segunda-feira, 11 de junho de 2018

Ronda da Península de Setúbal Rio de Janeiro 2018


Orquestra Maré

CVRPS Comissão Vitivinícola da Região da Península de Setúbal, do Sul de Lisboa, em Portugal, e suas  vinícolas associadas, novamente fizeram a ronda de vinhos no Brasil em uma grande prova, que ocorreu no dia 5 de Junho no Belmond Copacabana Palace, Rio de Janeiro. Vinícolas presentes :  Jaime Quendera, Adega de Pegões, Luis Simões e Pedro Santos, da Quinta do Brejinho da Costa; Joana Freitas, da Casa Ermelinda Freitas; Joana Vida, da Venâncio da Costa Lima; Filipe Cardoso, da Sivipa e Quinta do Piloto; Mário Cravidão, da CW - Comporta Wines; António Saramago Filho, da António Saramago Vinhos, Nuno Palhoça, da Filipe Jorge Palhoça Vinhos e Nuno Cândido, da Adega Camolas.  






Os Produtores presentes comemoravam o aumento de vendas no Brasil, juntamente com enófilos e profissionais do setor, sommeliers, confrarias , e novos amigos que degustaram  destes maravilhosos  vinhos  que são  produzidos nesta bela região  em Portugal. 

Produtores em ação...
"No ano passado, os moscatéis da Península de Setúbal mantiveram-se entre os melhores do mundo graças ao primeiro lugar conquistado pelo Moscatel Roxo de Setúbal Venâncio da Costa Lima 2013, na 17ª edição do concurso francês “Muscats du Monde."(dados assessoria da CVRPS)

Diego Arrebola e Gabriele Frizon
Na apresentação da Masterclass, nove vinhos foram apresentados pelos seus produtores e enólogos,  brancos, tintos e os tradicionais, e famosos Moscatéis de Setúbal, eles falaram sobre suas origens, premiações, o terrorir dos vinhos, produção e conquista dos mercados do Brasil e internacionais.
O sommelier Diego Arrebola desta vez acompanhado pela sommelier Gabriele Frizon, juntos comandaram a masterclass e prova dos vinhos.


Vinhos da MasterClass
Na abertura da degustação com todas as vinícolas presentes, fomos brindados com música da talentosa Orquestra Maré do Amanhã, formada por jovens músicos de comunidades do Complexo da Maré. Boa música, ótimos novos drinks feitos com moscatéis , tornaram esta tarde e início de noite um encontro que demostrou mais uma vez a versatilidade dos vinhos de Setúbal, qualidade e a resposta de porque o vinhos de Setúbal estão conquistando cada vez mais os brasileiros.

Vinhos da degustação





Blog agradece convite da CVRPS e de sua assessoria Interação Rede de Comunicação. 





Edição de texto e fotos Leila Bumachar
Fontes: www.vinhosdapeninsuladesetubal.com/CVRPS

domingo, 3 de junho de 2018

VINHOS DE PORTUGAL NO RIO DE JANEIRO 2018





Quinta edição do Vinhos de Portugal de 1 a 3 de junho no Rio de Janeiro, foram três dias dedicados a provas de vinhos portugueses, onde estavam presentes cerca de 70 produtores os quais alguns já veteranos das últimas quatro edições e estreantes nesta.  Considerada a maior degustação de vinhos portugueses em não terras portuguesas, a cada nova edição o evento bate seu próprio recorde de público presente.






Taças circulavam pelo salão, em cada stand uma nova degustação, uma conversa com produtor, enólogo, importador, este evento produz uma maneira diferencial de aprendizado neste universo incomparável do vinho.  

Com 20 produtores estreantes de diversas regiões vitivinícolas de Portugal, Mercado do Vinho, com sessões de duas horas de duração, ofereceu ao público presente degustações e uma ótima oportunidade para conhecer, apreciar e trocar conhecimento com quem faz a fama dos vinhos portugueses, as regiões produtoras, e suas castas.


