para os povos.
A
origem da oliveira, na sua forma primitiva, remonta à Era Terciária,
anterior, portanto ao aparecimento do homem, e se situa na Ásia Menor,
provavelmente na Síria ou na Palestina, regiões onde foram
descobertos vestígios de instalações de produção de azeite e fragmentos de
vasos datados do começo da Idade do Bronze.
A
palavra azeite provém do vocábulo árabe “Az-zait” que significa sumo de
azeitona.
Na
história os fenícios, sírios e armênios foram os primeiros povos a consumi-lo,
cabendo aos gregos e romanos apresentá-los ao povo da Europa e o Ocidente, permanecendo
por século restrito aos povos do mediterrâneo.
No
século XVI os espanhóis introduziram o azeite no Peru, Chile e México e no
século XVIII nos EUA.
Sua
importância, ao longo dos tempos, resultou das múltiplas utilizações que lhe
foram dadas na alimentação, medicina, higiene e beleza.Os
Mesopotâmicos untavam o corpo para se proteger do frio há mais de 5000 anos.
A
primeira classificação formal data do século VII AC e era utilizado para o
alívio da dor e cura de feridas, sendo muito utilizado nas guerras.
Durante
o Império Romano foi muito usado para amaciar a pele e os cabelos. Foi ainda
combustível para iluminação, lubrificante para as ferramentas e alfaias
agrícolas, impermeabilizante para fibras têxteis e elemento essencial em ritos
religiosos. Porém o grande destaque da utilização do azeite, além da
alimentação, foi na medicina.
Na
Grécia antiga, atletas já utilizavam o azeite como base para melhorar seu
desempenho. Na época dos grandes descobrimentos, por volta do século XVI, o
azeite era obrigatório nos navios, utilizado como base para o preparo de
diversos medicamentos.
Os gregos e os romanos
sem dúvida descobriram várias aplicações do azeite, com suas múltiplas
utilizações na culinária, como medicamento, ungüento ou bálsamo,
perfume, combustível para iluminação, lubrificante de alfaias e
impermeabilizante de tecidos.
O
azeite de oliva é um tipo de óleo produzido única e exclusivamente a partir de
azeitonas, . O nome azeite de
oliva não pode ser utilizado nas misturas de azeite com outros óleos Esses são chamados de óleos compostos.
Existem
cerca de 270 tipos de azeitonas e somente 24 são regularmente utilizadas na
produção de azeites.
Cada
país tem seu tipo característico:
Espanha
(Picual)
Portugal
(Galega)
Argentina
(Arauco)
O
Azeite de Oliva é classificado com base nas suas características organolépticas
que são o sabor e aroma, analíticas que são a acidez e diversos dados químicos e pelo processo
extrativo e dividido, basicamente, em 3 tipos:
AZEITE
EXTRA VIRGEM
Obtido
através da extração por processo de prensagem mecânica das azeitonas.
• Com aroma e sabor impecável, apresenta menos de 1% de acidez.
• Com aroma e sabor impecável, apresenta menos de 1% de acidez.
AZEITE
VIRGEM
Obtido
através da extração por processo de prensagem mecânica das azeitonas.
• Sabor e aroma marcantes com acidez abaixo de 2%.
• Sabor e aroma marcantes com acidez abaixo de 2%.
AZEITE
PURO
•
Composto por azeite refinado e azeite virgem, apresentando menos de 1,5% de
acidez.
O período de maturidade e plena produção da oliveira situam-se entre os 35 e os 150 anos, conhecendo-se espécimes com 2000 anos. Em média, uma oliveira dá
A produção tem início com a colheita das azeitonas nos olivais na plantação de oliveiras onde as azeitonas, ainda frescas, são levadas ao lagar que é um local próprio para extração do azeite, quando então são lavadas e moídas.
Com essa moagem obtém-se, então, uma pasta que é prensada.
O produto desse processo, exclusivamente mecânico, é o azeite virgem, que após filtragem está pronto para consumo imediato.
O azeite refinado é então utilizado para formar o Azeite de Oliva.
Diversos
tipos de azeites, provenientes principalmente de Portugal, Itália, Espanha e
Argentina, satisfazem os paladares mais exigentes e acompanham praticamente
todos os tipos de pratos. Inicialmente utilizado na cozinha mediterrânea, o
produto foi, aos poucos, conquistando os principais chefs e todos os tipos de
cozinha.
A região mediterrânea, atualmente, é responsável por 95% da produção
mundial de azeite, favorecida pelas suas condições climáticas, propícias ao
cultivo das oliveiras, com bastante sol e clima seco.
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