produtores, enólogos, importadores 



“Neste momento, Portugal está no segundo lugar”, diz Jorge Monteiro, “mas isso já acontecia no ano passado por esta altura e fechamos o ano em terceiro”. Uma coisa é certa: “Temos vindo a crescer em termos de quota de mercado e há sempre a expectativa de conseguirmos ser o segundo. Continuamos a aproximar-nos da Argentina, estamos a falar de um país que tinha cerca de 22% de quota enquanto nós tínhamos uns 12% e neste momento já estamos nos 15%.” (dados do jornal o Publico)
Vinhos de Portugal é o maior evento de vinhos portugueses no país e nasce da parceria entre dois jornais de referência, um de cada lado do Atlântico, o Público, em Portugal, e O Globo, no Rio de Janeiro (e da ViniPortugal, organismo que tem como objectivo promover os vinhos portugueses no mundo)


Um evento que abre o conhecimento a todos que apreciam o bom vinho português, num país que tem cerca de 400 castas diferentes, com regiões, clima e terroir diversos, mas que cada ano perpetua seu posto de notas máximas nos concursos mundiais do mundo dos vinhos.



Vinhos de Portugal

Rio de Janeiro : Data: 1 a 3 de junho
Local: CasaShopping - Avenida Ayrton Senna, 2150 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro
http://www.vinhosdeportugal2018.com.br/

Edição do texto e fotos . Leila Bumachar
Fontes de dados Publico (jornal) 

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Nieto Senetiner degustação Casa Flora RJ.




Não importa como você gire, a vida é sempre um toque mais elegante com o vinho.

Mendoza é considerada a província mais importante da Argentina em termos de produtividade, com 165.000 hectares de vinhedos cultivados, representando cerca de 66% da produção total de vinho do país. Mendoza é vasta, com microclimas e solos variáveis desta forma se obtém vinhos de base para vinhos envelhecidos. Mendoza foi abençoada com condições climáticas e de solo muito adequadas para o envelhecimento da produção de vinho. Graças estas e outras características, mundo do vinho de Mendoza tem um  grande valor competindo com produtos de qualquer região vinícola do mundo.

A história da Bodegas Nieto Senetiner remonta ao ano de 1888, quando os imigrantes italianos fundaram e plantaram as primeiras vinhas em Vistalba, Luján de Cuyo, província de Mendoza. A adega foi desenvolvida por diferentes famílias durante as primeiras décadas do século passado, que souberam transmitir o segredo da elaboração dos grandes vinhos e o amor por sua terra.

Nicanor Nieto e Adriano Senetiner deram à empresa seu nome atual em 1969 quando compraram as instalações e os vinhedos. Eles investiram em equipamentos modernos e atualizados  dando início de uma onda de modernização que trouxe nova vida aos vinhos do país nos últimos 30 anos. Em 1998, passou a fazer parte do Grupo de Negócios da Molinos Río de la Plata.




Fiel à qualidade dos vinhos e à importância do nosso terroir, a Nieto Senetiner possui 3 fazendas, com 400 hectares de vinhas, localizadas na área de Lujan de Cuyo, porém, em diversos vales com características diferentes. Nessas fazendas é produzida uva de alta qualidade, colocada em mais de 15 países. Nieto Senetiner é uma imagem do mundo do vinho argentino. 
Segundo José Galante, enólogo da Salentein, a principal característica desta província é a sua 'diversidade’, “todas as regiões vitivinícolas de Mendoza têm características próprias, sendo a altitude essencial em que as suas vinhas são cultivadas e, de acordo com esta variável, a uva diversa variedades são cultivadas e diferentes vinhos são produzidos.”



O enólogo da Salentein sustenta que os vinhos com grande potencial de envelhecimento provêm de vinhas cultivadas nas áreas superiores das colinas. “A altitude, como modera as temperaturas máximas e dá dias com ampla faixa de temperatura, em um ambiente de relativa baixa umidade com dias ensolarados, nos permite produzir uvas com grande intensidade e concentração fenólica. Estas uvas amadurecem lentamente, com uma longa estadia pendurada nos cachos. Isto leva a vinhos coloridos, com boa estrutura e textura tânica, uma base para dar expoentes com grande potencial de envelhecimento. Além disso, nessas condições, há uma preservação muito boa de ácidos naturais, obtendo produtos com bom equilíbrio de ácidos.”

No último dia 19 de abril, Casa Flora no Rio de Janeiro, provou todas estas teorias realizando uma degustação vertical para convidados da bodega Senetiner, desta vez com a participação de Paulo Nicolay, consultor na elaboração de cartas de vinhos, crítico e colaborador de publicações especializadas em enogastronomia, que analisou  cada vinho  degustado na noite. 
Aromas, paladares e historia se entrelaçaram entre os convidados e suas taças. 
Os Vinhos;
DON NICANOR CHARD VIOG 2013
NIETO SENETINER BLEND COLLECTION C.SAU C.FR P.VER 2015
NIETO SENETINER, DON NICANOR MALBEC 2015
NIETO SENETINER, DON NICANOR BLED 2015
NIETO SENETINER, BONARDA EDIÇÃO LIMITADA 2013
NIETO SENETINER, FINCA LAS TORTUGAS MALBEC 2011 
CADUS SINGLE VINEYARD




Agradecimento a André Lorio da Casa Flora Importadora pelo convite. 


André Lorio e Paulo Nicolay
Rose Castro , Jocelen Sodre, Homero Sodre , Leila Bumachar


Edição de texto e fotos : Leila Bumchar
Fontes: Casa Flora,www.nietosenetiner.com.ar, https://es.wikipedia.org/wiki/Molinos

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Malbec World Day


Dia Mundial do Malbec  comemorado em 17 de abril, foi instituído no  dia em que o presidente da Argentina, Domingo Faustino Sarmiento, assumiu oficialmente sua missão de transformar a indústria vinícola argentina.
Neste exato dia  no ano de 1853, ele encarregou Michel Aimé Pouget , especialista em solos franceses, de trazer novas videiras. Entre sua seleção, estava Malbec .



A uva Malbec deve seu nome a um viveiro húngaro com o sobrenome Malbek ou Malbeck (com um k final), que foi um dos primeiros a identificá-la separadamente e espalhá-la na França na área de Cahors, para depois ser levada a Bordeaux, onde foi Ele também a conhece como Auxerrois. Em seguida, o nome Malbek foi substituindo o "k" pelo "c", possivelmente referindo-se a uma palavra semelhante em francês que significa "pico ruim", devido ao sabor áspero e amargo que essa uva deu naquela região.

O nome, "Malbec World Day", que é traduzido de forma incorreta a partir do espanhol "Malbec Mondo" que significa "Malbec em todo o mundo". Malbec floresceu na Argentina, criando vinhos amplamente superiores aos do seu país de origem a França.

No final do século XIX, a viticultura experimentou um desenvolvimento excepcional nas mãos de imigrantes italianos e franceses, Malbec em particular se adapta rapidamente aos diversos terroirs que a geografia do país oferece e começa a produzir vinhos inclusive melhores do que os da sua terra de origem. Desta forma, com o passar do tempo e depois de muito trabalho, o Malbec passou a ser a principal variedade da Argentina. A Argentina se transforma no único país onde se encontram cepas originais de Malbec autenticamente provenientes da França.




Nos anos seguintes, especificamente durante os anos 90, a Argentina posicionou o Malbec como sua estrela varietal. Mais de 10.000 acres foram plantados e se tornou o inegável líder das exportações do país. Os amantes do vinho ao redor do mundo descobriram e elogiaram o Malbec argentino. 

Foto do site Wines of Argentina.
Em 2011, a Wines of Argentina , responsável pela comunicação da marca de vinhos argentina em todo o mundo, estabeleceu o dia 17 de abril como o Dia Mundial do Malbec. Lis Clément, seu chefe de marketing e comunicação na época, fundou este dia porque estava convencida de que essa comemoração ajudaria a posicionar o Malbec como uma das joias de vinho da Argentina. Atualmente, mais de 60 cidades ao redor do mundo coordenadas pelo Escritório de Relações Exteriores da Argentina, organizam eventos em torno do Malbec.

O Malbec World Day é uma iniciativa global criada pela Wines of Argentina. Desde sua primeira edição, em 17 de abril de 2011, a iniciativa conta com o apoio do Ministério das Relações Exteriores e da Corporação Argentina do Vinho, como parte do Plano Estratégico Vitivinícola Argentina do país, que busca posicionar o Malbec argentino no mundo e celebrando o sucesso na indústria dos vinhos. 

Malbec World Day é sempre festejado no Rio de Janeiro  no Consulado Geral da Argentina com promoção da Wines of Argentina. Presença de produtores e enólogos na degustação dos mais expressivos rótulos e vinícolas desta casta.Alguns dos excelentes rótulos são degustados. 







Edição de textos e fotos : Leila Bumachar
Pesquisa: https://en.wikipedia.org/wiki/Malbec_World_Day
http://www.winesofargentina.org/malbecworldday/

sexta-feira, 13 de abril de 2018

DESCORCHADOS 2018 ! Lançamento Rio de Janeiro



Guia Descorchados é a maior referência mundial em rótulos sul-americanos, completando 20 anos na edição 2018. O lançamento do Guia na cidade do Rio de Janeiro, ocorreu numa versão pocket , com presença de 20 produtores premiados, no lindo visual do deck no Shopping Village Mall, aonde vinhos e espumantes foram degustados e apreciados ao som de Bossa Nova e Blues.

O Guia que é idealizado e organizado por Patricio Tapia, renomado jornalista, escritor e crítico de vinhos, com sua primeira edição em 1999. 
Desta data até hoje o guia descorchados é referência no mundo dos vinhos, sua publicação orienta e informa sobre tudo que ocorre na Argentina, Brasil, Chile e Uruguai, destes das grandes vinícolas aos produtores artesanais. 
Nos últimos anos, o guia ganhou a colaboração do brasileiro Eduardo Milan, editor de vinho da revista Adega.

Vinícolas convidadas/Rio de Janeiro

- Adolfo Lona

- Altos Las Hormigas

- Bisquertt

- Cono Sur

- Dal Pizzol
- Domaine Bousquet
- El Encanto
- Errazuriz
- Finca Sophenia
- Garzón
- Grandes Viños San Pedro
- Lagarde
- Leyda
- Miguel Torres
- Miolo
- Odfjell
- Perez Cruz
- Perini
- Pizato
- Santa Ema
- Tabali
- Vallisto
- Viña Eden



Alguns flashes do evento.






"Considerado o maior guia mundial de vinhos da Argentina, Chile, Uruguai e Brasil, o Guia Descorchados chega à sua edição 2018 com mais de 3.000 vinhos degustados, mais de 155 vinícolas argentinas e 190 chilenas, 30 vinícolas uruguaias e 16 vinícolas brasileiras. São mais de 1.000 páginas com as notas dadas por Patrício Tapia, idealizador e organizador do guia, que conta com a colaboração de Eduardo Milan, editor de vinhos da Revista Adega. A publicação traz também detalhes sobre as principais uvas, harmonizações e recomendações, tornando-o referência para o setor."  
"A organização do evento é da INNER Eventos, empresa do Grupo INNER, parceira do Guia Descorchados. Segundo Christian Burgos, diretor da empresa, “o Rio de Janeiro tem muitos apreciadores de vinho e há algum tempo queríamos fazer também um evento na cidade. Finalmente conseguimos e temos certeza que será repetido no próximo ano”.(fontes  da assessoria de Impresa)









Fotos e Texto: Leila Bumachar

sábado, 31 de março de 2018

Colomba Pascal. Tradição italiana da Páscoa.



Uma das muitas lendas nos remetem a origem da colomba pascal, época da rainha lombarda Teodolinda e seu encontro com o santo padre irlandês San Colombano.
Datada de cerca de 612, conta que na chegada do padre a cidade, lhe foi oferecido um suntuoso almoço, no qual os pratos principais seriam de origem carne, porem se encontrando no período da quaresma o padre não se permitiu a desfrutar do banquete ofendendo assim rainha Teodolinda. Mas o abade superou a infeliz situação com a diplomacia, afirmando que consumiriam a carne somente depois de abençoá-la. O que fez para evitar que a rainha se ofendesse, abençoando os pratos os transformou em pães brancos e com as formas típicas da pomba.
Origina-se assim a história da colomba pascal, sendo interpretadas ao longo dos séculos através de outras lendas. Mas foi  graças a uma brilhante ideia comercial, que originou seu surgimento no início do século XX. 


Inventada na Lombardia nos anos trinta, se espalhou nas mesas de todos os italianos e até mesmo além das fronteiras da Itália , tornando-se  mais difundida comercialmente tradição da Páscoa .

Em Milão anos 30, uma empresa que já era famosa pela fabricação do panetone natalino, seu diretor de publicidade Dino Villani vislumbra uma ideia em reutilizar máquinas e ingredientes que fabricavam o panetone para produzir um bolo em forma de pomba.
Esta nova combinação se tornou tradição e sucesso comercial ate os dias atuais.
Hoje existem novas variações desta sobremesa, criadas pelos melhores confeiteiros com combinações de sabores e recheios, desde de frutas cristalizadas, ao chocolate e  novas coberturas. Sucesso da sobremesa que se tornou sobremesa obrigatória no domingo de Páscoa.

Fato interessante é que A colomba assim como o panetone, está incluída na lista de produtos agroalimentares tradicionais italianos do Ministério da Agricultura, Alimentação e Políticas Florestais; é reconhecido como um produto típico da Lombardia e é regido pelo Decreto Ministerial de 22 de julho de 2005 (Decreto Ministerial 22.07.05).

Colomba Pascal está simbolicamente ligada à tradição cristã, sua  forma de ave é um animal que com frequência citado em aparições no Antigo como do Novo Testamento. 
A figura da pomba na religião é uma representação do Espírito Santo, de esperança e fé. 
Ela se tornou em conjunto como o ovos de chocolate os doces típicos da tradição de Páscoa.




Vinhos frisantes, doces com frescor de sabores delicados, que nos proporcionam aromas de frutas cristalizadas e flores são os mais indicados de uma perfeita combinação com Colomba Pascal. Como Moscato d’Asti, Late Harvest, Marsala, Vin  Santo.








Edição de texto e fotos :Leila Bumachar
Pesquisa: https://it.wikipedia.org/wiki/Colomba_pasquale
https://www.net/it_it/.../la-storia-della-colomba-pasquale
https://www.colomba-pasquale-quale-vino-



terça-feira, 13 de março de 2018

CANADÁ VINÍCOLAS




O Canadá sempre me fascinou , pela cultura, pela sua dimensão , pela recepção dos seus habitantes, exuberância de natureza e paisagens, e seus vinhos.
Vamos aqui falar um pouco sobre o  vinho canadense, que é produzido principalmente no sul Columbia Britânica e Ontário do Sul.
Existem também um número crescente de pequenos produtores de uvas e vinho no sul Quebec e Nova Escócia.
E as três maiores regiões produtoras de vinho do Canadá  encontram-se no Vale Okanagan da Colúmbia Britânica, a Península de Niágara de Ontário, e  no Condado de Essex incluindo Ilha Pelee.
Outras áreas produtoras de vinho na Colúmbia Britânica incluem Similkameen Valley, o Vale Fraser região perto de Vancouver, sul Ilha Vancouver e  Ontário incluindo  Condado de Prince Edward.
Quanto a qualquer amante do vinho que se respeita, o Canadá é acima de tudo sinônimo de gelo Icewine, que pode ser produzida de forma confiável na maioria das regiões vinícolas canadenses, Embora se originou na Europa final do século XVIII na Áustria e na Alemanha, é no Canadá que a maior produção de vinho do gelo no mundo é encontrada particularmente em Ontário. O clima é favorável uma vez que o vinho do gelo é idealmente colhido entre-8 ° c e-12 ° c além do açúcar cristaliza o efeito do frio e suco já não flui. A colheita é então entre o fim de dezembro e o fim de fevereiro, frequentemente na noite e nas redes a fim evitar perdas .


O Canadá  vem provando que seu potencial de vinhos é enorme. Mesmo com uma produção pequena ele  se encontra entre só 10 melhores países consumidores de vinho do mundo. Vinhos com aromas deliciosos equilibrados, alguns com alto níveis de açúcar e grande acidez, mas os todos os vinhos produzidos pelo Canadá, cujo o e reconhecimento das adegas canadenses é muito recente, vem se equiparando a seus mais acirrados competidores de alguns países de grande e premiada produção de vinhos França, Portugal, Itália, chile.
Vamos aqui numa pequena viagem exploradora através de umas regiões vinícolas do Canadá, com suas paisagens pitorescas destas que são algumas das melhores vinícolas para visitar, estar em contato com a paisagem e natureza local e degustar seus belos vinhos.



Nichol Vineyard, Naramata Bench, / British Columbia
"fiel às suas raízes" como seu slogan diz, esta vinícola plantou suas primeiras videiras em 1989, estabelecida e gerenciada por familiares, foi uma das primeiras três vinícolas da região. Uma das  pioeiras a produzir um Syrah na região. Nichol Vineyard ainda se mantem no patamar das  melhores.  Www.nicholvineyard.com


Mission Hill Family Estate, West Kelowna/ British Columbia
Situada numa colina com vista para o Vale Okanagan e montanhas espetaculares, Mission Hill é uma adega com  diversos prêmios internacionais, classificada por suas instalações como uma das melhores adegas do Canadá . Seu  A caverna subterrânea tem algumas das melhores temperaturas do Canadá, localmente chamado "Kelownafornia" .  Www.missionhillwinery.com


Sandbanks Estate Winery, Prince Edward County/ Ontário.
A pequena comunidade sul de Belleville, Ontário e cerca de 3 horas ao nordeste de Toronto, proporciona uma experiência de degustação de vinhos mais leves, menos pretensioso, originária de uma completa transformação no crescimento de uma agricultura familiar.  Www.sandbankswinery.com


Sprucewood Shores Estate Winery, Amherstburg/ Ontario
Localizada na região do Lago Erie do Norte, é mais uma empresa familiar no mundo do vinho canadenses. Sprucewood produziu muitas safras premiadas. O clima local possui a mais longa estação de crescimento que permitem vinhos encorpados.  Www.sprucewoodshores.com



Vignoble de la Bauge, Brigham/ Quebec City
Vignoble de la Bauge empresa familiar que plantou suas raízes em 1986, tornando-o um dos mais antigos na província. Localizada em Quebec, menos de 100 quilômetros ao sul de Montreal, na região leste esta área tornou-se a principal produção  com o foco em vinhos espetaculares de gelo e brancos de clima frio, bem como cidras e vinhos de fruta. O Canadá é um dos poucos países no mundo que tem o clima para produzir o  Ice Wine, vinho de gelo extremamente doce  que envolve a colheita das uvas depois de terem congelado nas videiras.   Www.labauge.com


Jost Vineyards, Malagesh Peninsula, Annapolis / Nova Scotia
Outra vinícola familiar pioneira na área, e talvez a mais antiga em produção na costa atlântica do Canadá. Com colheita/eventos como uva-stomping, que ocorre no final de setembro, vem sendo um diferencial na comunidade. www.jostwine.com



Fielding Estate, Beamsville/ Ontario
Nomeada um dos 10 melhores vinícolas do Canadá, já que três quartos das uvas do Canadá são produzidos nesta região. Como uma das regiões mais temperadas em Ontário, a adega é capaz de produzir grandes Cabernet Sauvignon, que normalmente se encontram mais nas regiões da costa oeste sul. É melhor para visitar a região de Beamsville em setembro e outubro. Www.fieldingwines.com

Norman Hardie, Wellington/ Ontario
Trajetória de Hardie é um ex-sommelier da rede Four Seasons, que trabalhou em algumas das maiores regiões vinícolas do mundo como África do Sul, Califórnia, Nova Zelândia que tornou a região de Wellington, Ontario terra como seu desafio pessoal . Na região mais fria do vinho no Canadá, um trabalho minucioso para que  as vinhas tenham vida após o rigoroso inverno,  consiste em após cada colheita, funcionários enterrarem cuidadosamente as videiras sob o solo para proteção contra geadas, apenas para retira-as  cuidadosamente novamente com a mão na primavera. Esta técnica tem dado resultados bem favoráveis como as premiações com alguns dos melhores Pinot Noir e Chardonnay. Www.normanhardie.com


Jackson-Triggs Winery, Niagara-on-the-Lake/ Ontario
Apenas uma hora ao sul de Toronto,situa-se a singular Niagara-on-the-Lake. 
Com uma comunidade centrada em torno de produção de vinho, a Jackson-Triggs foi nomeado a melhor adega no Canadá por três vezes.  Www.jacksontriggswinery.com 



L'Acadie Vineyards, Wolfville/ Nova Scotia
Esta vinícola com certificação orgânica em Gaspereau Valley, um sub-vale do Annapolis duas horas de Halifax. Área de excelência de vinhos em produção de brancos de clima frio, o que realmente significa apenas uvas que amadurecem em níveis de açúcar moderados. L'Acadie  produz em totalidade brancos espumantes, elaborados no "método tradicional", estes vinhos que são fermentados e produzidos em certas garrafas-da mesma maneira Champagne, por isto a denominação de "o futuro do vinho espumante.".  www.lacadievineyards.ca







Edição de texto e fotos : Leila Bumachar
Pesquisa:Canadian_wine